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12 de maio de 2015

Tenho os braços estendidos para ti.

«Se tu viesses ver-me hoje à tardinha, 
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços... 

Quando me lembra: esse sabor que tinha A tua boca...
o eco dos teus passos... 
O teu riso de fonte...
os teus abraços... 
Os teus beijos...
a tua mão na minha... 

Se tu viesses quando,
linda e louca, 
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri 

E é como um cravo ao sol a minha boca...
Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...» -- Florbela Espanca, in "Charneca em Flor".

10 de dezembro de 2014

Isto é VIVER.


«Imprevistos e Contrariedades.

Abundam nas vidas de todos nós
Mas serão mesmo isso?

Aprendi que imprevistos e contrariedades só acontecem
Porque o mundo dos humanos se distanciou do mundo da Natureza
E com isso cada pessoa distanciou-se do seu Ser e da própria Vida.

Ao religar-me ao meu Ser, a Vida começou a falar comigo
e cada imprevisto, cada contrariedade passou a ser um sinal da Vida.
Ainda tenho instantes de ansiedade e inquietação
mas logo respiro fundo e oiço a Vida.

Os imprevistos passaram a ser a Vida a dizer-me "e isto? não pensastes nisto!"
e a mostrar-me quais os temas que são mais importantes
para o meu Ser em determinado momento
e que é tempo de rever prioridades.

E as contrariedades são agora a Vida a indicar-me "não é por aí",
são correcções aos desvios provocados pelas minhas expectativas distorcidas
e que é tempo de escolher outras opções, outros caminhos, outras acções.

Aos poucos liberto-me da necessidade de controlar os resultados
E com passos hesitantes aceito ser orientada pela mão da Vida
E a magia acontece – a cada passo sinto-me mais segura, mais feliz!

Que cada pessoa possa sentir que a Vida a orienta!
Esta é a minha magia para hoje e sempre. Xicoração.» -- Yasmin.


27 de novembro de 2014

Como é que vai ser?


Francesca:
« - I realized love won't obey our expectations, it's mystery is pure and absolute.», in The Bridges of Madison County.



Tento saber como é que vai ser,
Se posso viver sem ti
Tento fugir mas eu só penso,
Na hora em que estás aqui.

Tu nunca vens e quando apareces,
Finges que não há nada
Deixas-me só sempre a pensar,
Que chegamos ao fim da estrada.

Pode parecer que sou livre, mas eu estou preso a ti
Às vezes disfarço e não consigo
Mas eu só penso na hora em que estás aqui.

Ligas para mim, eu vou até aí,
Depois dizes que não podes
Prometo que não te quero ver mais,
Até que tu não me largues

Não vejo ninguém vou por aí, deixo passar as horas
Chamo-te nomes, grito contigo e tu dizes que me adoras

Tento manter a calma às vezes, parece que não te ligo
Pode parecer até que te esqueço, mas só quero estar contigo.

Tento dizer adeus e tu deixas sempre uma porta aberta
Tento esconder e fujo para noite, acordo de uma directa...


Humildade, que (mais) queres tu de mim?


