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28 de abril de 2015

Prometes que farás o pino?

Praia Formosa. 2015.

«Enrola-te em mim. Entrelaça o teu corpo no meu. Cai nos meus braços. Esquece o risco e aproveita a queda. Traz o abraço que eu levo o corpo. Traz o beijo que eu levo os lábios. Traz a urgência que eu devolvo a calma. Traz-te. Eu já cá estou.» -- Rita Leston.

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Visto que não és o Gato Maltês, promete-me que farás o pino. Mas vem. Rápido. Ontem e antes de ontem foi tarde e longe de mais. Aliás, estamos longe. Isto assim não "presta", isto assim não tem piada nenhuma. Perdi a vontade de brincar assim, no cá e lá.

Já te disse que não quero sequer ouvir falar de aeroportos? Quer dizer... Ainda tenho umas quantas "voltas" a dar mas já, já tudo mudará.

O teu lugar sou eu; Já eu sou aquela que te faz rir das coisas mais tontas que possamos ambos imaginar. Mas eu digo-as e tu ris. Ris de mim, do que eu digo. Prometo não fazer de conta, prometo não te imitar. Mas também prometo que continuarei a ser a (tua) "continental". Tu sabes que sim. Eu quero e tu gostas assim.

Está tudo certo e esse mesmo tudo é o TANTO que faz parte. É a Célia que diz (e sempre disse) e eu acredito. Oh, Oh se acredito.

Estamos todos à tua espera. Tenho 3 qualidades de Gin na despensa e água tónica no frigorífico. A Célia e o Carlos guardaram-te vinho alentejano. Já eu tenho para mim que sairemos de lá a rebolar. Literalmente. Ainda assim, rebolaremos felizes e contentes, de coração e braços cheios de afectos.

Lá estarei à tua espera, no tal sítio que passei a gostar muito pouco... Lá estarei porque é assim, como tem que ser. Por agora, pelo menos... Até ver o que a vida nos trará (sim, vai trazer-nos o que jamais nos deu, eu sei que sim).

Voltando um pouco atrás, juro não quero insistir na questão do pino. E realmente, pensando melhor, venho antes prometer-te que, se me abraçares suavemente, não terás que fazer esse tal pino. Porém, terás forçosamente que sorrir até mim. Só assim te "vejo", só assim sou tua. Só assim me perco e encontro.






30 de março de 2015

Temos encontro marcado.


« (...) Porque te devo amar,
perguntas,
e eu falo-te no barulho do vento na janela quando me apertas, a tua cabeça no mistério que fica entre os braços e os ombros, escondo os dedos no interior do teu cabelo e ouço-te respirar, pessoas como nós não procuram explicações mas sobrevivências. (...)» -- in Prometo falhar, Pedro Chagas Freitas.


Já tu, meu Amor, não me perguntes nada. Bem sabes que quando nos pomos a falar, não há quem nos pare. Vá-se lá saber porquê, não é? Dizem que as conversas são como as cerejas - começas por provar uma e, quando dás conta, comeste a taça quase toda. Ah, prometo tirar-te os pézinhos das cerejas. E separar-te as uvinhas; ficam mais fáceis de comer; Vais gostar! Mas também te descascarei as castanhas assadas. É só deixar arrefecer um pouco, ficamos combinados? 

Voltando ao inicio. Não, tu não precisas de me perguntar nada. Deixa-me só repousar a cabeça no teu peito; Comprometo-me a ouvir o bater do teu coração perto do meu, vou deixar-te cruzar as pernas suavemente (como só tu fazes) e vaguear-me-ei por ti, assim sem rumo, sem pressas, sem tempo, nem espaço. Esqueçamos o Mundo; Sim, vamos ousar fazê-lo. 

E agora diz-me, que horas são? Poetas para quê? Luas? Ruas? Para que servem as ruas?...

Entretanto, e quando nos encontrarmos na Rua Fernão Ornelas (a minha rua!), assim que sorrires para mim, lá no meio da multidão, terás como certo o calor do meu Abraço, pronto para te receber, sedento de ti, do nosso Amor. Mas não te enganes, nem faças de conta que não vai acontecer mais nada pois... Sentiremos o mesmo friozinho na barriga. Mas será bom; Aliás, é sempre bom, tão único. Tão nosso. 

Já agora diz-me, estou distraída (a distracção só pode ser prima da paixão e andam as duas obstinadas em me baralhar a razão): Que horas são? Poetas para quê? Luas? Ruas? Para que servem as ruas?...


