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30 de abril de 2015

Quem é?


É o Amor e estou aqui para te fazer feliz, mais feliz!

Estás quase a chegar. Ai que friozinho na barriga. Quer dizer, nem sei se me queixo do frio ou do calor. Estou assim desde que saí de casa esta manhã e vim a lamentar-me no caminho até ao trabalho. Tu ris-te de mim. Não entendo! São coisas de mulher, afinal também os 40 me estão a bater à porta e eu estou francamente desejosa de os deixar entrar.

Já, já estou nos teus braços, na tua tão imensa Paz. Mas também sei que te vais continuar a perder de amores por mim e eu por ti. Seguramente. Perder por perder, temos sempre os nossos próprios sorrisos e a leveza deste nosso Amor que nasceu e se cimentou apesar da distância, da diferença de idades (que não é nada) e de um outro "e se..." que aqui e ali foi surgindo. 

É isto mesmo. Temos mais é que nos perder por aí, entre sorrisos, olhares tímidos mas intensos, como quem se quer muito e bem, como quem se deseja para além do prazer. Estou convicta que temos muito chão e muito oxigénio para partilhar, muitas alegrias e outros tantos "Gins".

Prazer. Tem sido um prazer enorme partilhar esta nossa Vida que agora se inicia, na certeza porém de será com tudo a que temos direito. E merecemos o melhor, tanto quanto nos merecemos um ao outro, acredita em mim, não faremos nada por menos.


«(...) Gosto de quem me dá paz e me tranquiliza.
Gosto de quem me faz sonhar e acreditar.(...)»
-- Gosto de Ti, e então?, Rita Leston.





28 de abril de 2015

Prometes que farás o pino?

Praia Formosa. 2015.

«Enrola-te em mim. Entrelaça o teu corpo no meu. Cai nos meus braços. Esquece o risco e aproveita a queda. Traz o abraço que eu levo o corpo. Traz o beijo que eu levo os lábios. Traz a urgência que eu devolvo a calma. Traz-te. Eu já cá estou.» -- Rita Leston.

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Visto que não és o Gato Maltês, promete-me que farás o pino. Mas vem. Rápido. Ontem e antes de ontem foi tarde e longe de mais. Aliás, estamos longe. Isto assim não "presta", isto assim não tem piada nenhuma. Perdi a vontade de brincar assim, no cá e lá.

Já te disse que não quero sequer ouvir falar de aeroportos? Quer dizer... Ainda tenho umas quantas "voltas" a dar mas já, já tudo mudará.

O teu lugar sou eu; Já eu sou aquela que te faz rir das coisas mais tontas que possamos ambos imaginar. Mas eu digo-as e tu ris. Ris de mim, do que eu digo. Prometo não fazer de conta, prometo não te imitar. Mas também prometo que continuarei a ser a (tua) "continental". Tu sabes que sim. Eu quero e tu gostas assim.

Está tudo certo e esse mesmo tudo é o TANTO que faz parte. É a Célia que diz (e sempre disse) e eu acredito. Oh, Oh se acredito.

Estamos todos à tua espera. Tenho 3 qualidades de Gin na despensa e água tónica no frigorífico. A Célia e o Carlos guardaram-te vinho alentejano. Já eu tenho para mim que sairemos de lá a rebolar. Literalmente. Ainda assim, rebolaremos felizes e contentes, de coração e braços cheios de afectos.

Lá estarei à tua espera, no tal sítio que passei a gostar muito pouco... Lá estarei porque é assim, como tem que ser. Por agora, pelo menos... Até ver o que a vida nos trará (sim, vai trazer-nos o que jamais nos deu, eu sei que sim).

Voltando um pouco atrás, juro não quero insistir na questão do pino. E realmente, pensando melhor, venho antes prometer-te que, se me abraçares suavemente, não terás que fazer esse tal pino. Porém, terás forçosamente que sorrir até mim. Só assim te "vejo", só assim sou tua. Só assim me perco e encontro.






24 de abril de 2015

Abaixo do tapete.

Praia do Garajau, 2 de Abril de 2015.


E eis-me aqui, 12 dias depois do último abraço, dos últimos beijos (leves e tristes), de um sorriso disfarçado, dos adeus que dissemos enquanto eu subia (a muito custo) a escada rolante. 12 dias depois.

