29 de outubro de 2012

Alexandra | Momentos de Mudança.

Vale a pena conhecer a Alexandra Delgado.

Contactos possíveis:


-- NIB Alexandra Delgado: 0018 0003 3177 3666 02082
 
-- NIB Pais Alexandra Delgado: 0018 0000 4075 5083 00138 (António Delgado – Santander TOTTA).





« - Pronto, a partir daqui é exclusivo.»

Sim, tratou-se de um voo especial e aviso já que o vídeo do Tio A. é recomendado para "Lamichas" e outros que tais mas... Enfadonho para os menos crentes no amor.

Para quem estiver interessado pode ver tudinho aqui: Há amores assim. 

Diz que sim mas é altamente questionável e nunca confiando (nem fiando, que a vidinha não está fácil). Senão, reparem: a outra senhora também confiou na "virgem" mas depois... Pôs-se ao fresco. Ah, pois foi.

No que toca à Bruna e ao Miguel, a partir dali foi coisa exclusiva, sim senhor. Desta feita, desejamos que a vida lhes continue a sorrir em grande e em bom!


Voltar às origens.

Quanto a isto, será um voltar às origens, numa altura em que urge mudança. Resumindo e baralhando, pior não se pode ficar.

28 de outubro de 2012

E ficou escuro, negro - noite.

"Lamichas" a rodos, aviso já.
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«Relógio , tempo partido. Parado, rasgado. Porque é ao que me sabes. Nesta introdução metafórica da história - a tempo parado . A tempo que se calou sem dar por tal , para meu desprazer. Ferimo-lo a ele, coração - em tantos sentidos diferentes que, quebrando barreiras de espaço-tempo, não distinguimos mais o passado do presente - será porventura amor? Di-lo com as palavras certas, se as há, entre gestos certeiros e virgulas açucaradas (...).

São os meus dedos entrelaçados com a dor que lançam o relógio contra a parede e tudo (me) sabe tudo (me ) sabe à ausência do amanhã. Porque não há tempo que me tire este gosto por ti. Este gosto de um amor a pique, um amor de baloiço, um amor de loucos, um amor doente, um amor vivo! Este irredutível amor pela tua imagem, recheio da pele e dos traços que traço em câmara lenta, com cheiro a vento e a cor... A do teu cabelo avelã, a de todo o mel que em ti existe.

(Sim vivo-te tanto quanto te amo). Em horas metódicas que para mim são minutos. Minutos. Minutos de um relógio quebrado por ti . Quando tiraste a corda ao meu relógio decrescente...

~ E ficou escuro, negro - noite.»
(Autoria não revelada, a pedido.)


You say:
Love is a temple, love a higher law
Love is a temple, love the higher law
You ask me to enter, but then you make me crawl
And I can't keep holding on to what you got
When all you got is hurt.




~ Love is a temple, love the higher law... For sure!

A, de Amália.

"Nada é perfeito, íntegro, absoluto na Terra. Mas nunca se sabe o que pode acontecer, temos sempre uma esperança no nosso íntimo, para nós e para os outros." 
Amália Rodrigues


É que não se explica e vai para além do que é visível, perceptível. Ultrapassa a admiração; É mais do que respeito. É e será sempre uma eterna contemplação.

Tudo o que diga respeito a esta Senhora fascina-me; Tiro-lhe o chapéu, bato palmas de pé e até me curvo em jeito de vénia.

Apreciei sobremaneira saber isto e ainda mais isto.

Coração independente,
Coração que não comando:
Vive perdido entre a gente,
Teimosamente sangrando,
Coração independente.




Remember the blue sky above the rain...

[Não tenho feito outra coisa. Afinal, não sei ser de outra maneira. E há muito que deixei de pedir desculpa por ser como sou! (Ham-Sa.)]



Sete anos depois.

Aconteceu em 2005.
Seguiram-se os anos de 2006, 2007, 2008, 2009, 2010 (O que nunca havia sido escrito.), 2011, 2012... Tic tac, os relógios continuaram a dar horas, as estações do ano chegaram e partiram a seu tempo, os corações não pararam de bater, a vida continuou e o Mundo, esse grande Senhor, não parou de girar. Rapidamente. Ou nem tanto.

Hoje, sete anos depois, nos dias que têm corrido como podem correr... 
Mereci tudo porque passei. Mas ainda não sei se aceito; Não sei se fizeste bem ao deixar-me assim. Egoismo meu, certamente; Fiquei sem ti, sem nada de nada, sem norte e sem chão, desventrada e desprovida de tudo e, ao mesmo tempo, de nada. Mas a verdade, nua e crua, é que fiquei sem mim.

