28 de outubro de 2014

Cabe tudo dentro de um abraço.



Minha Querida e Doce Inês,

Que as nossas vidas sejam sempre recheadas de amor e temperadas com alegria, carinho e copos de vinho tinto (venham a nós os Sábados tão adorados!).
Fazes parte do Património dos meus Afectos e tenho por ti uma admiração e respeito enormes.
Coisas nossas... De ontem, do hoje e para o amanhã.

Underneath black sheets.

@Av.ª EUA, Lisboa. 2014.


Something 'bout the way the hair falls in your face
I love the shape you take when crawling towards the pillowcase
You tell me where to go and
Though I might leave to find it
I'll never let your head hit the bed
Without my hand behind it







Pardon the way that I stare. There's nothing
else to compare. The sight of you leaves me
weak. There are no words left to speak.
But if you feel like I feel. Please let me know
that it's real. You're just too good to be true.
Can't take my eyes off of you. 




Ooopppsss, já fomos!


Tengo hambre de tu boca, de tu voz, de tu pelo
y por las calles voy sin nutrirme, callado,
no me sostiene el pan, el alba me desquicia,
busco el sonido líquido de tus pies en el día.

Estoy hambriento de tu risa resbalada,
de tus manos color de furioso granero,
tengo hambre de la pálida piedra de tus uñas,
quiero comer tu piel como una intacta almendra.

Quiero comer el rayo quemado en tu hermosura,
la nariz soberana del arrogante rostro,
quiero comer la sombra fugaz de tus pestañas

y hambriento vengo y voy olfateando el crepúsculo
buscándote, buscando tu corazón caliente
como un puma en la soledad de Quitratúe.


-- Pablo Neruda, Soneto XI --

27 de outubro de 2014

7.30.

Eram mais ou menos 7.30 da manhã do dia 27 de Outubro de 2005.
Eram mais ou menos 7.30 e não me chamaste a mim (eu por acaso estava em tua casa nessa manhã). Não me chamaste a mim; Eu sei que nunca o farias. Chamaste o Pai. Por obra do acaso (ou talvez não), ele não te ouviu.
Eram mais ou menos 7.30 e só eu te ouvi.
Eram mais ou menos 7.30. Saímos os 3 de casa eram 8.00 mas tu não voltaste. Mas eu sabia que assim seria. E assim foi. -- Foste e não voltaste.

Pescadinha de rabo na boca.

Ou tudo ou nada. Desperdiçar 0. Meia bola e força mas... Qual meia bola, qual quê! Vens, vou, vamos (juntos) com a bola toda, jogamos e ficamos sempre a ganhar. Damos o jogo por encerrado, arrumam-se as peças e vais à tua vidinha que se faz tarde. Além disso, e para mim, são mais do que horas de dormir.

Pescadinha de rabo na boca, coisa mais boa e fofa. E só não te amo porque não te posso "ter" por perto. Quer dizer, poder até posso. Mas não sei se me apetece.


À (nossa) volta.

Pensei logo na reciclagem, assim só por exemplo.

24 de outubro de 2014

Prancha em inglês diz-se plank.

Ainda a propósito do soalho pélvico de ontem (hoje é dia, uhuhuhu!), eu também faço pranchas no Pilates. Ah, pois é. E gosto. O problema é só um, quer dizer, na prática são três: os dois punhos e a (falta de) força.

Ainda assim, esforçamo-nos todos imensooo para manter uma cara alegre e contente, como se não se estivésse a passar nada. E diz o Budismo que não se está a passar mesmo nada, certo?

Basta apreciar a carinha da mocinha lá de cima. É que a vidinha corre-lhe bem!

Entre maçons e opus dei, não há quem nos valha.

Diz que é Sexta-Feira. Já eu, que sei que nada sei (eu e o Sr. Eng.º José Sócrates), também sei que entre maçons e opus dei, não há quem nos valha.

E mais... Ide todos levar naquele mesmo sítio onde levam as galinhas.

23 de outubro de 2014

Soalho pélvico.

Do Pilates, cujo verbo é Pilatar:
De tantas outras coisas que lá aprendi, e das quais posso referir, só por exemplo, as 3001 formas de respirar, assim como, outras tantas de encaixar a anca [este post resume-se a isto, à anca e ao que se pode fazer com ela, seja às Quartas, às Sextas mas, na verdade, o meu conselho é que seja todos os (santos?) dias da semana], eis que também já sei o que é o soalho pélvico. Porém... Não posso deixar de mencionar que tudo me parece um tanto ou quanto sexy, erótico, bonito e eu gosto. Oh se gosto.

