Mostrar mensagens com a etiqueta Mindfulness para curiosos como eu.. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mindfulness para curiosos como eu.. Mostrar todas as mensagens

26 de março de 2015

2014, no último do Ano.


Por cá, o 31 de Dezembro é chamado apenas como a noite da passagem de ano. É comum ver muita gente a fazer tudo o que não fez durante o ano que acabou. Os exageros são bastantes. Diz que é normal, afinal de contas, anda meio Mundo (des)enganado, triste, oprimido, uns quantos ressabiados e outros tantos alucinados mas depois há quem seja feliz; Há quem aceite, perdoe e deixe ir. Porque tudo vem e vai, a seu tempo. Há, efectivamente, um tempo para tudo.

Na Madeira, a alusão a esta data é feita de uma forma mais ou menos "romântica" e diz-se o último (dia) do ano. Sempre gostei, confesso.

E, nos dias de hoje, estes mesmos dias que se esgotam nos picos e vales da saudade, gosto ainda mais. E está tudo bem; Está tudo certo.


 Well there's another dance
all you gotta do is say yes
And if you're rough and ready for love
honey I'm tougher than the rest
If you're rough enough for love
baby I'm tougher than the rest...

 


11 de março de 2015

Do saber (que também é amor, cumplicidade, respeito e responsabilidade).


Danada. Fico danada sempre que leio qualquer coisa que poderia (deveria?) ter sido eu a escrever. Mas é que fico mesmo danada e depois passa-me assim, num ápice!

Eu gosto do Gustavo Santos. Gosto de lê-lo sem que me sinta obrigada a comungar de todas as suas opiniões e sem que, por outro lado, me sinta como que uma espécie de fiel seguidora. Que não sou. Nem dele nem de qualquer outra pessoa que não seja eu própria. Até porque sei sempre o que é melhor para mim.

E no Agora, nos dias que correm devagar só porque Tu estás para aterrar em Lisboa em breve, exactamente neste "instante", eu sei que tu és o meu melhor. E pouco mais me resta fazer, para além de te querer amar todos os dias, mais e mais, cada vez melhor. Vais gostar tanto, vais ver que sim!

Isto é, sem sombra de dúvida, coisa "do saber", daquilo que é, tão somente, sem questionar. Certo e sabido: «When you know better, you do better»!

Bom, mas voltando atrás (que o pote de mel está mesmo todo "escancarado" e, se entramos nesta coisa maravilhosa que é o Amorrr, não saio daqui), parei na Paragem para poder falar do que li aqui:

«A partir do momento em que sabes o que queres, tens a responsabilidade de o viver! Se não o fizeres, o castigo nem é tanto o que não vives no momento mas sim a culpa que vais carregar a vida toda por naquele segundo não teres escolhido arriscar e mudar o teu caminho. Vai doer! Vai doer muito mais que todas as vezes que pudesses ter caído a lutar por aquilo que querias. Respeita-te. Bom dia!»

Rapidamente, e porque a minha cabeça não pára mas também porque sou responsável por me permitir amar e ser amada (que coisa deliciosa...), interiorizei que, sem mais demoras, Algo Estranho (me/nos) Acontece(u)!








10 de dezembro de 2014

Isto é VIVER.


«Imprevistos e Contrariedades.

Abundam nas vidas de todos nós
Mas serão mesmo isso?

Aprendi que imprevistos e contrariedades só acontecem
Porque o mundo dos humanos se distanciou do mundo da Natureza
E com isso cada pessoa distanciou-se do seu Ser e da própria Vida.

Ao religar-me ao meu Ser, a Vida começou a falar comigo
e cada imprevisto, cada contrariedade passou a ser um sinal da Vida.
Ainda tenho instantes de ansiedade e inquietação
mas logo respiro fundo e oiço a Vida.

Os imprevistos passaram a ser a Vida a dizer-me "e isto? não pensastes nisto!"
e a mostrar-me quais os temas que são mais importantes
para o meu Ser em determinado momento
e que é tempo de rever prioridades.

E as contrariedades são agora a Vida a indicar-me "não é por aí",
são correcções aos desvios provocados pelas minhas expectativas distorcidas
e que é tempo de escolher outras opções, outros caminhos, outras acções.