26 de março de 2015

2014, no último do Ano.


Por cá, o 31 de Dezembro é chamado apenas como a noite da passagem de ano. É comum ver muita gente a fazer tudo o que não fez durante o ano que acabou. Os exageros são bastantes. Diz que é normal, afinal de contas, anda meio Mundo (des)enganado, triste, oprimido, uns quantos ressabiados e outros tantos alucinados mas depois há quem seja feliz; Há quem aceite, perdoe e deixe ir. Porque tudo vem e vai, a seu tempo. Há, efectivamente, um tempo para tudo.

Na Madeira, a alusão a esta data é feita de uma forma mais ou menos "romântica" e diz-se o último (dia) do ano. Sempre gostei, confesso.

E, nos dias de hoje, estes mesmos dias que se esgotam nos picos e vales da saudade, gosto ainda mais. E está tudo bem; Está tudo certo.


 Well there's another dance
all you gotta do is say yes
And if you're rough and ready for love
honey I'm tougher than the rest
If you're rough enough for love
baby I'm tougher than the rest...

 


28 de novembro de 2014

Lar rima com Amar.


Do Funchal à Vila do Mato, do Crato à Costa da Caparica, do Entroncamento a Castelo Branco, da Venda Nova a Peniche, de Inglaterra à Austria, da Alemanha ao Egipto.

[Contigo, então... Perfeito demais. Não dá sequer para mexer. Nem estragar. (Nem tudo o que parece é. É só o que é e nada mais)]



10 de novembro de 2014

TomorrowLand (or a Never Ending Story, que vai dar ao mesmo).

Truluruuuuuu...!

Mas primeiro hei-de "magustar" pois o S. Martinho não se faz esperar! Até porque, como diz a Rosa, já não temos (mais) nada a perder AHAHAHAH!!! E eis senão quando, quase que do nada, surgem as boas novas. Ergamos, pois, os copos de vinho!



21 de outubro de 2014

O Roberto Carlos lá sabe.

O metro está em greve todo o santo dia. Não chove e dizem que vai estar um calor daqueles. No entanto, se eu contasse a alguém o que aconteceu nos Restauradores na Segunda-Feira passada, assim como da quantidade de água que me passou pela cabeça e pelos pés, provavelmente só os meus Primos E. e S. acreditariam. Até porque estavamos juntos. Caso contrário, nem parece verdade. Mas foi.

Acabei de ler o pensamento do dia BK.      

Se errar é humano; Perdoar é divino, dizem. Contudo, e quando eu era pequenina, já o Roberto Carlos cantava algo do género - Quero que você me aqueça nesse Invernooo e que tudo mais vá pró Infernooo.  

Cá vai disto:

     

9 de outubro de 2014

Quem sabe; Quem poderá saber?

Há dias e dias. Hoje, pelos vistos, apetece-me "dizer" mais qualquer coisa (mas não o farei; colocam-se os headphones nos ouvidos, aumenta-se o som de forma considerável e isto, por si só, já muda qualquer coisa). Bem sei que de nada resolve, até porque não faz parte dos meus ensejos ter mais leitores (HAHAHAHAHAAHAH) mas, ainda assim, fica o registo. Ou será que pelo simples facto de o "verbalizar", ainda que escrevendo, a coisa não vira e o cenário se altera?

Quem sabe; Quem poderá saber?

-- Estou divertida, é o que é!

22 de outubro de 2013

Ei-los, os castigadores do prazer alheio.

Partilho desta opinião e, de facto, não há cu aguente (até porque prefiro usar o meu, quiça, para outros fins como, por exemplo, ir bem sentado no meu A3, para tão bem jantar à beira mar, enquanto me entupo em entradas, peixe grelhado, uma bela de uma sobremesa; tudo bem regado a vinho bom e, por fim, café e/ou chá gelado).

Bom, então é mesmo isso. É vê-los espalhados por aí. Sim, estou a falar dos CPA's.

18 de outubro de 2013

3 de outubro de 2013

Rui Costa, o das bicicletas.

Refiro-me a isto.

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

29 de setembro de 2013

2 Meses depois, calças de ganga, jardineiras e cabelo a crescer (e mais umas coisitas que ali vão aparecer escritas).

Entretanto, esqueci-me de registar a (nova) utilização do portátil, ali abandonado, jogado e esquecido, depois de viagens e viagens sem fim. Dramático, no minimo, não? Mas as memórias RAM ajudaram-no bastante no seu singelo desempenho. A ele; Que a mim foi de ver "sairem-se-me" uns € do bolso.

