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1 de dezembro de 2014

O meu Pai, um Super Herói.

Até ver, o meu Super Herói continua a ser o meu Pai. Para o bem e/ou para o mal. Venham daí mais 61 anos de ti!

Cá estou, aqui estarei. Sei que não sou nem 1/3 do que gostarias que eu fosse. Hei-de ser sempre a ovelha ranhosa, aquela bem negra e sim, o meu coração, já sabes, é vermelho e branco. Sou do Benfica, tenho na alma a Chama Imensa, mas uma coisa é certa: vou sempre correr para os teus braços e pedir-te ajuda; Seja para mim ou para ajudar terceiros. Porque tu estás AÍ (para mim). Também. Bem sei que a nossa vida não se pautou por 1001 afectos mas também sei que tu és o meu Pai, aquele que fica feliz por me saber feliz. E isto chega-me.

Não te segui os passos na bola e nem tão pouco na política. Ainda assim, aprendi os teus ensinamentos e guardo-os em mim como um tesouro valiosissimo. Os bons e os maus, é certo. O sentido de justiça, a honestidade, a bondade, a tua verdade, o gosto pela leitura, entre outros. Ser-se correcto é um dom. Se isto vier das entranhas do nosso coração e sair assim, puft!, naturalmente... É realmente um bem supremo. Mas também gosto de dinheiro, tal como tu. Mas isto não é bom (mas talvez nem seja assim tão mau). Só não o tenho como uma prioridade. Uso-me dele, tão somente. Não sou sua escrava.

Faltou-me a apetência e o teu jeito inato para a Matemática e, deixa-me já dizer-te que, é algo que tanto admiro em ti. Ora lá está... Sou mesmo muito boa em Línguas. Adoro escrever, adoro ler e também já faço tricot, desde que o sofá esteja de feição, claro. Só não toco piano. Ainda assim, gostaria de saber cantar e também de trabalhar na Rádio.

Até já, Papai! Deves estar quase a chegar! Vamos estar juntos numa Segunda-Feira e isso, só por si, é maravilhoso. Mas não tão maravilhoso como tu. (Nem como eu, que sou só cá uma grande "vaidosona"!)

Lá em cima há planetas sem fim...




7 de fevereiro de 2014

3 anos de TI, maravilhas em NÓS!

Arte é amor!
Passaram-se 3 anos. 3 singelos anos. Fizeste-me crescer; Contigo re-aprendi o que é o Amor. E amo-te tanto. Desenfreadamente, com calma e com loucura. Fazes-me ser eu; Empurras a bola para longe e eu vou toda contente apanhá-la. E voltas a fazer o mesmo. E eu vou lá de novo!

Quando me abraças, nada mais existe. Parou, pára tudo. Não há tempo, não há espaço. Eu fecho os olhos e agradeço. E aproveito o momento. E cheiro-te. E tu invades-me e eu sou outra. Quando me pões a tua mãozinha no ombro sinto-me a maior e a mais protegida das mulheres. E amo-te mais ainda, querido Francisco.

Olha e... Já sabes que te amo muito mesmo, certo?!...


I've got an angel
He doesn't wear any wings
He wears a heart
That could melt my own
He wears a smile
That could make me wanna sing
He gives me presents
With his presence alone
He gives me everything
I could wish for
He gives me kisses on the lips
Just for coming home...




7 de novembro de 2012

Um Amor que veio para ficar.

Vieste para ficar. Abriste-me as portas do coração e fazes-me rir. Dás-me amor em forma de sorrisos, de abraços, comes ao meu lado ou à minha frente sempre como um senhor. Trazes-me os livros e todos lá em casa queremos saber as cores, os animais, as frutas e tudo o mais que aguce a nossa/tua curiosidade.

Chamo-te para irmos ver a montra de peixes mas, em contra partida, mandas-me jogar à bola a mim, enquanto cruzas as mãozinhas atrás das costas e vais ver dos cães que se passeiam na relva. O mais giro de tudo, é quando chamas a atenção da tua Mãe, só porque ela liga o carro e parece não querer esperar por mim. Mas não te apoquentes. Eu só fui à reciclagem!