Amanhã volta a ser dia de sair de lá de banho tomado, cabeça arejada e com o belo do soalho pélvico "arrumado". É Sexta-Feira, o tempo está de feição. Como é óbvio, só dá vontade de fazer o amor mal se chegue a casa. Brincamos, oh quê?!...

Inspira, expira... Sobe a anca, aperta os glúteos, encaixa a anca e no fim, solta o soalho pélvico, descansa e relaxa (só fica a faltar o cigarinho, querem ver?)... Diz que também é bom para a bexiga, pois evita a incontinência. Já o sexo, esse bendito seja louvado, faz bem a tudo.


22 de outubro de 2014

Sexo, Drogas e Rock & Roll (ontem já foi tarde).

Dáva-me tanto jeito poder fumar uma ervazita e beber uns belos copos de vinho tinto (ou de outra coisa qualquer, já estou por tudo, é o que é) mas assim de forma livre e tal, sem punições nem vigilância alheias. É que seria tudo tão mais fácil de "gerir" (de aturar, basicamente).

Frase de ordem: todos pró crlo.



                     


21 de outubro de 2014

A vida não gosta de esperar. Já eu, adoro fazer ó-ó.

Eu acordo com despertador todos os dias, excepto ao Domingo. Sim, tenho Domingos e também faço almoços e jantares  românticos comigo mesma. E vou ao cabeleireiro, à esteticista e manicure/pedicure, ao cinema, a todas as lojas que me apetece, independentemente de comprar ou não. Faço meditação, Reiki, cursos de Mindfulness e retiros espirituais, gosto de Sta. Rita de Cássia mas também tenho tatuagens no corpo e gosto de beber vinho tinto e ponchas. E ginjas em copinhos de chocolate, ali para os lados do Porto Moniz (mas tem que ser Inverno e estar muito vento e frio). Este ano também me lambuzei muito no Santo da Serra. Quer dizer, lambuzei-me em frango assado e em bolo do caco, assim cheiooo de manteiga de alho (não propriamente no Santo António, entenda-se), tudo bem regado a vinho tinto e boa companhia.

Agora lembrei-me que também vou à praia do CDS nas horas de calor e é tão bom, oh se é. E bebo minis pretas ao Sol, enquanto se comem batatas fritas de pacote a saber a sal e a azeite manhosos. E que dizer dos mojitos na Praia do Garajau, entre calhaus e pedras de todos os tamanhos e feitios, hein? Certo é que também vou dos Prazeres à Calheta na torreira do Sol, do Paul do Mar ao Estreito da Calheta; Fazemos praia em pleno Oceano Atlântico, ouve-se música reggae e não se sabe bem onde se está (eu hei-de visitar a Jamaica), rumamos ao arraial mais próximo todas "desgadelhadas", dançámos e "encaracolámos" num "Apita Ó Comboio" frenético. Por fim, não menos satisfeitas, sentámo-nos no chão para comer sandes de carne vinha d'alhos e beber vinho com laranjada, fugimos de pessoas e desejámos pôr o "rabixole" numa bela Virago. Mas a Rosa é que me conduzia, só naquela de sermos rebeldes.

Isto para não falar de uma vez que saímos de um cemitério no Redondo e, uns metros depois, desatámos a rir que nem loucas, perante os olhares curiosos e estupefactos dos demais. Isto sem contar que, sempre que se ouve aquele CD do Tony Carreira, o carro da Rosa torna-se num verdadeiro Olympia de Paris. Cantamos alto, baixo, "gesticulamos", ora com os bracinhos no ar (é o Tony que nos pede, atenção), ora com o corpinho a dar a dar. Houve quem ficasse tremendamente chocado mas nós lá continuámos, em palco! Simmmmmm...! Que vai ser nóssssss?!...

Bom, também tenho alturas em que passo horas sem fazer um cú, é verdade. E é muito bom. Mesmo. Mas está na altura de voltar a fazer o tricot com lã grossa e agulhas gordas, bem sentadinha no sofá, enquanto bebo chá de perpétuas roxas e embruteço a ouvir a Casa dos Degredos, que nos faz ter conversa para o resto da semana. Conversa e risota, ora bem.

Ter filhos deve ser igualmente bom; Não sei mas acredito que sim. Ser filha é maravilhoso, isso não posso negar. A propósito, acho MESMO que tudo faz parte, tal como diz a minha Comadre Célia. É maravilhoso de uma maneira ou de outra. Já fomos "ricas", é certo. Hoje, tendo um KING na vida e no coração, somos ainda mais felizes!
 