E olhem, é o que é. Tudo o resto flui. Que bom, ainda bem para mim, para nós todos. Haja saúde e alegria porque num dia de eleições bem regado a chuva, não sei não... Bom, as almofadas gritam-me ali do sofá; o pijaminha já cá mora. A caneca de chá verde com hortelã acompanha-me e daqui nada aquece-nos o vinho tinto. Ui, flagrante delito assim num Domingo e em véspera de cumprir 40h semanais de trabalho! "Cabom". Oh diabo...!




29 de julho de 2013

Está lá qualquer coisita!


Tenho-te em mim pelo tempo que for; Pelo tempo que durou e possa, quiça, durar. Contudo, tenho consciência (e aceito-o naturalmente) que não quero gostar de ti, na medida em que sei que não és para mim. Ou, dito de outra forma, sei que não te posso ter. Nem tu sabes ser tu logo... Será que te queria mesmo?

Bom, "assim-comássim"...





26 de novembro de 2012

Girl On Fire.

Isto soa-me tão bem.E não precisava muito mais do que este fire.

Era-todo-um-ar-que-se-me-dava. Ai dava, dava!

7 de novembro de 2012

Haja paciência.

«Já é Natal, corre ao Centro Comercial mais próximo e compra a tua Felicidade.»
(Autor desconhecido)

Que coisa tão linda - Natal.


6 de novembro de 2012

Coisas da Sophia.

«Comecei a escrever numa noite de Primavera, uma incrível noite de vento leste e Junho. Nela o fervor do universo transbordava e eu não podia reter, cercar, conter – nem podia desfazer-me em noite, fundir-me na noite. No gume da perfeição, no imenso halo de luz azul e transparente, no rouco da treva, na quase palavra de murmúrio da brisa entre as folhas, no íman da lua, no insondável perfume das rosas, havia algo de pungente, algo de alarme. Como sempre a noite de vento leste misturava êxtase e pânico…»



Sophia de Mello Breyner Andresen,
6 de Novembro de 1919 - 2 de Julho de 2004.

29 de outubro de 2012

Alexandra | Momentos de Mudança.

Vale a pena conhecer a Alexandra Delgado.

Contactos possíveis:


-- NIB Alexandra Delgado: 0018 0003 3177 3666 02082
 
-- NIB Pais Alexandra Delgado: 0018 0000 4075 5083 00138 (António Delgado – Santander TOTTA).





26 de outubro de 2012

Dos incêndios.

Foi isto que aconteceu.

Porém, a notícia já está desactualizada há mais de duas horas (bolas, o ionline é do piorzito...). Pelas 14:15, a coisa "booommm", deu-se e resolveu-se.

Ui, pelo menos foi o que disseram os Senhores...

22 de outubro de 2012

Portugal em altas.

Gosto de ler boas novas pela fresca. São coisas nossas, do nosso Portugalzito ou, em abono da verdade, do (pouco) que ainda nos resta.

Pois que me refiro a isto: http://www.ionline.pt/boa-vida/portugal-alta.


~ Porque tira toda a firmeza a quem encontra no seu caminho? ~





15 de outubro de 2012

Chocos pr'á boca.


(In - http://ritamarianoinstagram.tumblr.com/page/3)


A expressão correcta seria dizer-vos que preciso "DISTO" para mim como de pão para a boca. Mas refiro-me literalmente a CHOCOS FRITOS de/em Setúbal. Não quero outros. Quero destes.  Assim, tal e qual mas com uma bela de uma travessa de batatas fritas, pão torrado e um vinho branco gelado a acompanhar pois, nestas alturas, faço de conta que o meu fígado não grita nem reclama. Ignoro-o, basicamente.

E, tal como acabei de escrever ao MC e à Miss C., garanto-vos que não estou prenha nem tão pouco de desejos.

Registe-se: "Bora" lá ao "passeiozito" saloio. Rumamos pela A2 fora, estacionamos, sentamo-nos em qualquer um dos 500 restaurantes de beira de estrada, comemos e bebemos do belo (desde que fresco!), enquanto assistimos aos carros a roncarem barulhos feios e a espalharem fumo dos escapes como se não houvesse destino.

10 de dezembro de 2010

Natal?

Oh pá, e não é que estes gajos não me chamaram?...