Decididamente, aquela pontinha de amor que ainda me resta é tua. Pertence-te. Afinal, desejei-te tanto, mas tanto como se não houvesse destino. Mimei a barriga da tua Mãe desde o primeiro instante e confesso que te quis cá fora rapidamente.

Hoje, 1 ano e 9 meses depois, não me lembro sequer de como foi a minha vida até aos 9 meses que antecederam a tua chegada. Bom, mas isso agora também não interessa nada pois estás e estarás cá para ficar.  

E as nossas vidas agradecem, obviamente!
 



Tu & Eu, Julho/2012, na Costa da Caparica, claro!





31 de outubro de 2012

Hoje é Dia de Nádia.






Não é que crescem "moranguitos" de há 32 Primaveras para cá? É, sim senhora.

Por isso mesmo, e sem mais demoras, fica aqui registado que o dia 31 de Outubro é o teu dia. No meu coração e no coração de todos aqueles que têm cruzado o teu Caminho.

Sou feliz por te ter na minha vida, mais hoje do que já o era ontem. Acima de tudo, sou-te grata! Quero o MELHOR para ti, na certeza de que isto também será o meu melhor.






9 de setembro de 2010

Pensavas que me esquecia?

Parque das Nações, Lisboa. Julho de 2008.

Parabéns para Ti, meu Querido Amigo João Paulo.

PA-RA-BÉNS pelas Primaveras de hoje, por seres quem és e como és, por todos os ensinamentos dentro e fora da jungle, pelos sorrisos, pelos abraços que me davam cabo dos "costados", os cafés e os pastéis de nata cortados em três, por todas as teorias mirabolantes e fantásticas (desde o botão de rosa à máquina das farturas...) mas, acima de tudo, por seres um GIGANTE de alma, dentro desse METRO E MEIO de corpo.

Sempre e para sempre no meu coração,
porque existem pessoas assim...

25 de maio de 2010

Salvé o dia 20 de Maio de 2010!

Tão somente porque... Desliguei o cabo.
E apreciei deveras.

Depois de dormir pouco, de acordar cedo e de pôr o rabiosque em andamento, entre o sobe, desce, enche o balde, esvazia o balde, passa a esfregona, limpa, lava, escorre água, escorre gelo... Uffa! Lá se foi a arca do frigorifico. Paciência. Ainda que, devo confessar, custou-me verdadeiramente ter deitado comida fora... Bem mais do que vir um frigorifico novo, acreditem. Mas a manhã ainda ía no adro.

De seguida, desliguei o telemóvel, a "ficha" e todos os cabos em potencial ruptura. E permiti-me, nada mais, nada menos, do que 6:30 de puro prazer. Algo muito egoista, bem sei. Mas, nesta roda viva de interesses em que vivemos e em que esgotamos as energias uns dos outros constantemente, nada mais honesto e sensato para se fazer num dia de aniversário.

Tudo o resto veio por acréscimo: as massagens, os duches, o champanhe bruto com ameixas secas e bombons dentro do jacuzzi repleto de espuma, mais massagens, o óleo quente na testa, o almoço, o relaxamento, mais massagens no rosto, nas pernas, na cabeça, enfim. Pequenos luxos, experiências e vivências únicas, às quais é tão fácil nos habituarmos. Vou repetir, sem dúvida. Afinal, esta foi só mais uma forma de estar metida comigo.

Entretanto, e à semelhança de anos e anos anteriores, houve jantar no Salsinha, dos poucos sítios que aprecio na aldeia. Mas estes jantares nunca seriam os mesmos se não houvessem uns quantos loucos que ainda fazem o favor de me acompanhar! Por isso mesmo, e ainda por mais um par de botas, aqui fica o meu agradecimento sincero para quem "esteve".

Mas, não menos importantes, são de referir todas as outras pessoas que se esqueceram do meu aniversário. Para estas sim vai um agradecimento ainda MAIOR: obrigada por me fazerem ver o quanto sou GRANDE no meu 1,54m. E não é que estava de sandálias rasas?!?!