Aos poucos liberto-me da necessidade de controlar os resultados
E com passos hesitantes aceito ser orientada pela mão da Vida
E a magia acontece – a cada passo sinto-me mais segura, mais feliz!

Que cada pessoa possa sentir que a Vida a orienta!
Esta é a minha magia para hoje e sempre. Xicoração.» -- Yasmin.


1 de dezembro de 2014

Love me tender, love me true.


«INTUIÇÃO. O homem tem capacidades intuitivas extraordinárias. Consegue intuir a hora das coisas, mesmo ainda antes do gelo estalar sob os seus pés. Mesmo antes de algo acontecer, o ser humano é capaz de intuir que chegou a hora. E é assim há milhares de anos. Mas o homem julga. O homem escolhe acreditar que não é capaz, e mesmo que seja capaz, que a intuição não é boa coisa. Por isso tapa. Por isso bloqueia. O homem bloqueia a sua capacidade mais magnânima. A sua capacidade de andar antes do tempo e de cuidar para que tudo possa acontecer como tem de acontecer, pelo simples facto de ele ter intuído. O homem tem a tendência para bloquear não só essa, mas quase todas as suas capacidades. «Eu não sou capaz.» «Eu não mereço.» «Isto é bom demais para mim.» São frases que, ditas milhares de vezes, arriscam-se a tornar-se realidade. Acredita na tua intuição. Ela é poderosa e transmutadora. Podes não acreditar em mais nada, mas acredita na tua intuição. Ela pode não mudar o mundo, mas com certeza mudará o teu mundo. E isso já é mais do que suficiente.» -- Jesus.