Tudo me parece vago, tudo está baço. Quero o calor do teu abraço, o teu olhar doce e a calmaria que trazes contigo e que, de certa forma, me matou os fantasmas e me deixa mais leve, mais solta. É isso mesmo. Preciso de ti. Preciso da tua leveza e desse jeito único e terno de ser.

Preciso da tua determinação, da tua coragem. Quero para mim a tua verdade e as tuas certezas. Preciso do teu sorriso mas também não passo sem a tua voz, nem tão pouco sem te ver falar e gesticular o lábio superior de uma forma tão peculiar, tão tu. Tão minha, porque já és meu. E eu sou tua. Tu sabes...

Preciso de ti. Mais hoje do que já precisava ontem.

Toca-me onde me dói e verás
uma flor a abrir-se lentamente
sobre a pele, a maravilha nunca
adivinhada de um mistério. Esta

é a tua vez de o desvendares -
paixão é uma palavra demasiado
antiga no meu corpo, já não sei a
última vez, a única vez. Toca-me

por isso devagar, não me lembro
da primavera que fez nascer a
doença sobre a ferida, não sinto
o recorte da cicatriz que o tempo

pousou nela. Agora chama-me ao
teu peito com as mãos, tal como a
chuva chama pelos narcisos sem

cessar, ano após ano; diz o meu
nome com os dedos a serem rios
que latejam no coração adormecido

de uma aldeia. Não me adivinhes -
lá, onde me doer, vou recordar-me. -- Maria do Rosário Pedreira.




23 de abril de 2015

Creio que foi o sorriso, talvez o teu jeito. Mas não sei ao certo.


Andei a pensar nisto durante a manhã mas não tive oportunidade de vir Aqui escrever. Agora, e já depois de um almoço diferente, em jeito de Sexta-Feira antecipada, comecei por procurar o significado da palavra cativar e, em sentido figurado, penso ter encontrado a resposta mais adequada:


v.pron. Figurado. Ficar apaixonado por; enamorar-se.
(Etm. do latim: captivare)

Devo dizer que, de certa forma, este foi o significado que mais preencheu a vontade de (te) vir falar de Amor. Não de um amor qualquer, não. Nada disso. Venho falar de A-M-O-R ; Do teu Amor por mim, do meu Amor por ti. Este nosso Amor maravilhoso que nem o Atlântico consegue acalmar, ainda que a distância - essa espécie de vírus - insista em intrometer-se entre nós. Mas nós somos grandes e fortes. Quer dizer, temos dias. E também temos noites e ainda camas vazias.

Em tempos idos, falaste-me em criar espaços. Lembrei-me agora do quanto essa expressão entoou (e tem feito eco) na minha cabeça, de como me tocou na alma e, naturalmente, no coração. Sim, contigo descobri que tinha um coração preparado para amar, para TE amar, como um Homem e uma Mulher se podem e devem amar... Eis-nos chegados aqui, agora, ao momento presente.

Ainda há pouco falava eu de nós. Recordava o último do ano, o primeiro telefonema 1 mês e meio depois (celebrava-se então o 4.º aniversário do meu outro grande Amor, aquele que te vê como quem tem um foguetão, aquele que contigo vai partilhar brinquedos e que quer que durmas em casa dele; sim, tu já sabes de quem falo), recordo o primeiro encontro, já em Lisboa, o nervoso mais do que miudinho, o calor, a vontade de nos abraçarmos, o carinho que já sabíamos nutrir um pelo outro e até me recordo dos dois beijos que demos ao de leve na face um do outro.

Fizeste-me feliz logo ali, no meio de tanta gente mas, ao mesmo tempo, não havia mais ninguém, estávamos sozinhos. Ainda hoje, desculpa insistir nisto, não me dou longe de ti, mesmo que até estejamos na mesma cidade e que eu saiba que já, já me vens buscar para jantar ou que, passando dez minutos da meia noite, tu vais tocar à campainha ou meter a chave à porta. Não, meu Amor. Desculpa, vou repetir-me, mas não me dou longe de ti.