1 de dezembro de 2009

Carta Aberta.






As fotos são todas minhas e retratam bons momentos vividos em Liverpool, Nuremberga e na Vila do Mato (2008 /2009).



Ao meu Pai Vasques.


O meu Pai é alguém que muito admiro pela sua forma de ser, pela sua inteligência mas, acima de tudo, por manter aquele sorriso de Menino, tão puro e sincero, que tanto aprecio. O meu Pai...


O meu Pai és Tu.



Parabéns pelas tuas 56 Primaveras, que venham muitas para que eu possa estar assim, aqui e agora, a felicitar-te.


Adicionalmente, há que salientar também que:


- O meu Pai é um "betinho de primeira";


- O meu Pai ri de vez em quando e é super tranquilo, como se pode verificar, em algumas destas fotos;


- O meu Pai tem esta capacidade imensa de usar um cachecol do Glorioso em jogos internacionais, dentro e fora de Portugal;


- O meu Pai respeita as minhas tendências e ideologias políticas, não sem antes referir que "são votos sem peso" mas faz questão de ir votar comigo aos domingos de manhã ali, na minha antiga escolinha primária;


- O meu Pai guarda todos os postais, cartões e fotos improvisadas que lhe dou;


- O meu Pai ensinou-me a jogar a todos os jogos de rapazes e nunca fez distinções entre mim e os meus Primos por eu ser menina. Pelo Contrário, incentivava-me a ser sempre a melhor;


- O meu Pai é mega pontual mas eu não. Mas é ele quem me diz: «- Tu sempre foste assim. Não é defeito, é feitio.»;


- O meu Pai é excelente a Matemática mas nunca me conseguiu ensinar; Eu, por sinal, sou muito melhor em Línguas já que ele não "pesca" nada de Inglês. Nessa parte, quem ganha sou eu;


- O meu Pai usa sapatos com berloques, botas e relógios da Timberland, malas da Camel, roupa da Salsa, cintos a condizer com os sapatos, luvas e cachecóis e roupas de cores fortes somente porque sabe que
eu gosto;


- O meu Pai faz umas omeletes com batatas fritas fantásticas e coze bacalhau com batatas, feijão verde e ovos como ninguém, enquanto se encosta a ver os Morangos com Açúcar na cozinha;


- O meu Pai esforça-se imenso para conseguir estender roupa (principalmente lençóis e toalhões de banho) em condições, exactamente como já lhe ensinei 200 vezes (não quer dizer que consiga mas é de valorizar o esforço...);


- O meu Pai come carne branca, legumes, bebe leite de soja, toma equinácia e vitamina C para se prevenir das gripes e reforçar o sistema imunitário, tal como lhe "sugiro";


- O meu Pai faz reciclagem, de acordo com o que lhe ensinei, porque sabe que eu (provavelmente só eu) acredito num Mundo melhor;


- O meu Pai sabe qual é a marca de pensos higiénicos que eu uso;


- O meu Pai troca-me roupa nas lojas de mulheres, sem qualquer pudor, mas não gosta muito que eu pague 70€/mês ao Solinca e não meta lá os pés desde Março;


- O meu Pai compra-me jornais, Ferrero Rocher, as quantidades de fruta que lhe peço e os detergentes para casa que lhe indico;


- O meu Pai acha que eu não devo usar o Visa tantas vezes (LOL);


- O meu Pai é do Sporting e eu sou do Benfica desde pequenina; Porém, segundo ele, nunca manifestei qualquer dúvida sobre a minha preferência futebolística e, talvez por isso, é só a ele que ligo da Catedral a perguntar se este ou aquele lance era ou não válido, se foi ou não penalti, se o jogador tal estava ou não fora de jogo, etc. Talvez por isso, seja ele o único Lagarto com quem consigo falar sobre futebol, trocar ideias e opiniões, ainda que "joguemos em campos opostos";


- O meu Pai não se importa se namoro ou não, se me caso e tenho filhos ou não;


- O meu Pai adora Simon and Garfunkel mas também aprecia bastante a Madonna, para não falar de gostar de ver a TVI (ghghghghghghg);


- O meu Pai diz que eu tenho muito mau feitio e nem sabe a quem é que eu saí assim mas, por outro lado, aprecia bastante os meus cozinhados;


- O meu Pai chegou a dizer-me em tempos que eu gostava mais do meu carro preto do que dele próprio(!);


- O meu Pai acha que, com o passar dos anos, eu estou cada vez mais parecida de cara com a minha Mãe, especialmente se não estiver ruiva;


- O meu Pai daria tudo para me ver e sentir feliz.


