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25 de outubro de 2013

Sexo e cigarros vão (mesmo) bem.

«Há uma história sobre os Deuses Gregos. Estavam entediados e, por isso, inventaram os seres humanos. Mas continuavam entediados. Por isso, inventaram o amor. Deixaram de estar entediados e, por isso, decidiram experimentar o amor. E, finalmente, inventaram o riso, de forma a aguentar a experiência.» -- In Filme O Banquete do Amor.
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Vá, traz os copos de vinto tinto e o cinzeiro. E deixa a luz acesa...
 

29 de julho de 2013

Está lá qualquer coisita!


Tenho-te em mim pelo tempo que for; Pelo tempo que durou e possa, quiça, durar. Contudo, tenho consciência (e aceito-o naturalmente) que não quero gostar de ti, na medida em que sei que não és para mim. Ou, dito de outra forma, sei que não te posso ter. Nem tu sabes ser tu logo... Será que te queria mesmo?

Bom, "assim-comássim"...





4 de julho de 2013

De corpos colados,

«Fomos o amor proibido e nem assim deixámos de ser o amor sagrado,
só o nosso amor limpa o pecado,
só um amor assim é sagrado,
amei-te como se não houvesse pecado.» --  Pedro Chagas Freitas in "In sexus veritas".
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Almoçámos pela primeira vez a 3 de Junho de 2010; Guardei uma das rolhas do Lambrusco e mostro-ta sempre que te deixo lá ir. Ficas orgulhoso e eu derreto-me (ainda mais). Enches-me a peito e alivias-me a alma.
Não te punha nem tirava nada. Não te mudava; Deixava-te ser! Mostrava-te apenas o Mundo (esta "coisa" maravilhosa que também é a vida simpática que dizes que eu tenho) mas assim através dos meus olhos, estás a ver? E mimava-te imenso e tal, não duvides. Palavras doces pela manhã, daquelas que só se proferem quando se gosta e se quer bem de verdade.
Pois sim, é que eu acredito em ti e no teu enorme potencial (e isto não é somente sexual, mas também é!). Ah, e gosto de fazer amor contigo mas também posso garantir que os teus beijos à chegada me fazem viajar para uma qualquer outra dimensão. Isto e a forma como nos abraçamos e encaixamos logo depois da pergunta: - Como é, podemo-nos abraçar e beijar já aqui? Ainda não respondeste e já estamos de corpos colados.
De há 3 anos para cá que o dia do teu aniversário me enche a semana e me renova. E para ti, o de sempre: o MELHOR. Não foi possível almoçarmos ontem mas brindei a ti. Sou uma fixolas. E quem sabe, não brindaremos (de corpos colados) um destes dias?

2 de abril de 2013

O que (se) vai já não volta.

Querido tu,

Definitivamente que não quero amar assim. Nem a ti, nem a ninguém.
«Agora é diferente
Tenho o teu nome o teu cheiro
A minha roupa de repente
ficou com o teu cheiro
Agora estamos misturados
No meio de nós já não cabe o amor
Já não arranjamos
lugar para o amor

Já não arranjamos vagar
para o amor agora
isto vai devagar
isto agora demora.»
-- Manuel António Pina
  
Bem sei que é bonito, é poético mas é exageradamente demais. Sim. É DE-MAIS.

Quero caber em mim de alegria e de felicidade.
Amar-me, respeitar-me e honrar-me.
Ser um todo em mim, perder-me e enquanto isso, demorar-me em mim.

E, tal como te disse ontem, o que vai já não volta. São momentos que surgem e vão.
Nada mais. O resto é PAI-SA-GEM. Aprende esta lição e terás a vida bem mais facilitada.
Bom, ainda assim, gostas de mim da mesma maneira e...
Apesar de não entender boi do que isto possa querer dizer, digo-te que me amo incondicionalmente. E isto sim será para todo o sempre.
 

Whatever tomorrow brings I'll be there
With open arms and open eyes, yeah
Whatever tomorrow brings I'll be there
I'll be there

13 de março de 2013

Decididamente

«Não quero precisar de ti porque não te posso ter.»

Ainda assim, morro de saudades dos teus abraços, do teu calor, do teu carinho e dos teus beijos de língua que me elevam até nem sei bem onde. E estava capaz de tudo. Raios.

(Isto é apego e eu NÃO quero.)




Num andaime. Na multidão.

[Algures em Setembro/2010.]

BALADA PARA UM HOMEM NA MULTIDÃO.
 
Este homem que entre a multidão
enternece por vezes destacar 
é sempre o mesmo aqui ou no Japão
a diferença é ele ignorar.

Muitos mortos foram necessários
para formar seus dentes um cabelo
vai movido por pés involuntários
e endoidece ser eu a percebê-lo.