Gosto desta musiquinha, até porque a vida não gosta de esperar. Já eu, adoro fazer ó-ó!





[Oh pá, mas afinal quem é essa tal de Xana Toc Toc?]

O Roberto Carlos lá sabe.

O metro está em greve todo o santo dia. Não chove e dizem que vai estar um calor daqueles. No entanto, se eu contasse a alguém o que aconteceu nos Restauradores na Segunda-Feira passada, assim como da quantidade de água que me passou pela cabeça e pelos pés, provavelmente só os meus Primos E. e S. acreditariam. Até porque estavamos juntos. Caso contrário, nem parece verdade. Mas foi.

Acabei de ler o pensamento do dia BK.      

Se errar é humano; Perdoar é divino, dizem. Contudo, e quando eu era pequenina, já o Roberto Carlos cantava algo do género - Quero que você me aqueça nesse Invernooo e que tudo mais vá pró Infernooo.  

Cá vai disto:

     

20 de outubro de 2014

Provalmente, só me falta parir.(*)

Belisco-me assim... 2, 3 vezes, só naquela e tal. Sendo que tenho 39 anos e que aprendi a ler aos 6, dou-me por satisfeita por encontrar isto.

E, visto que julguei que este dia jamais chegaria, vou ali abrir uma garrafita de vinho tinto e já volto. É que o parir, esse, fica para depois.

(*) E conhecer a Patagónia mas não sem antes passar pela Argentina. Ah, pois é!

Não gosto whisky mas vodka ainda marcha. Isto e biquínis em Outubro.


«(...) Gosto de carne, mas sempre tive muito cuidado com a alimentação. Antes custava-me imenso beber sumo de maçã. Comecei a pôr-lhe um bocadinho de vodka e agora já o bebo sem dificuldade. Vou fazer o mesmo com as papas de aveia. (...)»

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Certo, certo é que a perna de peru do Natal já leva, para além da mostarda, uma dose generosa de whisky. Eu que nem gosto de whisky mas... Sou fina, é o que é. 


Portanto, é todo um novo Mundo que se abre. Ou então é só deixar descambar de vez (ui, tão bom). Isto tudo porque o meu Pai iniste em dizer que sempre fiz o que quis. Sim, desde tenra idade. Tão certo quanto o meu 2.º nome ser exactamente igual ao da Águia do Sport Lisboa e BENFICA. Mas deixei uns quantos biquinis na casa da Costa da Caparica e parece-me que serão de usar, ainda que estejamos em Outubro. Sim, Outubro. É o que dá o S. Pedro não tomar a medicação. É vê-lo bipolarizar. Sim, estamos em OU-TU-BRO. 

P.S.(1): É o S. Pedro e eu. Mas atenção... Ele não usará os meus biquínis. Ai isso, não senhor.
P.S.(2): Deverei terminar com um (valente) AMÉM? É que quem ajoelha terá que rezar. Isto é tão certo quanto a hora de Inverno mudar no próximo dia 26 de Outubro de 2014.
P.S.(3): Não me lembro da última vez que fui à Missa mas estive em duas procissões em Agosto (no espaço de duas semanas, atenção) o que, por si só, já é de louvar. 


A melancolia é só mais um tumulto, um novo precalço.


O outono vem vindo, chegam melancolias, 

cavam fundo no corpo, 

instalam-se nas fendas; às vezes 

por aí ficam com a chuva 

apodrecendo; 

ou então deixam marcas; as putas, 

difíceis de apagar, de tão negras, 

duras. 
-- Eugénio de Andrade - O Outono. --

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# [Outubro e Novembro: ide para a Sra. PQOP.] #
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15 de outubro de 2014

1# Diz que é Felicidade.


Este exercicio não é fácil mas também não é impossível (eu quero continuar a ter Fé e a acreditar!). Porém, o maior problema coloca-se na quantidade de gente má, perversa, falsa, feia, podre, arrogante e vendida (estúpida, basicamente, vá!) que se intromete no nosso Caminho.

Mas, seguindo aquela teoria de que nada acontece por acaso e ainda a outra igualmente fantástica que diz que ninguém cruza a nossa Vida por acaso (e que por trás de toda e qualquer pessoa há sempre um "ensinamento" e uma lição a reter), questiono-me, tal e qual faz o meu querido Félix: - Que mal fiz eu para merecer isto? Bom, só posso ter roubado as pulseiras do Rei Salomão para ter esta sorte. Ou então, diz que é do Fado.