«Tenha paciência. Tudo aquilo que você deseja, se for verdadeiro e o mais importante: se for para ser seu, acontecerá.» -– Shakespeare. 

~~~~~~~~~~~~~~

E o que não tem que ser, vai. Não fica. Ou foi-se, finou-se. Puft!


17 de novembro de 2014

Apita o comboio.


Sempre que se avizinha algo deste género, o que é que eu posso fazer?

Puft! Por exemplo, vou até Sta. Apolónia, meto-me num comboio até Sta. Comba Dão e lá estava o meu Pai à espera!

Para além dele, quem me esperou também foi o frio, a chuva, um vai e vai de coisas para fazer, outras tantas pessoas para abraçar e conversar, tive lareira, pantufas da Serra, o vinho tinto, as castanhas e até o tricôt. Aiii... Quase me esquecia do pão. E do queijo. E da sopa maravilhosa que comi em Tábua.

Já vos falei do cozido na Casa do Benfica de Oliveira do Hospital? Pois foi. E estava bem bom.

11 de novembro de 2014

Qualquer dia vou e não volto.


Tipo assim:

Deu-me para arrancar sem destino nenhum;
Sem pendura pois a vida já me foi dura para insistir na companhia.

O destino... Só eu saberei.


Psssttt... Hoje é Dia de S. Martinho!


O S. Martinho sempre foi uma data importante para mim. Nunca foi pelo vinho (agora também é) mas sim pelas castanhas. Mas não só.

Na minha casa, fosse dia de semana ou ao fim-de-semana, era sempre dia de jantar de forno. Havia (mais) alegria, falávamos e e riamos alto, comíamos ainda melhor e no fim... Ei-las, as belas castanhas! Cozidas, fritas e assadas misturadas com o carinho único da minha Mãe que, não lhe bastando ter-nos feito o jantar, fazia imensa questão de as ir descascando. Realmente, só mesmo um ser humano como ela para o fazer. Mas eu aprendi a lição e também o faço. Isso e separar bago a bago de uva para servir à mesa (ou dar na boquinha de alguém mais especial).

A minha Mãe costumava dizer que com tanta castanha que eu comia (fora o chá ou água que ingeria), qualquer dia fazia madeira na barriga. E esta não era, de todo, uma visão agradável. Porém, e quando passei a beber vinho, a questão deixou de se pôr. Vinho é vinho. Tinto, sempre.

Aos 39 anos descobri que o meu alimento preferido - a bela da castanha, pois então - faz-me mal (muito mesmo). Chamam-lhe intolerância alimentar mas eu prefiro pensar que é só mais uma modernice. Mas nã, nã, nã... Hoje é Dia de S. Martinho!

Até as ter todas cá dentro (as que conseguir aguentar!), a incharem-me a barriga como só elas e a demorarem uma eternidade para serem "processadas" pelo organismo, vou ver se medito e abro a mente e o coração para as "receber". E vou perdoar-me (tenho que começar o quanto antes!). Tenho a certeza que serei feliz que é, como quem diz, as belas castanhas vão-me saber pela vida!

E eu sou pela paz, pelo amor e por aproveitar tudo de bom e maravilhoso que a vida nos dá. E hoje, só por hoje, vou comer castanhas e estarei (ainda) mais feliz.

Abra-se a garrafa de vinho!
 


10 de novembro de 2014

TomorrowLand (or a Never Ending Story, que vai dar ao mesmo).

Truluruuuuuu...!

Mas primeiro hei-de "magustar" pois o S. Martinho não se faz esperar! Até porque, como diz a Rosa, já não temos (mais) nada a perder AHAHAHAH!!! E eis senão quando, quase que do nada, surgem as boas novas. Ergamos, pois, os copos de vinho!



4 de novembro de 2014

Da Vida e Do Mundo.

Nesta busca constante do Ser, da Essência, do Eu primordial, no processo de resgatar a Criança Interior, há que escutar, há que querer saber mais e mais, sem lamentações nem necessidade de nos fixarmos numa ou noutra corrente... Importa querer, acima de tudo, ser um Ser Humano melhor todos os dias.

O Budismo pode não ser a resposta para todas as dúvidas. Ainda assim, o que não se pode negar é que é deveras inspirador. E recomenda-se.

Nos entretantos desta vida...

Pagar para ver.

 
 “I am a lover without a lover. I am lovely and lonely and I belong deeply to myself.”-- Warsan Shire.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Diz que é loucura, diz que é besteira... A sina é sonhar!


3 de novembro de 2014

Guardar, usar e/ou deitar fora.

Lá está o Karma, coitado, cheio de véus.


Burning desire.

CCB, Belém. Julho 2014

Diz a Helena Sacadura Cabral:
«É você quem manda em si. E ao falar de si e dos seus é o seu critério que deve prevalecer.»

E diz a Agustina Bessa Luís:
«Eu não me levo muito a sério. É a melhor maneira de viver. Aquele que se leva a sério está sempre numa situação de inferioridade perante a vida.»

E os U2 cantam:
I have kissed honey lips
Felt the healing in her fingertips
It burned like fire
This burning desire...



30 de outubro de 2014

Espelho do Coração.