Sentam-no à mesa de um café
num andaime ou sob um pinheiro
tanto faz desde que se esqueça
que é homem à espera que cresça
a árvore que dá dinheiro.

Alimentam-no do ar proibido
de um sonho que não é dele
não tem mais que esse frasco de vidro
para fechar a estrela do norte.
E só o seu corpo abolido
lhe pertence na hora da morte.

-- Natália Correia.


11 de março de 2013

Agarra-me apenas.


«Quando chegares não fales! Agarra-me apenas, puxa-me para ti rapidamente para que eu possa sentir-te intensamente.»


10 de março de 2013

A alegria de uma chegada.

Das minhas coisas, da simplicidade que me esforço por colocar em tudo que vou fazendo na vida; Dos meus fins-de-semana, da minha paz, da tranquilidade da minha casa, do calor da minha cama e até da toalha que te deixo ficar na casa-de-banho. Dos folhados de queijo de cabra que preparei em menos de nada na ânsia de tanto te querer abraçar depois daquele toque de campanhia envergonhado. Da tua cara de menino, aquele pequenino que tanto queria proteger e amar para que pudesses sentir e acreditar que é possível. Daquilo que não te posso dizer (ainda), de tudo quanto partilhas comigo como se me conhecesses de todo o sempre. Das borboletas no estomâgo que te aguardam na certeza de que aquele abraço é sincero e aí sim podemos respirar calmamente. Do meu coração a bater com 100 mil cavalos, quase a saltar pela boca fora. Da minha face rosada como se de uma adolescente se tratasse, do nosso nervoso miudinho e da tua alegria por veres a mesa posta entre detalhes minimalistas repletos de carinho e de amor. Sim, dos requintes de amor. Do meu ensejo por provar o doce sabor de te amar calmamente, despidos de nós. Das nossas "férias", aquelas fugas que planeamos em surdina debaixo dos lençóis pretos que tu, tal como eu, tanto aprecias. Gosto do teu abraço e que me peças delicadamente para me deitar no teu ombro enquanto me acaricias as costas e afagas o cabelo. E eu permito que o faças sabendo que aquele momento é meu e que estou ali, inteira, a aproveitar tudo. Mereço-o. Gosto que sintas o sossego da minha casa e da minha higiene mental e que as disfrutes sem pressas, sem pensar nas horas perdidas que temos quando estamos juntos. Sem espaço nem tempo. Do meu sorriso timido mas orgulhoso por te ver no meu corpo, com tudo ali reflectido no espelho. Gosto que me escrevas "dorme bem" como quem diz "fiquei contigo". Gosto que me peças para beber da minha água e que me olhes profundamente nos olhos quando brindamos. Dos pedaços de sushi que me dás à boca, seguro de ti, sem pudores nem reservas. Gosto da forma como me tocas e me envolves, assim como do calor que emana dos nossos corpos unidos. Da tua pele, da tua energia e da tua forma simples de ser. Do teu esfregar os olhos enquanto falas de ti... Da tua presença ausente em mim e por aqui... De te dizer porque gosto tanto mas tanto de ti; Que te quero proteger e mostrar o Mundo através dos meus olhos. Gosto que gostes de me beijar a boca e até os dentes. Gosto que gostes de mim tal como sou e principalmente do meu sorriso. Gosto que gostes tanto "disto" que temos e que é tão nosso. Gosto das saudades que tenho tuas e de tudo que somos juntos. Gosto até que chegues 5m antes da hora marcada. 5m são preciosissimos, bem sei e são todos nossos, garanto-te. Gosto da dor que sinto no meu corpo por nos termos amado incondicionalmente até ficarmos saciados. Gosto que venhas, gosto que possas ser tu aqui comigo, na minha vida. Gosto de fazer parte da tua vida e da confiança que depositas em mim. Gosto que me peças para te fazer um cachecol de lã, falando a sério enquanto gozo contigo. Gosto que sejas fantástico, para mim és extraordinário. Dos riscos que corro por saber que me posso "desviar" do meu caminho pois contigo... Não tenho barreiras nem defesas. Deixo-me levar na certeza de que me esperas e me abraças como ninguém. E isto é um grande risco. O risco de me apaixonar perdidamente quando não tenho capacidades para sofrer no que toca às questões do amor... Mas tudo isto vale a pena em troca da alegria que sinto pela tua chegada. 

[Tu em mim e a falta que já me fazias - 19 de Julho de 2010.]




7 de janeiro de 2013

Tal e qual como se ama um orgasmo.



 Ano Novo, Vida Nova.
Amén, que é como quem diz: que assim seja!