Ainda assim, amanhã já é Quinta-Feira, obaaaaaaa!



É a viding, o que é que se pode do about it?

Isto são coisas da (minha) life. Aussi.

Ao mesmo nível, só mesmo a Malhoa a "turbinar" que nem crazy. Ora pois, for sure.

10 de outubro de 2014

Estamos no Outono.


Minha Querida Vanda,

Vim só dizer-te que estamos no Outono e que, de certa forma, o sinto assim. Mas isto, como é óbvio, também vale o que vale!

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Gosto muito, mas mesmo muito do Verão. Gosto muito do Inverno. Faço anos na Primavera mas o Outono exerce, efectivamente, um certo "poder" em mim.

Já que comecei por escrever na primeira pessoa, por aí vou continuar. Podia tentar encontrar um qualquer paralelismo e associar este magnetismo, chamemos-lhe assim, a uma certa nostalgia que invade o ar (ou que se me invade a mim em concreto); Podia até referir-me ao Verão de S. Martinho visto que sou, literalmente, viciada em castanhas. Lembrei-me agora das comidas de forno, da carne e das batatas assadas com amor, devidamente temperadas com alegria, assim como das rodelas de laranja cortadas de forma mais ou menos "tosca" e que vinham embelezar as travessas. Umas quantas delas (as travessas) foram postas na máquina de lavar ontem à noite. Mas só porque eu estava virada para arrumações extra, grantidamente. E ora aqui está o meu Eu. De novo.

Mas o Outono deixa-me assim, sei lá, meio mole, meio feliz, mais pensativa, tristonha qb e suspiro. Oh Céus, suspiro bastante! Bom, certo é que por vezes (também) perco a paciência. O diafragma abre-se e fecha-se, enche-se o peito de ar e é só deitá-lo cá para fora.

E lá vou eu, olhando para o chão (escrevi isto e ouvi criancinhas a cantar aos meus ouvidos: olhei para o Céu, estava estrelado, vi o Deus Menino nas palhas deitado, nas palhas deitado e... Por aí fora). Caminho sobre as primeiras folhas que entretanto (já) cairam. Sinto-as estalar debaixo das sabrinas encarnadas, enquanto o frio da manhã me fortalece os ossos, dos pés aos tornezelos enquanto a minha face dança num vai vem, entre o olhar em frente [ai, havia tanto para dizer do ar fresco matinal em faces rosadas, assim como dos cabelos (agora mais compridos) que agora também se entregam ao vento] e o olhar para baixo. Perdida em pensamentos ligeiros, que a manhã é coisa de calmaria, ouço essas mesmas folhas como que pedindo timidamente - «-olha, não nos pises!».

As cores de Outono deliciam-me, é um facto. Há todo um misto de sabores, cores e cheiros, densos mas nada intensos, que surgem aqui e ali. Tenho para mim que a Mãe Natureza se quer despir e, como que numa dança mais ou menos sensual, vai deixando cair as suas folhas e galhos, enquanto se prepara para o seu banho demorado. De seguida, e qual vaidosa que é, vai querer olhar-se ao espelho, que eu cá bem sei. São sombras, imagens, gestos, palavras soltas ao vento (o mesmo vento que nos refrescou as faces rosadas e nos desalinhou o cabelo ali em cima) que, em rodopio, como que "bamboleando", nos fazem lembram que, tal como na Natureza, é tempo de largar – sem pressas, sem esforços, sem angustia, sem dores e sem penas (daquelas que nos pesam a alma e nos adormecem a razão).

Estamos no OUTONO. Para que a "coisa" corra ainda melhor, basta abrir as mãos e deixar ir. Até porque o apego não se casa com o Outono!

 

Esse estranho fulgor.

Monte, Madeira. 11 de Agosto de 2014 (100.º degrau).
«Estranho Fulgor.
Deu-me Deus bodas vermelhas
E palavras como abelhas
Esquecendo-se de mim.

Deu-me a paz de alguns minutos
E palavras como frutos
Esquecendo-se de mim.

Deu-me as ideias formosas
E palavras como rosas,
Esquecendo-se de mim.

Deu-me a voz que persuade
Muito mais do que a verdade
Esquecendo-se de mim.

Mas um dia, veio a dor
Veio o castigo sem fim
Veio esse estranho fulgor
Apartando o bem do mal
E vi que Deus afinal
Já se lembrava de mim...» -- Pedro Homem de Mello
.



9 de outubro de 2014

Quem sabe; Quem poderá saber?