Acabei de ler isto:
«Aquele que é humilde na sua interacção com os outros, recebe a cooperação e o carinho de todos.»
~~~~~~~
Sim, claro. Não te metas ao fresco, não. É que isto é meio caminho andado para ser apanhando por uma rabanada de vento. Ainda assim, prefiro as que se comem no Natal.

Tipos.

17 de novembro de 2014

Apita o comboio.


Sempre que se avizinha algo deste género, o que é que eu posso fazer?

Puft! Por exemplo, vou até Sta. Apolónia, meto-me num comboio até Sta. Comba Dão e lá estava o meu Pai à espera!

Para além dele, quem me esperou também foi o frio, a chuva, um vai e vai de coisas para fazer, outras tantas pessoas para abraçar e conversar, tive lareira, pantufas da Serra, o vinho tinto, as castanhas e até o tricôt. Aiii... Quase me esquecia do pão. E do queijo. E da sopa maravilhosa que comi em Tábua.

Já vos falei do cozido na Casa do Benfica de Oliveira do Hospital? Pois foi. E estava bem bom.

6 de novembro de 2014

"Não hei-de morrer sem saber qual a cor da Liberdade", disse o Jorge Sena.


E sem fazer uma tattoo no braço esquerdo, digo eu.
[Ui, tanta carninha por cobrir (ainda).]


28 de outubro de 2014

Cabe tudo dentro de um abraço.



Minha Querida e Doce Inês,

Que as nossas vidas sejam sempre recheadas de amor e temperadas com alegria, carinho e copos de vinho tinto (venham a nós os Sábados tão adorados!).
Fazes parte do Património dos meus Afectos e tenho por ti uma admiração e respeito enormes.
Coisas nossas... De ontem, do hoje e para o amanhã.

9 de outubro de 2014

22 de julho de 2014

@O Além é Aqui.




Porque te quis.
Porque te sonhei.
Porque te desejei.
Porque me encantei. Porque me encantaste.
Porque as nossas almas se tocaram assim que os nossos olhos se olharam.
Porque a tua pele não me aquece mas também não me arrefece.
Porque te quis na minha cama, a rebolar nos meus lençóis enquanto te mimava.

Porque há mais dias que chouriços e o Além pode muito bem ser o Aqui dos dias que correm rapidamente.
Porque te quis tal como és, ainda que o desconhecido nem sempre operou milagres em mim.
Porque gosto de ti mas, na verdade, gosto muito mais de mim.
Porque nunca te esquecerei.

Mas quis-te, sonhei-te e desejei-te ardentemente.


26 de março de 2013

Do que é Eterno em mim.

devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo, o amor
transforma-se em tempo, a dor transforma-se
em tempo.
os assuntos que julgámos mais profundos,
mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis,
transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.

foste eterna até ao fim.

-- José Luís Peixoto.
 

19 de março de 2013

Do meu Eu@.

(Imagem retirada da net.)



Eu.
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho, e desta sorte
Sou a crucificada... a dolorida...
Sombra de névoa ténue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...
Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...
Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!
 
-- Florbela Espanca.
 
 

13 de março de 2013

A contar desde as 06:00 de Domingo (passado, mas isso agora não interessa nada).

«Conto até cem e, se não chegares antes dos cem, vou-me embora. Não chegaste antes dos cem. Conto de cem a um e, se não chegares antes do um, vou-me embora. Não chegaste antes do um. Conto dez automóveis pretos e, se não chegares antes dos dez automóveis pretos, vou-me embora. Não chegaste antes dos dez automóveis pretos. Nem antes dos quinze táxis vazios. Nem antes dos sete homens carecas. Nem antes das nove mulheres loiras. Nem antes das quatro ambulâncias. Nem sequer antes dos três corcundas e, entretanto, começou a chover.»
-- António Lobo Antunes.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
[Pronto, vá. Vou contar até à 7.ª onda para depois mergulhar, tal como me dizia (e fazia) a minha Mãe na Caparica...]

10 de março de 2013

A alegria de uma chegada.