Ainda assim, tenho-te em mim como jamais terei algo ou alguém. Repleta de recordações boas e eternas que me acompanharão ao longo dos tempos... Ao longo de mim. E sim, amo-te mais hoje do que alguma vez te amei. O nosso amor de sempre brilhará... Para SEMPRE.

Do que o tempo levou.


E o que eu já chorei por ti,
mas sempre por gostar de ti...









Do meu Benfica.

Isolado que está, ainda que possa ser por uma questão de horas, na verdade é que isto me deu alegria e alento para (continuar) acreditar no MEU BenFiCa. E que assim seja!

Por isso mesmo, é de registar.

26 de outubro de 2012

Dos incêndios.

Foi isto que aconteceu.

Porém, a notícia já está desactualizada há mais de duas horas (bolas, o ionline é do piorzito...). Pelas 14:15, a coisa "booommm", deu-se e resolveu-se.

Ui, pelo menos foi o que disseram os Senhores...

Com Todo o Respeito.



Eu, em modo outsider, também "saquei" duas fotos (de péssima qualidade, por sinal).
Jorge Palma@Teatro Tivoli, 25 de Outubro de 2012 (Com Todo o Respeito.)



Com todo o respeito, fizemos o favor de entrar, naquela que mais parecia a sala de estar da casa do Jorge Palma. Mas não. Fomos vê-lo ao Teatro Tivoli onde, mesmo ali a 300m, alguém bebia descontraidamente umas minis, no fim de um dia de trabalho.

Do alinhamento apresentado (sim, sou uma grande maluca e registei o nome de todas as músicas tocadas), apenas me escaparam 3. Coisa que, na prática, correspondeu sensivelmente a 1h50m de puro prazer. E não, não foi coisa pouca. Haja saúde! Do meio do nada, alguém grita: « - Jorge, faz amor com o teu piano!».

Deste Jorge sóbrio (Sim, sóbrio. E, tal como me disseram mais tarde «... Nem sempre se pode estar em altas, nem mesmo o Jorge...»), muito honesto e carismático, naquele que foi talvez dos seus melhores concertos, guardaremos todo o lume que nos deu, assim mesmo, vibrante como uma estrela do mar. Perdemo-nos numa terra dos sonhos em busca do tal bairro de amor, tipo take a walk on the wild side, coise e tal. E, numa página em branco, escrevemos: Portugal, Portugal... A gente vai continuar!

A frase da noite, esta do próprio Jorge, retive e partilhei com quem de direito:
« - É tão bom não saber o que vai acontecer... Isto é o que dá tesão à vida». Confere, digo eu.

Só por enfrentar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
Deixo o tempo decidir...





25 de outubro de 2012

Sem o amor o que seria da imaginação?

Pois que me parece que andam ambos de mãos dadas.


To whom it may concern (adoro escrever isto!).
Quis o Universo que os nossos Caminhos se cruzassem, há precisamente 3 meses atrás, ali assim mesmo à beirinha, quase que na curva... Bem pertinho da esquina, como o amor deve acontecer.

Aqui estou e estarei. Firme! Emocional, espontânea, amorosa, dedicada e fogosa. Sempre. Frágil quanto baste, sem dúvida. Sem ponta de "lamechices", coisa que prefiro deixar para todos os coitadinhos e coitadinhas dessa vida que, vezes e vezes sem conta, batem com a mãozinha no peito e metem o coração nas bocas por tudo e por nada, basicamente. E para quê? Para NADA.

Sim, NADA nem ninguém, nem que o Mundo se vire do avesso, me fará deixar de acreditar que o Amor é uma linha recta. Ou, como diria uma amiga minha, altamente entendida nestas matérias: «-Vagina vai, vagina vem». Siga!

Só por HOJE, tenho alguma pressa... O Teatro Tivoli e o Palma não serão os mesmos se não me virem na plateia!


Está a saber-me mal
Este whisky de malte(*)
Adorava estar in
Mas estou-me a sentir out
Frágil, Eu sinto-me frágil .






[(*) Deve ser por isso que não gosto de whisky. Venha o belo do vinho tinto, sff.]





 

Na Terra dos Sonhos.

Esta é outra música que atravessa credos, idades, religiões, orientações sexuais, cor politica e até clubismos. E faz-nos pensar.

Utópico ou não, a verdade é que:

Na terra dos sonhos, podes ser quem tu és,ninguém te leva a mal
Na terra dos sonhos toda a gente trata a gente toda por igual
Na terra dos sonhos não há pó nas entre linhas, ninguém se pode enganar
E abre bem os olhos,escuta bem o coração se é que queres ir para lá morar.