Mas eu (ainda) não sei se mereço tamanho sentimento.





29 de novembro de 2009

27 de Novembro de 2008: O 1.º Post desta Paragem.


(Esta foto foi tirada naquele dia em que houve uma grande trovoada em Lisboa...
Não é obra minha e nem me recordo da data!)



O 1.º post editado e publicado nesta Paragem chamou-se - Na "Paragem das Horas" há Caminhos e Pensamentos... Em jeito de homenagem à tua insistência em chamar Paragem das Horas ao meu blog recém criado. Ai, ai... Coisinha tonta.


<<(...) and I’m just having thoughts of Marianne (...)>>

O primeiro post, a primeira mensagem é Tua. Assim como que em jeito de agradecimento...

Por tudo o que ÉS.

Por tudo o que me tens ensinado.

Por partilharmos risos, sorrisos e música entre jantares, vinho, cigarros e o creme da cara, claro.

E, mesmo na "Paragem das Horas", saberás sempre qual o Caminho... O Teu Caminho.

Abraço Meu.

http://br.youtube.com/watch?v=YnudZOLkdC4


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Hoje, passado que está um ano e dois dias, resumo, traduzo, penso, edito e publicarei algo assim (a bold que é para não me esquecer...):


<<(...) and I’m just having thoughts of Marianne (...)>>

I'm not having thoughts about nothing! I prefer not to think or even feel.


O primeiro post, a primeira mensagem é Tua. Assim como que em jeito de agradecimento...

Gostaria que este fosse o último post que te dedico mas... Não consigo prometer tal coisa. Assim como nada tenho a agradecer-te.


Por tudo o que ÉS.

Que, no fundo, não és e nunca foste. Iludiste-me tanto e eu... Eu permiti.


Por tudo o que me tens ensinado.

Que, no fundo, não me ensinaste nada. Apenas me fizeste recordar como dói... Sofrer por amor.


Por partilharmos risos, sorrisos e música entre jantares, vinho, cigarros e o creme da cara, claro.

Agora, nem risos, nem sorrisos, nem música. Quais jantares, vinhos, cigarros e quanto mais o meu creme de cara.


E, mesmo na "Paragem das Horas", saberás sempre qual o Caminho... O Teu Caminho.

Tu??? Tu nem na Paragem das Horas és capaz de te encontrar quanto mais na... Paragem das Máquinas.


Abraço Meu.

Babe, bem podes esperar. Arranja uma cadeirinha fofinha para esse rabo rijo ou, em alternativa, pensa num bom colchão. Assim, podes esperar na horizontal e não corres o risco de ficares com o dito rabo rijo quadrado.


(E mais. É que nem o vídeo da Tori se ouvirá aqui hoje, passado que está um ano e dois dias. Desculpa-me querida Tori. Ficará para uma próxima.)


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29 de Novembro de 2009:

Fiquei com tanto para dar... E gostaria de estar a pagar de outra forma.









17 de outubro de 2009

Nem parece...


Foto de Paula Santos. Largo Camões, 23 de Dezembro de 2008.


Caramba! Nem parece que passou um ano mas... Passou.


Foi exactamente no dia 16 de Outubro de 2008 que eu te disse, dentro do teu "pequenino", que era em ti que eu pensava e que eras tu quem eu queria... Conhecer melhor. Foi mais ou menos assim, num parque de estacionamento escuro e sombrio, depois de jantarmos frango assado com o meu Pai e de eu te ter ouvido cantar na Igreja de Santa Isabel, enquanto fazia de conta que lia o "No Parapeito" da Rita Ferro Rodrigues.