Não tenho nada mas tenho, tenho tudo. Sim, era a Floribela que o dizia. 

«A introspecção permite-nos ver o nosso verdadeiro “eu”, no espelho do nosso coração.» -- Brahma Kumaris.



21 de outubro de 2014

A vida não gosta de esperar. Já eu, adoro fazer ó-ó.

Eu acordo com despertador todos os dias, excepto ao Domingo. Sim, tenho Domingos e também faço almoços e jantares  românticos comigo mesma. E vou ao cabeleireiro, à esteticista e manicure/pedicure, ao cinema, a todas as lojas que me apetece, independentemente de comprar ou não. Faço meditação, Reiki, cursos de Mindfulness e retiros espirituais, gosto de Sta. Rita de Cássia mas também tenho tatuagens no corpo e gosto de beber vinho tinto e ponchas. E ginjas em copinhos de chocolate, ali para os lados do Porto Moniz (mas tem que ser Inverno e estar muito vento e frio). Este ano também me lambuzei muito no Santo da Serra. Quer dizer, lambuzei-me em frango assado e em bolo do caco, assim cheiooo de manteiga de alho (não propriamente no Santo António, entenda-se), tudo bem regado a vinho tinto e boa companhia.

Agora lembrei-me que também vou à praia do CDS nas horas de calor e é tão bom, oh se é. E bebo minis pretas ao Sol, enquanto se comem batatas fritas de pacote a saber a sal e a azeite manhosos. E que dizer dos mojitos na Praia do Garajau, entre calhaus e pedras de todos os tamanhos e feitios, hein? Certo é que também vou dos Prazeres à Calheta na torreira do Sol, do Paul do Mar ao Estreito da Calheta; Fazemos praia em pleno Oceano Atlântico, ouve-se música reggae e não se sabe bem onde se está (eu hei-de visitar a Jamaica), rumamos ao arraial mais próximo todas "desgadelhadas", dançámos e "encaracolámos" num "Apita Ó Comboio" frenético. Por fim, não menos satisfeitas, sentámo-nos no chão para comer sandes de carne vinha d'alhos e beber vinho com laranjada, fugimos de pessoas e desejámos pôr o "rabixole" numa bela Virago. Mas a Rosa é que me conduzia, só naquela de sermos rebeldes.

Isto para não falar de uma vez que saímos de um cemitério no Redondo e, uns metros depois, desatámos a rir que nem loucas, perante os olhares curiosos e estupefactos dos demais. Isto sem contar que, sempre que se ouve aquele CD do Tony Carreira, o carro da Rosa torna-se num verdadeiro Olympia de Paris. Cantamos alto, baixo, "gesticulamos", ora com os bracinhos no ar (é o Tony que nos pede, atenção), ora com o corpinho a dar a dar. Houve quem ficasse tremendamente chocado mas nós lá continuámos, em palco! Simmmmmm...! Que vai ser nóssssss?!...

Bom, também tenho alturas em que passo horas sem fazer um cú, é verdade. E é muito bom. Mesmo. Mas está na altura de voltar a fazer o tricot com lã grossa e agulhas gordas, bem sentadinha no sofá, enquanto bebo chá de perpétuas roxas e embruteço a ouvir a Casa dos Degredos, que nos faz ter conversa para o resto da semana. Conversa e risota, ora bem.

Ter filhos deve ser igualmente bom; Não sei mas acredito que sim. Ser filha é maravilhoso, isso não posso negar. A propósito, acho MESMO que tudo faz parte, tal como diz a minha Comadre Célia. É maravilhoso de uma maneira ou de outra. Já fomos "ricas", é certo. Hoje, tendo um KING na vida e no coração, somos ainda mais felizes!
 
Gosto desta musiquinha, até porque a vida não gosta de esperar. Já eu, adoro fazer ó-ó!





[Oh pá, mas afinal quem é essa tal de Xana Toc Toc?]

15 de outubro de 2014

1# Diz que é Felicidade.


Este exercicio não é fácil mas também não é impossível (eu quero continuar a ter Fé e a acreditar!). Porém, o maior problema coloca-se na quantidade de gente má, perversa, falsa, feia, podre, arrogante e vendida (estúpida, basicamente, vá!) que se intromete no nosso Caminho.

Mas, seguindo aquela teoria de que nada acontece por acaso e ainda a outra igualmente fantástica que diz que ninguém cruza a nossa Vida por acaso (e que por trás de toda e qualquer pessoa há sempre um "ensinamento" e uma lição a reter), questiono-me, tal e qual faz o meu querido Félix: - Que mal fiz eu para merecer isto? Bom, só posso ter roubado as pulseiras do Rei Salomão para ter esta sorte. Ou então, diz que é do Fado.

Ainda assim, amanhã já é Quinta-Feira, obaaaaaaa!



10 de outubro de 2014

Estamos no Outono.


Minha Querida Vanda,

Vim só dizer-te que estamos no Outono e que, de certa forma, o sinto assim. Mas isto, como é óbvio, também vale o que vale!

 ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Gosto muito, mas mesmo muito do Verão. Gosto muito do Inverno. Faço anos na Primavera mas o Outono exerce, efectivamente, um certo "poder" em mim.