Cativaste-me. Aqui estou eu, encantada contigo e fascinada pelo tanto que (já) somos e temos. E, por mais voltas que dê, continuo na dúvida sobre o que me aconteceu naquela noite. Terá sido o teu sorriso? Foi a tua voz? O teu jeito tímido? O brilho do teu olhar de menino, esse mesmo olhar que me lê a alma? Terá sido tudo isto? Pois, não sei.

Mas está tudo certo. E, como diz a Célia, tudo faz parte.




21 de abril de 2015

Só pode ser coisa tua, meu Amor!


Tu não te cansas de dizer que isto é coisa dos poetas e de todos aqueles que, de uma forma ou de outra, verbalizam e dão forma ao Amor.

Estamos numa bolha. O filme passa no écran da TV da sala e somos nós, somente nós, que ali estamos. E é bom vermo-nos! Melhor é sabermo-nos próximos e "emparelhados", numa só vibração, numa onda de calor que só os afectos trazem, aquela que só os Amantes conhecem. Os mesmos afectos que nos dão alento e que coloram a nossa Alma, como se de um arco íris se tratasse. Simples e romântico, não é?

Seja já lá coisa de poetas ou não [como sabes, o romântico (desde pequenino) és tu, eu sou a mera aprendiz], na verdade, pouco importa. Sabemos ambos o que é nada ter, nada sentir. Por isso (também, mas não só), te escrevo.

Não sou escritora mas posso fazer de conta. E já lá vão 7 anos a servir-me desta Paragem para isso mesmo, para fazer de conta que sou o que não sou ou que nunca pensei ser. No entanto, hoje e em todos os dias que correm tão mas tão lentamente para quem se ama à distância de um Oceano (credo, pareço o Saramago com suas frases longas e sem pontuação!), vim aqui fazer de conta que sou escritora, a tua escritora (preferida!).

O objectivo é simples. Quero apenas fazer-te acreditar que, por agora, pelo tempo que durar, esta paixão por ti é de arrasar e que o amor que te tenho, também ele será imortal. Se sou exagerada? Sou. Também isto faz parte do Plano. O Plano de amar-te com toda a intensidade e emoção do primeiro dia que, no nosso caso em particular, foi à noite, lá bem "no alto" da Cidade do Funchal, onde o Céu da tua Ilha tinha os 7 sentidos mais do que apurados e que me soube "ler e ouvir". E depois vieste tu, doce e sereno, dizer-me que foram os astros que se alinharam "todinhos" para que tal encontro tivesse lugar. Juro, eu só posso ser eternamente grata por te ter!

Se isto não é coisa de poeta, escritor... Só pode ser coisa tua, meu Amor! Sim, estás apaixonado e os apaixonados pouco ou nada sabem sobre o que dizem. É deixá-los sentir!

PS: Merecemo-nos.





16 de abril de 2015

Não me dou longe de ti.

Fortaleza S. João Baptista do Pico, Funchal.

Venha a chuva, caiam raios, desça a trovoada de Sta. Bárbara, que o Sol se abra e a Primavera se revele, jogue o Benfica, hajam risadas, cafés e cigarros na rua, SMS e telefonemas de quem não ouço e vejo há imenso tempo, surjam abraços daqueles que são os "Meus", a Família que escolhi, faça frio ou calor, haja trânsito ou nem por isso, tenha eu a sopa para fazer ao Domingo e 1001 coisas para pensar, organizar e arrumar, a roupa na máquina para lavar, os almoços da semana para se irem fazendo, a manicure, o cabeleireiro, o Pilates das Quartas e das Sextas, caia granizo a meio da semana, o cartão de crédito a pagar, o gasóleo para pôr, as idas aos CTT ao almoço, em jeito de ganhar tempo, caia o Carmo e a Trindade se eu conseguir estar assim, sem te ter. Sem te ver, sem te tocar. Sem te sentir.

Não, não e não. Não me dou longe de ti.

(E nem quero.)

 
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«E tens-me na tua mão. Tens o meu coração na tua mão! Sabes que te pertence a ti e ninguém mais. Tens-me na tua mão. Nem precisas de a fechar, sabes que não fujo e não tenciono ir a lugar algum. O meu coração ontem era teu. Amanhã continuará a ser.» -- Rita Leston.