Há dias e dias. Hoje, pelos vistos, apetece-me "dizer" mais qualquer coisa (mas não o farei; colocam-se os headphones nos ouvidos, aumenta-se o som de forma considerável e isto, por si só, já muda qualquer coisa). Bem sei que de nada resolve, até porque não faz parte dos meus ensejos ter mais leitores (HAHAHAHAHAAHAH) mas, ainda assim, fica o registo. Ou será que pelo simples facto de o "verbalizar", ainda que escrevendo, a coisa não vira e o cenário se altera?

Quem sabe; Quem poderá saber?

-- Estou divertida, é o que é!

Tempo de qualidade é VIDA!


@Desapego é amor. É Vida!


8 de outubro de 2014

Não gosto que me entrem na vida sem pedir licença.



Provalmente, isto roça a bipolaridade mas, para ser franca, estou-me nas tintas. Que é como quem diz, vou já ali ao lado fazer um pi do pipi ou, quem sabe, farei uma salada de atum para o almoço de amanhã. E, já que sou alérgica a castanhas (nunca pensei, confesso, e já levo 39 anos disto - "emborcar" castanhas como se não houvesse destino), fico-me pelo vinho tinto. Vá lá, vá lá. Chá verde e rooibos é para esquecer, assim como a canela no café e nos pastéis de nata. Esperem! Mas quais pastéis? Estou desgraçada. Ninguém me paga para pensar, pois não? Bom, mas eu gosto de falar sózinha e de escrever... Mais que não seja para me ouvir e ler.

Ainda assim, continuo a não gostar que me entrem na vida sem pedir licença. E a mais não sou obrigada. Oh, oh, oh... A beirinha do prato está sempre disponível.


 

7 de outubro de 2014

@Percurso.


Funchal, 9 de Agosto de 2014.

«O caminho original é só um, e percebemos que o encontrámos porque as pernas tremem, o coração pulsa e a emoção rasga. Nessa altura, terás encontrado – o corpo explica tudo se o tivermos em atenção. Até lá, até o corpo saltar de alegria dizendo "É aqui que me sinto em casa", até lá, vai fazendo os percursos, aprendendo com cada um, sem alimentar ilusões.»

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Funchal, Madeira. 
Onde sou mais feliz? Onde se vive fora de tempo? Onde o amor acontece e a emoção prevalece? Onde estou sem estar? Onde quero estar? Onde, onde? Onde sei que serei feliz? É já ali mas fica tão longe. Tão longe de ti. Mais perto de mim. Mas é longe. 

E assim, tão longe, como pode ser o Céu tão longe? E tão longe, tão longe se a tua voz vive em mim?
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2 de outubro de 2014

@Compassion.


~ Chenrezigthangka_Chenrezig ~ (imagem retirada da internet)

«To grow old is to pass from passion to compassion.»  -- Albert Camus.

Às vezes, mesmo assim do nada, tudo se articula, tudo faz sentido, tudo se encaixa. Gosto particularmente deste encaixar, do estar ligado. Melhor ainda, do estar conectado.

E, voltando ao início, eis que do nada, que é como quem diz, em menos de 24h, chegam-me mensagens do Além.

A compaixão é grande. O trabalho percorrido já é tão estrondosamente maravilhoso que, tudo quanto possa estar para acontecer, sabe-se à partida que será ainda melhor e mais saboroso. Sim, porque a vida, sendo o que é, é estupidamente saborosa.

Compaixão. Este é o registo; Esta é a frequência!


30 de setembro de 2014

É só deixar.

Mindfulness (para curiosos e curiosas). Imagem retirada da internet.


«Temos tantos planos, estamos sempre a caminho de um momento melhor no futuro ou tentando escapar de algo do passado, mas estar realmente em um lugar onde praticamos não-esforço e não-fazer, onde apenas deixamos as coisas ser como são, como eu disse, é tremendamente estimulante e curador. (…) Não significa que você não vai fazer coisas, ao contrário, significa que o que quer que você esteja fazendo, você realmente faz, vai acabar vindo do ser, e portanto com uma sabedoria muito maior, com uma adequação muito maior para a situação.» -- Jon Kabat-Zinn, Mindfulness e Não-esforço.

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Ainda hoje, no meio de um dos nadas da minha vida, estava eu a dizer que as pessoas encaram o conceito de felicidade como algo a atingir no futuro e, como tal, não gozam do previlégio de viver cada momento de felicidade. Pois, ao projectarem os seus ensejos em algo de bom que há-de vir, não vivem a beleza do presente, do aqui e do se estar no agora.