Quero muitos dias assim, muitos começos de Ano em bom, em grande, com tardes no meio de lençóis, entre troca de beijos, de cheiros, de sabores, de carinhos e mimos, de vontades, de salivas que nos selam os corpos e outras tantas coisas que tais. 

Acabei de encontrar aquilo que é vida em nós. A nossa "cena", nada bonita e poética, é certo! É a nossa forma de viver esta "coisa" (eu ía escrever amor mas depois apaguei que lamechices deixaram de combinar comigo!), este nosso bem querer. E não, não te fujo das mãos. Estarei sempre disponível e aberta para ti. A-BER-TA, meu caro amigo. De corpo e alma; De mente, de bocas, de abraços, sedenta de ti mas principalmente de nós. Mas não te esqueças que não te quero exactamente porque... Não te posso ter!

Isto somos nós, na vida real! Ainda assim, e mesmo sem maçãs, deliciámo-nos!
«Amavam-se como se ama um orgasmo. Viviam o que tinham para viver, sentiam o que tinham para sentir. E partiam. Não havia perguntas difíceis nem respostas desnecessárias. Sabiam que aquilo, como tudo, era passageiro. E faziam questão, por isso, de o tornar eterno.»
-- Pedro Chagas Freitas.

31 de dezembro de 2012

A caminho de... 2013.


Querido Ano de 2013,

Vim aqui tão somente para te avisar de que é exactamente assim que te vou receber: de chicote em punho ou na mão, que isto agora já é como tu quiseres, até porque, em matérias de sexo e afins, cada um sabe o que quer e do que mais gosta. E nisto já não me meto pois... Cada um sabe de si.

Razão, senhores! RA-ZÃO. Será um ano para racionalizar; Se em 2012 nos "pré-dispusémos" a amar, eis que agora... Vai tudo a eito, já dizia a minha querida Avó Prazeres.

E já agora... Abram alas (ou abram-se eles...). Afinal, tenho o belo do chicote na mão.


27 de dezembro de 2012

Conceito de Felicidade.

Vamos fazer de conta que é dia 25 de Dezembro, Dia de Natal, caso contrário seria difícil contextualizar este meu post.

De há sete anos para cá que o meu acordar nesta data se tornou diferente. Sim, diferente, digamos assim até para não tornar este texto lamechas e manchado já, à cabeça, por tristezas e assim. "Coise e tal", como diria Miss V.

Abro olhos assim naquela, sem saber muito bem em que terra estou. O barulho das portas dos armários, de tachos e panelas há muito que se faz sentir e, acabo, naturalmente, por me render às evidências, encaixar e realizar, de uma vez por todas, que é hora de tirar o rabo da cama.

Primeiro, solto as pernas dos lençóis para sentir a temperatura do ar, procuro os chinelos de quarto que, provavelmente, estarão um para cada lado. Respiro fundo, mais uma vez. Há muito barulho lá ao fundo, na cozinha. Raios, xiça, penico! Nos entretantos, o cheiro de carne a assar tranquilamente no forno é algo que se me entra pelas narinas e me faz farejar, como se do mais belo perfume se tratasse. Mas não se trata do mais belo de todos, não. Isso é que não.

É o odor, o sabor, o calor do pescoço da minha Mãe que almejo sentir! Sei que lhe vou aparecer de surpresa, ela vai soltar uma asneirola fácil e feia mas depois aninhamo-nos como se não houvesse amanhã... Como se não houvesse destino. E, naquele INSTANTE, não existe, mesmo. De todo! Ou julgava eu que não existia. No fundo, e para ser realista, é mais isto, que há muito que deixei de acreditar no Pai Natal. Bem entendido.

Tudo o resto podia estar "lastimoso". Bom, certo e sabido que nunca fui pessoa de grandes lamentos até porque a vida tem-me corrido relativamente bem. Aliás, conheço alguém muito especial que sempre me disse «-Tu tens uma vida simpática». Confere; A pessoa está certíssima! Mas sim, por uma ou outra razão, a "coisa" podia até nem estar a correr de feição que a mim me bastava, tão somente, a minha Mãe existir, ela ser minha e eu ser a sua menina, a sua Paulinha de olhos grandes e pestanudos, de sorriso aberto e a quem ela tantas vezes obrigava a cantar. Pois que, é verdade. Fazia-me cantar e representar como se estivesse por aí, num palco qualquer. Ui, das figurinhas.

Aquele momento, aqueles abraços todos, os cheiros, o entregar-me nos seus braços, fazê-la sentir-se a melhor Mãe do Mundo e ser, garantidamente, a Filha mais feliz e preenchida desse mesmo Mundo também... Este sim é o meu conceito de Felicidade. Não, nunca conheci e dificilmente irei conhecer outro igual.