26 de março de 2015

2014, no último do Ano.


Por cá, o 31 de Dezembro é chamado apenas como a noite da passagem de ano. É comum ver muita gente a fazer tudo o que não fez durante o ano que acabou. Os exageros são bastantes. Diz que é normal, afinal de contas, anda meio Mundo (des)enganado, triste, oprimido, uns quantos ressabiados e outros tantos alucinados mas depois há quem seja feliz; Há quem aceite, perdoe e deixe ir. Porque tudo vem e vai, a seu tempo. Há, efectivamente, um tempo para tudo.

Na Madeira, a alusão a esta data é feita de uma forma mais ou menos "romântica" e diz-se o último (dia) do ano. Sempre gostei, confesso.

E, nos dias de hoje, estes mesmos dias que se esgotam nos picos e vales da saudade, gosto ainda mais. E está tudo bem; Está tudo certo.


 Well there's another dance
all you gotta do is say yes
And if you're rough and ready for love
honey I'm tougher than the rest
If you're rough enough for love
baby I'm tougher than the rest...

 


25 de março de 2015

Chegará então um dia...


«(...) Chegará então um dia em que olhará com maior detalhe para a sua folha em branco, como se procurasse secretamente um sinal do remate da sua história. E tal não será o seu espanto quando reparar que a folha já não está em branco. Mas não será tudo, o melhor virá a seguir (…).» -- Retirado daqui.

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Por te ver para além do vísivel, por te "reconhecer" em gestos, na doçura das palavras e na forma honesta e digna como conduzes a tua vida, por te admirar tremendamente por acreditares no Amor bom, puro e real, por me quereres, por nos querermos desta forma egoísta e tão própria destes estados de alma e de coração, por seres assim, o Meu Homem, quando aqui o pronome possessivo não transporta qualquer culpa, não nos pesa, não oprime nem refreia, por seres tu (tinhas que ser tu, não há volta a dar!), chegou o dia! E, se nos faltar o papel, escreveremos na areia das nossas praias, nas nunvens fofas do Céu (o tal algodão doce "secreto" de que tantas vezes te falo, lembras-te?), escreveremos nas árvores e até nas estrelas; Usaremos a nossa pele se necessário, falaremos através dos olhos, ouviremos os nossos corações em uníssono, seremos dois num só corpo, uma só alma e, claro, não podiam faltar aqueles 100 mil cavalos, que batem com força cá dentro, especialmente na distância. Esta mesma distância que só um Atlântico provoca, a distância que jamais alguém nos tirará mas que nos une mais e mais. E ouviremos o repicar dos sinais mas também as nossas músicas!

Por agora, durante os dias que passam devagar e nas noites frias que o (teu) Amor me ensinou a combater, posso concluir que tudo está certo, tudo faz parte. O resto é, tão somente, paisagem. Nós saberemos sempre como "havemos de lá chegar" até porque... O Amor quis-nos, assim - JUNTOS. E que assim seja... Assim será!




11 de março de 2015

Do saber (que também é amor, cumplicidade, respeito e responsabilidade).


Danada. Fico danada sempre que leio qualquer coisa que poderia (deveria?) ter sido eu a escrever. Mas é que fico mesmo danada e depois passa-me assim, num ápice!

Eu gosto do Gustavo Santos. Gosto de lê-lo sem que me sinta obrigada a comungar de todas as suas opiniões e sem que, por outro lado, me sinta como que uma espécie de fiel seguidora. Que não sou. Nem dele nem de qualquer outra pessoa que não seja eu própria. Até porque sei sempre o que é melhor para mim.

E no Agora, nos dias que correm devagar só porque Tu estás para aterrar em Lisboa em breve, exactamente neste "instante", eu sei que tu és o meu melhor. E pouco mais me resta fazer, para além de te querer amar todos os dias, mais e mais, cada vez melhor. Vais gostar tanto, vais ver que sim!

Isto é, sem sombra de dúvida, coisa "do saber", daquilo que é, tão somente, sem questionar. Certo e sabido: «When you know better, you do better»!