Cá vai disto... É só deixar "as coisas ser como são".










25 de setembro de 2014

@Orelhas ao vento.

Foto do Mojito, cão da SMS, a Blogger Cócó na Fralda.


Tenho alturas em que dou por mim a pensar no quanto seria tão mais FELIZ a fazer aquilo que leva todos os cães ao delírio: ir de orelhas ao vento, na loucura, num carro qualquer! 

Enquanto isso, ouvia isto!



23 de setembro de 2014

@É o Outono!



«OBSERVAR CALMAMENTE - Ao observarmos com calma, veremos as situações mais claramente, como elas realmente são.» -- Brahma Kumaris Portugal.

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O Outono está ali a bater-nos à porta, está nas janelas por aqui, por ali e também por aí; Caiem as primeiras folhas, sente-se o fresco das manhãs e a humidade das noites. O corpo sente, a alma "reclama" e deseja ardentemente que algo se transforme. E são tantos os novos mundos por chegar!

É tempo de resguardo, de contemplação, de comunhão e harmonia. Para que tal aconteça na sua sincronicidade (mais ou menos) perfeita, há que aceitar, perdoar, "purgar" e renascer.

Venha a nós a paz tão almejada, que chegue o calor das casas e das comidas de forno, as batatas doces e as castanhas, o bacalhau assado, as pseudo migas alentejanas à minha moda, o meu vinho tinto preferido, o chá de erva principe com hortelã pimenta... Há paz em mim; Vou deliciar-me ao saboreá-la com verdade e intenção!




22 de julho de 2014

@O Além é Aqui.




Porque te quis.
Porque te sonhei.
Porque te desejei.
Porque me encantei. Porque me encantaste.
Porque as nossas almas se tocaram assim que os nossos olhos se olharam.
Porque a tua pele não me aquece mas também não me arrefece.
Porque te quis na minha cama, a rebolar nos meus lençóis enquanto te mimava.

Porque há mais dias que chouriços e o Além pode muito bem ser o Aqui dos dias que correm rapidamente.
Porque te quis tal como és, ainda que o desconhecido nem sempre operou milagres em mim.
Porque gosto de ti mas, na verdade, gosto muito mais de mim.
Porque nunca te esquecerei.

Mas quis-te, sonhei-te e desejei-te ardentemente.


10 de julho de 2014

@Amor e Luxúria.


"E eis-me preso à memória escura dos teus olhos, dos teus passos saltitantes, da tua alegria convicta que a partir de certa altura começou a açucarar demasiado a minha vida. Não consigo concentrar-me. Passo os dias com os olhos sobre as letras dos livros que tenho de ler e não consigo entrar neles." 
-- Inês Pedrosa, in Fazes-me falta.
 

8 de julho de 2014

@Holy Wine.



"If you want me I'll be in the bar."


Just before our love got lost you said
"I am as constant as a northern star."
And I said,"Constantly in the darkness
Where's that at?
If you want me I'll be in the bar."

"On the back of a cartoon coaster
In the blue TV screen light
I drew a map of Canada
Oh Canada
With your face sketched on it twice

Oh, you are in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you, darling
And I would still be on my feet
Oh I would still be on my feet.

Oh I am a lonely painter
I live in a box of paints
I'm frightened by the devil
And I'm drawn to those ones that ain't afraid

I remember that time you told me, you said
"Love is touching souls"
Surely you touched mine cause
part of you pours out of me
In these lines from time to time

Oh, you're in my blood like holy wine
You taste so bitter and so sweet
Oh I could drink a case of you, darling
And I would still be on my feet
I would still be on my feet

I met a woman, she had a mouth like yours, she knew your life
She knew your devils and your deeds and she said
"Go to him, stay with him if you can
Bbut be prepared to bleed"

But you are in my blood, you're my holy wine
You're so bitter, so bitter and so sweet
Oh, I could drink a case of you, oh darling
And I would still be on my feet
I would still be on my feet.



11 de junho de 2014

@Sem truques!



«O amor só admite lambuzanços, não admite cá jeitinhos ou cuidadinhos ou essa espécie de diminutivos que só o atrofiam.

Amor é com tudo o que tens e com tudo o que podes. E não admite maneiras. Ninguém ama de faca e garfo, ninguém ama de fato e gravata ou de smoking vestido. O amor admite tudo menos regras, por isso no amor vale tudo menos normas pré-feitas. Não escolhes hora, não escolhes dia, nem sequer escolhes quem amas.