Já que comecei por escrever na primeira pessoa, por aí vou continuar. Podia tentar encontrar um qualquer paralelismo e associar este magnetismo, chamemos-lhe assim, a uma certa nostalgia que invade o ar (ou que se me invade a mim em concreto); Podia até referir-me ao Verão de S. Martinho visto que sou, literalmente, viciada em castanhas. Lembrei-me agora das comidas de forno, da carne e das batatas assadas com amor, devidamente temperadas com alegria, assim como das rodelas de laranja cortadas de forma mais ou menos "tosca" e que vinham embelezar as travessas. Umas quantas delas (as travessas) foram postas na máquina de lavar ontem à noite. Mas só porque eu estava virada para arrumações extra, grantidamente. E ora aqui está o meu Eu. De novo.

Mas o Outono deixa-me assim, sei lá, meio mole, meio feliz, mais pensativa, tristonha qb e suspiro. Oh Céus, suspiro bastante! Bom, certo é que por vezes (também) perco a paciência. O diafragma abre-se e fecha-se, enche-se o peito de ar e é só deitá-lo cá para fora.

E lá vou eu, olhando para o chão (escrevi isto e ouvi criancinhas a cantar aos meus ouvidos: olhei para o Céu, estava estrelado, vi o Deus Menino nas palhas deitado, nas palhas deitado e... Por aí fora). Caminho sobre as primeiras folhas que entretanto (já) cairam. Sinto-as estalar debaixo das sabrinas encarnadas, enquanto o frio da manhã me fortalece os ossos, dos pés aos tornezelos enquanto a minha face dança num vai vem, entre o olhar em frente [ai, havia tanto para dizer do ar fresco matinal em faces rosadas, assim como dos cabelos (agora mais compridos) que agora também se entregam ao vento] e o olhar para baixo. Perdida em pensamentos ligeiros, que a manhã é coisa de calmaria, ouço essas mesmas folhas como que pedindo timidamente - «-olha, não nos pises!».

As cores de Outono deliciam-me, é um facto. Há todo um misto de sabores, cores e cheiros, densos mas nada intensos, que surgem aqui e ali. Tenho para mim que a Mãe Natureza se quer despir e, como que numa dança mais ou menos sensual, vai deixando cair as suas folhas e galhos, enquanto se prepara para o seu banho demorado. De seguida, e qual vaidosa que é, vai querer olhar-se ao espelho, que eu cá bem sei. São sombras, imagens, gestos, palavras soltas ao vento (o mesmo vento que nos refrescou as faces rosadas e nos desalinhou o cabelo ali em cima) que, em rodopio, como que "bamboleando", nos fazem lembram que, tal como na Natureza, é tempo de largar – sem pressas, sem esforços, sem angustia, sem dores e sem penas (daquelas que nos pesam a alma e nos adormecem a razão).

Estamos no OUTONO. Para que a "coisa" corra ainda melhor, basta abrir as mãos e deixar ir. Até porque o apego não se casa com o Outono!

 

9 de outubro de 2014

2 de outubro de 2014

@Compassion.


~ Chenrezigthangka_Chenrezig ~ (imagem retirada da internet)

«To grow old is to pass from passion to compassion.»  -- Albert Camus.

Às vezes, mesmo assim do nada, tudo se articula, tudo faz sentido, tudo se encaixa. Gosto particularmente deste encaixar, do estar ligado. Melhor ainda, do estar conectado.

E, voltando ao início, eis que do nada, que é como quem diz, em menos de 24h, chegam-me mensagens do Além.

A compaixão é grande. O trabalho percorrido já é tão estrondosamente maravilhoso que, tudo quanto possa estar para acontecer, sabe-se à partida que será ainda melhor e mais saboroso. Sim, porque a vida, sendo o que é, é estupidamente saborosa.

Compaixão. Este é o registo; Esta é a frequência!


30 de setembro de 2014

É só deixar.

Mindfulness (para curiosos e curiosas). Imagem retirada da internet.


«Temos tantos planos, estamos sempre a caminho de um momento melhor no futuro ou tentando escapar de algo do passado, mas estar realmente em um lugar onde praticamos não-esforço e não-fazer, onde apenas deixamos as coisas ser como são, como eu disse, é tremendamente estimulante e curador. (…) Não significa que você não vai fazer coisas, ao contrário, significa que o que quer que você esteja fazendo, você realmente faz, vai acabar vindo do ser, e portanto com uma sabedoria muito maior, com uma adequação muito maior para a situação.» -- Jon Kabat-Zinn, Mindfulness e Não-esforço.

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Ainda hoje, no meio de um dos nadas da minha vida, estava eu a dizer que as pessoas encaram o conceito de felicidade como algo a atingir no futuro e, como tal, não gozam do previlégio de viver cada momento de felicidade. Pois, ao projectarem os seus ensejos em algo de bom que há-de vir, não vivem a beleza do presente, do aqui e do se estar no agora.

Cá vai disto... É só deixar "as coisas ser como são".