Bom, mas voltando atrás (que o pote de mel está mesmo todo "escancarado" e, se entramos nesta coisa maravilhosa que é o Amorrr, não saio daqui), parei na Paragem para poder falar do que li aqui:

«A partir do momento em que sabes o que queres, tens a responsabilidade de o viver! Se não o fizeres, o castigo nem é tanto o que não vives no momento mas sim a culpa que vais carregar a vida toda por naquele segundo não teres escolhido arriscar e mudar o teu caminho. Vai doer! Vai doer muito mais que todas as vezes que pudesses ter caído a lutar por aquilo que querias. Respeita-te. Bom dia!»

Rapidamente, e porque a minha cabeça não pára mas também porque sou responsável por me permitir amar e ser amada (que coisa deliciosa...), interiorizei que, sem mais demoras, Algo Estranho (me/nos) Acontece(u)!








24 de fevereiro de 2015

Criar Espaços.

No Amor não se sabe nada mas, em contrapartida, faz-nos sentir de tudo (um pouco). É para rasgar, para o bem e para o mal. Mas é real. Existe. Sente-se, sem truques e sem qualquer filtro. 

Sim, concordo que se trate de, tão somente, criar espaços.

Dissipem-se as dúvidas dos mais cépticos, o amor não se decide, sente-se!




19 de dezembro de 2014

Fígados (e afins).


É que se é para escolher entre fritos de Natal e álcool... Está feito. Venha o álcool!



10 de dezembro de 2014

Isto é VIVER.


«Imprevistos e Contrariedades.

Abundam nas vidas de todos nós
Mas serão mesmo isso?

Aprendi que imprevistos e contrariedades só acontecem
Porque o mundo dos humanos se distanciou do mundo da Natureza
E com isso cada pessoa distanciou-se do seu Ser e da própria Vida.

Ao religar-me ao meu Ser, a Vida começou a falar comigo
e cada imprevisto, cada contrariedade passou a ser um sinal da Vida.
Ainda tenho instantes de ansiedade e inquietação
mas logo respiro fundo e oiço a Vida.

Os imprevistos passaram a ser a Vida a dizer-me "e isto? não pensastes nisto!"
e a mostrar-me quais os temas que são mais importantes
para o meu Ser em determinado momento
e que é tempo de rever prioridades.

E as contrariedades são agora a Vida a indicar-me "não é por aí",
são correcções aos desvios provocados pelas minhas expectativas distorcidas
e que é tempo de escolher outras opções, outros caminhos, outras acções.

Aos poucos liberto-me da necessidade de controlar os resultados
E com passos hesitantes aceito ser orientada pela mão da Vida
E a magia acontece – a cada passo sinto-me mais segura, mais feliz!

Que cada pessoa possa sentir que a Vida a orienta!
Esta é a minha magia para hoje e sempre. Xicoração.» -- Yasmin.


2 de dezembro de 2014

Comer, Meditar e Fazer o Amor.


O amor, o amor... Ai, o amor!

Por acaso, não fui eu que escrevi isto mas bem que poderia ter sido. E é de reter:

«(...) A felicidade, hoje, não é de quem sabe perseguir curiosamente as coisas todas, mas de quem sabe onde ir e onde ficar, o que seguir e o que deixar, o que escolher, o que ignorar. A felicidade, hoje, nestas noites feitas dias claros, é saber que as coisas do dia não se acabam, mas que a noite chega e passa, e mesmo que venha outra, a de hoje não volta mais. E há coisas que não são da noite nem do dia, mas que não podes esquecer no meio do teu tempo ocupado:

Lembra-te que o corpo é carne e quer carne. Que quem não come definha, mesmo que ache que não.
 
Lembra-te que a alma adora quem ama. Inventa uma religião em que falar seja sagrado, em que um beijo valha o mesmo que uma prece.

Lembra-te que o sexo não é automático. Não é obrigatório, nem é opcional. É voluntário. Há que o querer. E que a forma mais antiga de aproximar pessoas e de as fazer sorrir não é um psicoterapeuta. É foder. Com quem quiseres. Como deve ser.»



1 de dezembro de 2014

Love me tender, love me true.