Isto do amor parece a coisa mais anárquica que existe, a coisa mais sem regras, e, no entanto, se amares, se te entregares ao amor, apesar ser o caos, de tudo acabar espalhado no chão da sala, da cozinha, de cairmos dentro da banheira ainda vestidos, sei lá, ou, talvez, por que não?, num recanto perdido no meio da cidade, ambos saberemos quais os caminhos até à vontade do outro; ambos saberemos onde matar essa vontade...

O amor revela-se na confusão de corpos, quando já não percebes onde acaba o teu e começa o outro, quando o teu corpo já não é teu, quando o teu corpo já deixou de ser o teu corpo para passar a ser o corpo de quem amas, quando o teu corpo te fugiu por instantes e foi em busca do prazer. É aí, nessa confusão, que se soltam os gritos e gemidos presos em dois corpos; é aí, só aí, que dois são apenas um...

É nesse caos, meticulosamente organizado de corpos, que te quero beijar até que me doam os lábios; é nesse caos que tens levar a tua língua a todos os recantos do meu desejo.

Não pares.
Mesmo que me ouças gritar.

Amor é tudo porque o amor é tudo. É isso. Talvez seja mesmo só isso.»
-- Carlos Marcelino - Post Scriptum


9 de junho de 2014

Afinal, ainda existem cavernas. E homens!



A minha boca olhou pra sua boca
E tá com uma vontade louca
De juntar boca com boca
Vontade louca
De juntar boca com boca
A vontade não é pouca
Deu até água na boca
A minha barriga olhou pra sua barriga
E já ficou naquela instiga
De juntar barriga com barriga
Naquela instiga
Juntar barriga com barriga
Deu um frio na barriga
Uma vontade roxa
A minha coxa olhou pra sua coxa
E tá com essa vontade roxa
De juntar coxa com coxa
Coxa com coxa, boca com boca
Barriga com barriga
Diz que Deus castiga
Será?

Eu tipo homem das cavernas olhei
Olhei pras suas pernas, olhei
Puxei os seus cabelos devagar
Saindo da caverna pra voar
Eu tipo homem das cavernas olhei
Olhei pra suas pernas, olhei
Chamei as suas pernas pra dançar
Pernas pra que te quero, pra que te quero

Então você virou o que eu sou
E eu virei o que serei quando você
Fizer de mim o que quiser
E me disser o que vier à sua boca
E eu virei o que você disse que sou
E por você farei, faço o que for
Pois se você quiser é só dizer
Que quer a minha boca

A minha roupa olhou pra sua roupa
E ta com uma vontade louca
De se desabotoar com ela
O meu botão olhou pra sua fivela
A minha fivela olhou pro seu botão
E que vontade louca foi aquela
De se desafivelar então
Se misturar no chão, abrindo zíperes
E portas e janelas do meu quarto
Para uma quarta ou quinta dimensão
Que diversão!
Coxa com coxa, barriga com barriga
Coxa com barriga, barriga com coxa
Coxa com barriga e boca
Boca com barriga e coxa no colchão
Respiração
Coxa com coxa, barriga com barriga
Coxa com barriga, barriga com coxa
Coxa com barriga e boca
Boca com barriga e coxa
Coxa com boca e barriga
Diz que Deus castiga
Acho que não.

Pernas pra que te quero
Pra onde quer que queiram me levar
Me leva pra qualquer lugar
Esquece tudo, esquece o mundo e olha pra mim
Abre esse sorriso, que eu preciso dessa boca assim
Vem juntar boca com boca
Quero nem pensar no fim
Tamo junto e misturado
E o resultado não vai ser ruim
Faz o não virar talvez, e o talvez virando sim
Mais ou menos assim...



6 de junho de 2014

@Vertigo.



Paro por aí, por Aqui (bem sei, cada vez menos mas NUNCA me esqueço desta minha Filha rebelde); Páro por onde tem que ser, por onde tenho que parar. Ser-se livre enche-nos. Preenche-nos. Aquece o coração, liberta a alma. Estamos fortes. Mais fortes que o orgulho. Somos quem somos.

E eu sou eu. E estimo. Não é pouco, nem muito. É bastante!


6 de março de 2014

Gostar.



«Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras.. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. 

E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iríamos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice! Do mesmo modo que no final de não sei quanto tempo de relacionamento há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós estamos já não é a mesma, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. 

O que é difícil – dizem – é saber quando gostam de nós. Saber quando gostam de nós? Isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”. Quando se gosta de alguém – mas a sério – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo...
 