Das minhas coisas, da simplicidade que me esforço por colocar em tudo que vou fazendo na vida; Dos meus fins-de-semana, da minha paz, da tranquilidade da minha casa, do calor da minha cama e até da toalha que te deixo ficar na casa-de-banho. Dos folhados de queijo de cabra que preparei em menos de nada na ânsia de tanto te querer abraçar depois daquele toque de campanhia envergonhado. Da tua cara de menino, aquele pequenino que tanto queria proteger e amar para que pudesses sentir e acreditar que é possível. Daquilo que não te posso dizer (ainda), de tudo quanto partilhas comigo como se me conhecesses de todo o sempre. Das borboletas no estomâgo que te aguardam na certeza de que aquele abraço é sincero e aí sim podemos respirar calmamente. Do meu coração a bater com 100 mil cavalos, quase a saltar pela boca fora. Da minha face rosada como se de uma adolescente se tratasse, do nosso nervoso miudinho e da tua alegria por veres a mesa posta entre detalhes minimalistas repletos de carinho e de amor. Sim, dos requintes de amor. Do meu ensejo por provar o doce sabor de te amar calmamente, despidos de nós. Das nossas "férias", aquelas fugas que planeamos em surdina debaixo dos lençóis pretos que tu, tal como eu, tanto aprecias. Gosto do teu abraço e que me peças delicadamente para me deitar no teu ombro enquanto me acaricias as costas e afagas o cabelo. E eu permito que o faças sabendo que aquele momento é meu e que estou ali, inteira, a aproveitar tudo. Mereço-o. Gosto que sintas o sossego da minha casa e da minha higiene mental e que as disfrutes sem pressas, sem pensar nas horas perdidas que temos quando estamos juntos. Sem espaço nem tempo. Do meu sorriso timido mas orgulhoso por te ver no meu corpo, com tudo ali reflectido no espelho. Gosto que me escrevas "dorme bem" como quem diz "fiquei contigo". Gosto que me peças para beber da minha água e que me olhes profundamente nos olhos quando brindamos. Dos pedaços de sushi que me dás à boca, seguro de ti, sem pudores nem reservas. Gosto da forma como me tocas e me envolves, assim como do calor que emana dos nossos corpos unidos. Da tua pele, da tua energia e da tua forma simples de ser. Do teu esfregar os olhos enquanto falas de ti... Da tua presença ausente em mim e por aqui... De te dizer porque gosto tanto mas tanto de ti; Que te quero proteger e mostrar o Mundo através dos meus olhos. Gosto que gostes de me beijar a boca e até os dentes. Gosto que gostes de mim tal como sou e principalmente do meu sorriso. Gosto que gostes tanto "disto" que temos e que é tão nosso. Gosto das saudades que tenho tuas e de tudo que somos juntos. Gosto até que chegues 5m antes da hora marcada. 5m são preciosissimos, bem sei e são todos nossos, garanto-te. Gosto da dor que sinto no meu corpo por nos termos amado incondicionalmente até ficarmos saciados. Gosto que venhas, gosto que possas ser tu aqui comigo, na minha vida. Gosto de fazer parte da tua vida e da confiança que depositas em mim. Gosto que me peças para te fazer um cachecol de lã, falando a sério enquanto gozo contigo. Gosto que sejas fantástico, para mim és extraordinário. Dos riscos que corro por saber que me posso "desviar" do meu caminho pois contigo... Não tenho barreiras nem defesas. Deixo-me levar na certeza de que me esperas e me abraças como ninguém. E isto é um grande risco. O risco de me apaixonar perdidamente quando não tenho capacidades para sofrer no que toca às questões do amor... Mas tudo isto vale a pena em troca da alegria que sinto pela tua chegada. 

[Tu em mim e a falta que já me fazias - 19 de Julho de 2010.]




24 de janeiro de 2013

Vazio.

Foto de Rua.

É que não me incomoda o facto de surgires do nada e, dessa mesma forma, encheres e desorganizares um fim-de-semana. Mas é que não me incomoda de todo! Faz parte e tu fazes parte. Há muito que deixei de o negar e, às páginas tantas, sou muito mais feliz assim. E estou em paz comigo e com tudo o que me rodeia. E até mesmo contigo. Tu és tu.

Só que o vazio é uma cena fodida. E as paredes reclamam alguma loucura, devaneio e gargalhadas, as muitas gargalhadas... Faz um frio do caraças no Inverno e, assim como o mar, há calores e calores.

Eu deixo-te ser mas permito-me estar. Só que tem que ser em bom e bem. E são meus todos os meus "ais", todos os meus "sim", todos os meus "não". Eu quero, posso e mando. 

Mas o vazio está lá. E o frio também. Mas eu sou eu; E estou e sou o melhor que sei, o melhor que posso.

Então e depois? Depois é depois. Nada mais.




19 de novembro de 2012

E brindo!

Acabei de ler um breve texto do José Luís Peixoto e que não restem dúvidas que não serei, certamente, a única doida à face da terra!

«na hora de pôr a mesa, éramos cinco:
o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs
e eu. depois, a minha irmã mais velha
casou-se. depois, a minha irmã mais nova
casou-se. depois, o meu pai morreu. hoje,
na hora de pôr a mesa, somos cinco,
menos a minha irmã mais velha que está
na casa dela, menos a minha irmã mais
nova que está na casa dela, menos o meu
pai, menos a minha mãe viúva. cada um
deles é um lugar vazio nesta mesa onde
como sozinho. mas irão estar sempre aqui.