«INTUIÇÃO. O homem tem capacidades intuitivas extraordinárias. Consegue intuir a hora das coisas, mesmo ainda antes do gelo estalar sob os seus pés. Mesmo antes de algo acontecer, o ser humano é capaz de intuir que chegou a hora. E é assim há milhares de anos. Mas o homem julga. O homem escolhe acreditar que não é capaz, e mesmo que seja capaz, que a intuição não é boa coisa. Por isso tapa. Por isso bloqueia. O homem bloqueia a sua capacidade mais magnânima. A sua capacidade de andar antes do tempo e de cuidar para que tudo possa acontecer como tem de acontecer, pelo simples facto de ele ter intuído. O homem tem a tendência para bloquear não só essa, mas quase todas as suas capacidades. «Eu não sou capaz.» «Eu não mereço.» «Isto é bom demais para mim.» São frases que, ditas milhares de vezes, arriscam-se a tornar-se realidade. Acredita na tua intuição. Ela é poderosa e transmutadora. Podes não acreditar em mais nada, mas acredita na tua intuição. Ela pode não mudar o mundo, mas com certeza mudará o teu mundo. E isso já é mais do que suficiente.» -- Jesus.

«Tenha paciência. Tudo aquilo que você deseja, se for verdadeiro e o mais importante: se for para ser seu, acontecerá.» -– Shakespeare. 

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E o que não tem que ser, vai. Não fica. Ou foi-se, finou-se. Puft!


28 de novembro de 2014

Lar rima com Amar.


Do Funchal à Vila do Mato, do Crato à Costa da Caparica, do Entroncamento a Castelo Branco, da Venda Nova a Peniche, de Inglaterra à Austria, da Alemanha ao Egipto.

[Contigo, então... Perfeito demais. Não dá sequer para mexer. Nem estragar. (Nem tudo o que parece é. É só o que é e nada mais)]



26 de novembro de 2014

Esta vida não tem hora(s).


«(...) Criar tensão é bloquear a passagem da vida em tudo aquilo que ela nos oferece. Coisas que consideramos boas e outras que classificamos como más. Bloqueando, não permitimos que as más fluam e se transformem em algo que nos sirva de modo diferente. E não criamos espaço para que as boas fluam na nossa direcção. (...)»
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É caso para se escrever que, ao aceitar o momento presente, correm-se menos riscos de sair de um momento menos positivo com a sensação de que se bateu contra uma parede. O que, obviamente, pode ser bastante desagradável.

Será de experimentar. Certamente que não haverá lugar para os efeitos secundários.



20 de novembro de 2014

3# Do They Know It's Christmas?

Então não é que estamos a 35 dias do Natal (contei 1 a 1 no calendário, não há como errar)? Entretanto, que não faltem as leituras. Para uns e para outros, que isto é coisa para um Venham mais 5, aquele hino triunfal da amizade e afins do Zeca Afonso.





Cá vai disto, once again!



18 de novembro de 2014

2# Do They Know It's Christmas?



Estou (já) a tentar entrar no mood, hell'yeahhh! Mas só naquela de não perder pitada, pois claro. (Opsss! Não devia ter escrito hell, pois não? Credo, não tenho emenda, eu. Xiça, caraças.)


Last Christmas -- Wham!

Las Christmas
I gave you my heart
But the very next day you gave it away.
This year
To save me from tears
I'll give it to someone special.
Once bitten and twice shy
I keep my distance
But you still catch my eye.
Tell me, baby,
Do you recognize me?
Well,
It's been a year,
It doesn't surprise me
(Merry Christmas)
I wrapped it up and sent it
With a note saying, "I love you,"
I meant it
Now I know what a fool I've been.
But if you kissed me now
I know you'd fool me again.
Oh, oh, baby.
A crowded room,
Friends with tired eyes.
I'm hiding from you
And your soul of ice.
My god I thought you were someone to rely on.
Me? I guess I was a shoulder to cry on.
A face on a lover with a fire in his heart.
A man under cover but you tore me apart, ooh-hoo.
Now I've found a real love, you'll never fool me again.
A face on a lover with a fire in his heart (I gave you my heart)
A man under cover but you tore him apart
Maybe next year I'll give it to someone
I'll give it to someone special.
Special... Someone...


Um dia (eu vou ficar bem).


Pode ser o que você quer
Ou o que eu tenho pra te dar
Uma vida inteira pra viver
Ou um só segundo pra lembrar...