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos hipotéticos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campainha da porta... Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.»
-- Fernando Alvim.



24 de fevereiro de 2014

Nas bancadas.


Vens e voltas. Vais e vens. Num corrupio de alegria, paixão, vontade boa daquela que se tem e se sente quando se quer bem alguém (e a alguém em particular). Já não há dor, nem espaço para a mágoa. Valha-nos isso. E perdemo-nos no tempo.

Continuo a gostar da cabeça dos teus dedos das mãos, do som da tua voz, da tua boca, de me quereres aninhada a ti e em ti e sim, já sei. Tu gostas de mim. E da minha maneira de falar, gostas da forma como articulo as palavras, mesmo quando roo uma maçã ao teu ouvido. Somos doidos, é certo. Mas existem malucos para tudo. (Olha para mim, aqui a escrever sobre nós a passos largos de se completarem 4 anos depois do primeiro almoço, regado de sol e banhado de lambrusco rosé. A rolha desse almoço está lá, heroicamente exposta numa prateleira especial onde "moram" também outros amores...)

Vieste, foste e está tudo maravilhoso. Perfeito. Ainda assim, e vá-se lá saber porquê, tu poderias ser "aquele"... Palavras soltas, desejos vãos entre um Z no teu coração e o delírio nas bancadas.


«Paisagem.

Desejei-te pinheiro à beira-mar
para fixar o teu perfil exacto.

Desejei-te encerrada num retrato
para poder-te contemplar.

Desejei que tu fosses sombra e folhas
no limite sereno dessa praia.

E desejei: «Que nada me distraia
dos horizontes que tu olhas!»

Mas frágil e humano grão de areia
não me detive à tua sombra esguia.

(Insatisfeito, um corpo rodopia
na solidão que te rodeia.) »

@David Mourão-Ferreira, in "A Secreta Viagem".




7 de fevereiro de 2014

3 anos de TI, maravilhas em NÓS!

Arte é amor!
Passaram-se 3 anos. 3 singelos anos. Fizeste-me crescer; Contigo re-aprendi o que é o Amor. E amo-te tanto. Desenfreadamente, com calma e com loucura. Fazes-me ser eu; Empurras a bola para longe e eu vou toda contente apanhá-la. E voltas a fazer o mesmo. E eu vou lá de novo!

Quando me abraças, nada mais existe. Parou, pára tudo. Não há tempo, não há espaço. Eu fecho os olhos e agradeço. E aproveito o momento. E cheiro-te. E tu invades-me e eu sou outra. Quando me pões a tua mãozinha no ombro sinto-me a maior e a mais protegida das mulheres. E amo-te mais ainda, querido Francisco.

Olha e... Já sabes que te amo muito mesmo, certo?!...


I've got an angel
He doesn't wear any wings
He wears a heart
That could melt my own
He wears a smile
That could make me wanna sing
He gives me presents
With his presence alone
He gives me everything
I could wish for
He gives me kisses on the lips
Just for coming home...




31 de janeiro de 2014

News from Wall Street...


«Nem tudo na vida é trabalho, nem mesmo em Wall Street.»

Era mesmo muita bom que isto fosse verdade mas... Não. Não é. Ainda assim, foi um fim de Sábado bem passado. E é isso mesmo: passou-se!

20 de janeiro de 2014

Isto é apenas Janeiro que se está a intrometer entre mim e a minha vida!









Isto há lá coisas do caraças.

Foi aos 38, nada mais pude fazer. Rendi-me e lá deixei quase 36€ na farmácia ao trazer para casa o meu primeiro anti rugas. Ora toma lá, embrulha e mete a viola no saco.

As imagens alusivas ao amor (e tantas outras histórias parvas e cheias de mel, em alto potencial para a diabetes) nada mais são que devaneios e estados loucos de pura diversão. Ops! Haverá lá coisa melhor do que gozar, rir, "flirtar" e dizer disparates como se não houvesse destino?

Eu quero MESMO acreditar que existem fadas. Mais que não seja para... Evitar o stress!!!

Nos "entretantos", fui à Madeira e vim. Emocionante. Emocional. Único. A repetir. Desta feita, com maior frequência que esta coisa das emoções não é para mim e eu sofro do coração. Tem dias. E é só às vezes.Ou não. E estou a fazer filmes.

Estou com gripe vai para duas semanas e dois dias. Se me queixo? Não. Não me apetece. Haja saúde e alegria  e... Mais não digo. (e o meu Benfica vai à frente do campeonato!)

Isto é apenas Janeiro que se está a intrometer entre mim e a minha vida!