na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco.
enquanto um de nós estiver vivo,
seremos sempre cinco.»
-- José Luís Peixoto.
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Faço isto. Preparo e reservo um lugar na mesa, com direito a copo e tudo. Não que a sinta ali. Mas quero-a ali. E brindo com ela.
Faço daqueles momentos, momentos meus. São coisas minhas; Das minhas penas e dores. Das perdas, do que a Vida me levou mas que, de uma forma ou de outra, me compensou. (Ou não...) Só que o tinto, dizem, é alegria. E é essa mesma alegria que dela herdei e que faço questão de manter. Não mudo, nem que a vaca tussa. Nem que o Mundo acabe. A propósito... Ouvi dizer que era coisa para acontecer no dia 21 de Dezembro... Raios, o Mundo gira mesmo rapidamente.

Mas BRINDO à mesma!

11 de novembro de 2012

"Lagusto" em homenagem ao "S. Valentim"!

Coisas minhas e da Flor maior da minha life!

Pois que, segundo ouvi dizer, o N. vai ter um "lagusto" na escola para, nem mais nem menos, comemorar o "S. Valentim", outro grande maluco.

Bem sei que o S. Martinho não se vai chatear com esta troca singela de nomes até porque, Santos há muitos. Tal como os chapéus, ah, pois é.

Bom, bom foi este FDS. Um Sábado preenchido, entre cozinha, uma sessão de Shiatsu, novamente a cozinha, um belo tinto Duas Quintas e, para não fugir aos tão afamados Domingos de Inverno, este não podia ter sido diferente. Nem melhor. Foi igualmente bom, maravilhoso. Com tudo a que tenho direito. 

Desde o dormir até tarde, o banho mais demorado e sem pressas, um belo pequeno almoço, cozinhados (sou verdadeiramente feliz numa cozinha e tenho para mim que, provavelmente, tenho um dom tão especial que ando perdida entre papéis, responsabilidades a mais e entre andar aqui e ali a ajudar toda a gente e um par de botas), um telefonema de longe, o sofá e a 1.ª parte do 4.º filme da Saga Twilight, para além das gargalhadas que dei com a Miss Vane, novamente ao telefone. Comadres, tá visto.

Seguiram-se as tão afamadas castanhas - desta feita, cozidas e assadas -, o Brie, o paté de ervas finas com tostas, 3 rodelas de batata doce (oh sei lá eu mas... faz-me sentir na Madeira...) e claro, bem regada a tinto.

"Lagusto" que é "lagusto" é isto tudo. Faz parte de mim e, apesar de que as palavras leva-as o vento, faço questão de comemorar sempre este dia. Aviva-me a memória, revolve-me o Baú precioso das Minhas Recordações e traz até mim a alegria da minha Mãe, assim como a sua vontade constante de comemorar... De comerar a VIDA! (curiosamente.. só conheço outra pessoa assim...)

Ohhhh Céus, que a semana seja igualmente simpática e em BOM.

10 de novembro de 2012

Preenchimento.

«O outro não o preenche.
Preenchimento é interno.»
-- Osho.

7 de novembro de 2012

Um outro fogo.

 
Foto que integra a obra “Balada da Dependência Sexual” ©Reprodução, de Nan Goldin.
«Murmurei doçuras ao seu ouvido e ele se dissolveu em meu regaço. Nem notámos que a fogueira tinha se apagado: um outro fogo se acendera dentro de nós.»
Mia Couto. Fala de Mariamar em "A confissão da leoa".
 

18 de outubro de 2012

Um brinde à Caixinha das Cookies.



@Das Caixinhas das Cookies.


Por acaso, não tenho do que me queixar. 
Eu vi. Eu gostei. Eu perguntei onde havia. Só me faltou mesmo comer uma das Cookie Maria do Baby F. Bolas... Bolas, não! Bolachinhas!

Já agora, como é que o Pai da Criança se lembra de que havia uma "perdida" lá por casa e era essa mesma que me vinha parar às mãos, hein?... Ora pois, ali está ela!

Brindemos pois às Caixinhas das Cookies.
Brindemos pois à Amizade e ao Amor imenso que nos une aos 4. (Começámos por ser 3 e agora temos o maior dos Tesouros entre nós).

Sou mais grata hoje do que já era ontem. Amén!


11 de setembro de 2012

Manas da Vida!

«É porque fazes parte do meu ♥ ... e sentes, entendes e vives as coisas como eu.»
-- By Miss C. 
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Somos Manas da Vida. Partilhamos e sentimos o Património dos Afectos como só nós. Não precisamos de muito, nem de pouco. Temos o BASTANTE. Amamo-nos e respeitamo-nos como somos, sem grandes pressas nem complicações. Queremo-nos tão bem!

Abriste a porta do meu coração quando, há precisamente um ano, sete meses e quatro dias partilhaste o teu maior Tesouro... E foi, naquele instante, que a pontinha de amor que ainda me restava seguiu para o "nosso" Baby F.

Manas da Vida. De Coração e na Alma. Afinal, é aqui que guardamos tudo quanto de melhor temos. E eu tenho-te em mim. Para Sempre.