No dia em que TU morreste.


«Na noite em que tu nasceste, a Lua sorriu com tanta admiração que as estrelas vieram de imediato espreitar para te ver e a brisa nocturna sussurrou: "A vida nunca mais será a mesma". Porque nunca houve ninguém como tu neste Mundo, tão encantados contigo estavam o vento e a chuva que sussurravam bem alto o som do teu lindo nome. E o Céu soprou todos os seus trompetes e tocou todas as suas cornetas, na magnífica e maravilhosa noite em que tu nasceste.»
-- Nancy Tillman.

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Capítulo 1.
Não sei se nasceste de manhã, de tarde ou de noite mas sei qual foi dia em que TU morreste. Foi hoje, há 9 anos atrás e isso jamais esquecerei. Afinal, está/ficou gravado na minha alma para todo o sempre.

Capítulo 2.
Bem sei que nunca gostaste do teu nome mas, lá está, gostavas do meu e por isso mesmo, contra tudo e contra todos, chamaste-me Paula. Hoje, passados estes anos todos, muitos ou poucos não importa, a dor é sempre a mesma. Faltas-me tu, falta-me o calor da tua pele, falta-me o teu cheiro tão peculiar, faltam-me os afectos, o abraço, o teu jeito de me afagar do cabelo, falta-me a tua alegria, faltam-me as tuas tristezas de um passado na Ilha, onde nunca conseguiste ser tu, em plenitude. Faltam-me os teus "dizeres" (bom, agora tenho a Célia que diz coisas, levadas da breca, mas que me fazem gargalhar sem parar), faltam-me as tuas certezas (especialmente aquelas que tanto me serenavam e outras vezes vezes me tornavam forte), faltam-me as tuas anedotas, faltas-me tu e o Pai juntos, amigos e companheiros, como nunca mais voltei a encontrar casal igual. Falta-me a candura do teu olhar, ora conciso, ora duro, ora doce feito mel. Faltas-me tu, o meu eterno porto seguro. Não te vejo alçar da perna em jeito de descanso, enquanto fumavas um dos teus 50 cigarros SG Filtro, mas a Rosete fá-lo como mais ninguém, tal e qual tu o fazias, sem vergonhas e na maior. Faltas-me tu e a tua capacidade de organização. Podes não acreditar mas eu até tenho saudades da carne assada e da panela de arroz que levavas para a casa da Alice, por ocasião das festas. Esta é a mesma Alice que ainda há dias me disse que só tu lhe pedias utensílios de cozinha dos quais ela nunca tinha ouvido falar. Vê lá tu bem que até sinto saudades de te pores a arrumar os armários e as cozinhas das pessoas em geral (na verdade, arrumavas tudo o que apanhasses à frente). Falta-me o teu amor imenso por mim (nunca ninguém me amou como tu me amaste), por todos e por tudo quanto acreditavas valer a pena. Eras mais do que um pilar. Eras força, coragem e luta. Misturavas-lhe graça, punhas aquela pitada de humor (e até alguma "brejeirice") e era vê-los todos a invadir a tua cozinha, já perdidos de tanto de rir. Ías sempre para a frente, nunca olhavas para trás; Não querias e nem gostavas de o fazer. Eras presente no momento presente. E quer queiras, quer não, foste sempre o "presente" da minha vida, o meu maior tesouro. Em tudo. Querias ter os meus olhos grandes e as pestanas longas (o que tu falavas disto!) mas tu eras a Luz em pessoa. E ainda bem que não fui só eu que te "vi" assim. 

Capítulo 3.
Decididamente, tu não eras normal; Não eras deste Mundo. E não tenho dúvidas de que o Mundo, este mesmo Mundo em que viveste e em que vivemos ainda todos, não te esquecerá. Afinal de contas, a vida não foi a mesma desde o dia em que nasceste, nem tão pouco desde o dia em que TU morreste.

[E até foste tu que me ajudaste a pagar o bilhete para eu ir a Alvalade (credo em cruz) ver os Srs. das Armas e das Rosas. Sim, eu sei. Isto não tem nada a ver com o dia em que tu morreste mas não podia deixar de dar o ar da minha graça, caso contrário isto ficava dramático demais. E não vale a pena, né?]