A surpresa tomou conta de ti. Ainda assim, não me arrependo. Aliás, não me arrependo de nada do que fizemos. O meu coração batia tanto, queria saltar cá para fora e entregar-se nas tuas mãos. Na verdade, não saltou naquele momento... Saltou depois, tornando-se como que um coração virtual que depois... Se "desvirtualizou". Sabes, apesar de tudo, ainda hoje gostaria de entender uma série de coisas que, vai na volta, não interessam nada mas... Pronto.


Lamento profundamente por todos os abraços e beijos que não me deste. Ficou este mau sabor na boca, esta mágoa profunda de quem não viveu o que poderia ter vivido assim, de uma forma leve e tranquila, sem ciúme, sem dor, sem pressas... Amei-te sem rodeios, sem olhar a meios. Mimei-te, enalteci-te, desejei-te todas as noites, com ou sem sexo. E, ainda esta manhã, enquanto me remexia na cama, entre o saltar ou não para a manhã que insistia em surgir, dei por mim a esticar o braço para ver se ainda ali estavas... Mas não, não estavas. Acho que o que me custou mesmo não foi a ilusão de poderes, eventualmente, estar ali, ao meu lado... O que me custou horrores foi perceber que não te poderia tapar com o lençol para que... Não sentisses frio ao acordar.


Dói, não te nego. Mas, acima de tudo, esta dor deve-se exclusivamente ao facto de nunca me teres dado uma oportunidade... Pelo tempo que fosse. Afinal, se pensares um bocadinho, não te custaria nada receber os meus carinhos em público, no centro comercial ou no meio de uma rua qualquer. Vês, teria sido tão fácil se me tivesses enxergado... Hey! Eu não passo de uma Menina Frágil de quem tu poderias ter tomado conta, pelo tempo que durasse... De uma forma leve e tranquila, sem ciúme, sem dor, sem pressas... Sem rodeios e sem olhar a meios tal como... Eu te amei.


Se eu quisesse exprimir
tudo o que vivi neste último ano, usando uma forma distinta daquela que tenho escrito Aqui, a coisa ficaria mais ou menos assim...


«Relógio , tempo partido. Parado, rasgado. Porque é ao que me sabes. Nesta introdução metafórica da história - a tempo parado . A tempo que se calou sem dar por tal , para meu desprazer. Ferimo-lo a ele, coração - em tantos sentidos diferentes que, quebrando barreiras de espaço-tempo, não distinguimos mais o passado do presente - será porventura amor? Di-lo com as palavras certas, se as há, entre gestos certeiros e virgulas açucaradas (...)


São os meus dedos entrelaçados com a dor que lançam o relógio contra a parede e tudo (me) sabe
tudo (me ) sabe à ausência do amanhã. Porque não há tempo que me tire este gosto por ti. Este gosto de um amor a pique, um amor de baloiço, um amor de loucos, um amor doente, um amor vivo! Este irredutível amor pela tua imagem, recheio da pele e dos traços que traço em câmara lenta, com cheiro a vento e a cor... A do teu cabelo avelã, a de todo o mel que em ti existe.


(Sim vivo-te tanto quanto te amo). Em horas metódicas que para mim são minutos. Minutos. Minutos de um relógio quebrado por ti . Quando tiraste a corda ao meu relógio decrescente...


~ E ficou escuro, negro - noite.»


In Entre Corações e Palavras, aqui - http://tatianiinhaa.blogspot.com/2009_10_01_archive.html



Mas não!... Eu «não sou suficientemente decorativa para a tua vaidade»! Curioso, curioso é perceber que "as outras" nem decorativas são! Cuidado... Trata-me desse teu sentido de estética por favor! Ou será que se perdeu nessa busca incessante do que há-de vir ou talvez não? Eh pá, em alternativa, experimenta sintonizar de vez essas antenas, boa?...


E, antes de dizer Adeus
às Senhoras e aos Senhores, "postei" com direito a dois vídeos e três etiquetas. Olhem... Coisas Minhas, para ser diferente e tal...