Hoje, no agora dos dias presentes que correm desalmadamente, como se fossem uns grandes malucos, as manhãs de dia 25 de Dezembro são, nada mais e nada menos, iguais a tantos outros acordares domingueiros. Preguiça daqui, preguiça d'acolá, salto da cama e tudo o resto acontece. Faz parte, direi eu. Ou não, sei lá eu! 

Do património dos meus afectos posso afirmar que, pelo tempo que for, pelo tempo que durar, o meu Amor Existe. E esse Amor (ainda) és Tu, Mãe



11 de junho de 2010

Como um rebuçado.

"(...) ainda hoje guardo na boca, como um rebuçado, o teu nome sussurrado como da primeira vez..."
Rodrigo Guedes de Carvalho

Pois que... Não sabemos onde foi que o Sr. Carvalho escreveu
tal frase mas verdade, verdadinha... Apreciámos deveras.

10 de junho de 2010

Can't Take My Eyes Of You.





Estou para esta música como quem está para viajar de Portugal ao México. Ou, quem sabe, seguir directa a Roma, passar em Milão e aí sim... Destino: México.

Afinal, eu até tenho uma vida Simpática. Disse-me ele.

E eu não tenho que o contrariar, certo?

É urgente o Amor!

"É urgente o amor.
É urgente um barco no mar.

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras."

Eugénio de Andrade





Pontes Entre Nós
Pedro Abrunhosa

Eu tenho o tempo
Tu tens o chão
Tens as palavras
Entre a luz
E a escuridão...

Eu tenho a noite
E tu tens a dor
Tens o silêncio
Que por dentro
Sei de cor...

E eu e tu
Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam
As pontes entre nós...

Eu tenho o medo
Tu tens a paz
Tens a loucura
Que a manhã
Ainda te traz...

Eu tenho a terra
Tu tens as mãos
Tens o desejo
Que bata em nós
Um coração...

E eu e tu
Perdidos e sós
Amantes distantes
Que nunca caiam
As pontes entre nós...

Que nunca caiam
As pontes entre nós!
Que nunca caiam
As pontes entre nós!

9 de junho de 2010

Chove lá fora...

Saí cedo, voei até à Aldeia. A manicura francesa aguardava-me. É verdade. Jantei com Papai e fiz questão de ter e de saborear tudo a que tenho direito. E nem a Herdade dos Coelheiros escapou.

Não lavei louça, não arrumei a cozinha e nem sequer a louça do marmito do almoço. Sentei-me de sofá e comecei a ler a Máxima que logo, logo me cansou. Liguei o Kanguru na vã expectativa de que este me levasse até à Austrália. Certo e sabido: nada feito.

Mas do nada, assim mesmo do inesperado o telefone tocou; Os meus olhos arregalaram-se e o estômago quis saltar tal e qual como da primeira vez.

Chove lá fora... Ouvi-te e senti-te perto. Quis-te mais perto, muito mais perto. Quis-te apenas para te beijar os olhos, colocar a tua cabeça num zona qualquer entre o meu pescoço, o meu peito e a minha barriga, numa zona em que facilmente os meus lábios pudessem alcançar os teus.

Quis-te NÃO. Quero-te. Como uma chama que se esquece, numa fogueira que arde de paixão. Sempre que o Amor me quiser, será assim... Não sei ser de outra maneira.

Hoje deu-me p'ráqui.


8 de junho de 2010

SuperWoman.

Por obra do acaso ou talvez não, a manhã começou consideravelmente bem. Entre sorrisos envergonhados, elogios rasgados e respostas feitas como "Eu não estou gira, eu sou ;-D", eis que me deparo com alguém que me dá passagem no meio da rua, tendo feito parar o trânsito matinal na Aldeia (literalmente, entenda-se), "uhuhu!", o pico máximo da agitação ali por aquelas bandas. Digo eu, claro, que não passo tempo nenhum no sítiozinho. Graças ao Universo e a mim mesma, naturalmente.

Tranquei as portas do carro, apressei-me q.b. a atravessar a estrada, olhei en passant e agradeci com um sorriso bem rasgado mas sincero. E, claro, pavoneei-me, no cimo dos botins enquanto se ouviam os tic tic tic dos saltos, bastante orgulhosa de mim, garanto-vos!

Pronto, pronto. Vou tentar colocar o maxilar no sitio já que não há meio de parar de me rir...

Mas é que nem a propósito... Surge-me a Alicia com as palavras certas, na altura certa. Aparentemente, a Moça tem mesmo as Keys to Freedom.



7 de junho de 2010

Light Me Up... Twice.

Continuamos numa de "viranço".

The one and only... The Ledendary Tiger Man.

Oh Oh Oh!


Hoje estou p'ráqui virada...

I mean, virada do avesso ;-D

Esta é outra das músicas que me deixa
desvairada de todo...