  Resumindo, baralhando e voltando a dar...

Se queres ver o mundo inteiro à tua altura
Tens de olhar p'ra fora sem esquecer que dentro é que é o teu lugar
E se ás duas por três vires que perdeste o balanço
Não penses em descanço, está ao teu alcance tens de o encontrar.





Dá-me Lume.

Para o "meu" R.

Eu tinha o espírito aberto
Ás vezes andei perto
Da essência do amor
Porém no meio dos colchões
No meio dos trambolhões
A situação era cada vez pior
Tu despertaste em mim um ser mais leve
E eu sei que essencialmente isso se deve
A esse passo inseguro e ao paraíso no teu olhar

 




O Jorge Palma é tipo tu cá, tu lá. Acompanha gerações e gerações, é transversal. Ou se ama ou se odeia, tal e qual acontece com a ópera e com o fado.

Comigo, não tem sido diferente, isto é, não existe nenhuma música que não se "vista em mim", como se tivesse sido feita à minha escala, à minha medida, quase como se ele me vasculhasse a alma e vislumbrasse assim, a olho nú, as minhas entranhas, as penas, algumas dores e umas quantas alegrias (e gazuas também, entenda-se!).

Desta feita, "Dá-me Lume" transporta-me para "lá de Bagdad", onde supostamente ficaram as botas do outro Sr.. E leva-me até há precisamente 9 anos atrás, mais concretamente por altura do Santo António, ali mesmo para as bandas da Caparica, naquele que será sempre o nosso eterno Camping.

Entre uma rodela de chouriço, um vinho tinto do mais rasco possível, uma colherada de caldo verde, um passito de dança, mais uns shots estranhos na Disco mais perto, senta daqui, abraça d'acolá, vários pedidos e uns tantos beijos roubados, um calor gigante em pleno Junho, o acordar mais cedo para irmos às sardinhas, o irmos juntos fumar o último cigarro da noite a ouvir o mar, o esperarmos um pelo outro à porta das WC (ui, que lindo!), o lavarmos a louça e fazermos a salada juntos... Sim, foi tudo isto que me fez chegar até ti naquela altura quando, na realidade, já éramos amigos desde os 14 anos.

SIM. Demo-nos muito lume; incendiámo-nos vezes sem conta. No fundo, não passamos de uma mulher e de um homem vulgares, que tivemos a sorte de nos saborearmos muitas vezes, na certeza porém de que sabemos que somos (e seremos sempre) os tais. E isto, definitivamente, ninguém nos tira... E só nós dois entendemos.

Fraquezas nos corações.

Enquanto o Palma canta,

Atenção!
Os dois podemos ter razão
Vai por mim
Há momentos em que se faz luz
E depois regressamos os dois
À escuridão!

Re-organizo a mente, suspiro tranquilamente e penso no Mantra ~ Ham-Sa ~.
Saber, com os olhos do coração, tudo quanto não queremos não é egoísmo. É livre arbítrio, é verdade, é amarmo-nos sem limites nem restrições. É sermos nós, em pleno.

E isto,
 
Fraquezas nos corações,
As lágrimas cheias de sal
Não lavam o nosso mal...


Não interessa para nada. Paisagem é e será sempre Paisagem.

Só Por Hoje, é certo e sabido que me vou voltar a emocionar com o Jorge Palma no Teatro Tivoli. E que assim seja.


[~ Escuridão ~]



Coisas de Inverno.

Refiro-me a esta "bela coisa": Horário de Inverno...


Já sinto o Inverno há várias semanas... Se é para vires, vem. Mas de uma vez só. E não me faças perder tempo. Daqui a nada, terei novamente Sol e Mar para me cobrirem o corpo, aquecerem a alma e dar cor ao meu coração. Assim mesmo, em BOM.

Que assim seja.


When you gonna make up your mind
When you gonna love you as much as I do
When you gonna make up your mind
Cause things are gonna change so fast
All the white horses have gone ahead

Tori, Tori... Amos.





SKYFALL@2012.






«(...) Sobre o resto do enredo, desculpe, mas estamos a recuperar o fôlego depois desta monumental celebração das bodas de ouro. Se não achar que este tipo é o maior, pode sempre beber uma Heineken, usar um Omega ou comprar um Vaio.» -- Escreveu a Maria Ramos Silva no Jornal i de hoje. Aqui: SKYFALL@2012.


«Do céu caiu um presente de aniversário.
Os tempos estão como a bebida, agitados, claro, mas não mexidos ao ponto de se assistir a um tufão no copo. Um franchisado gosta de marketing, e este, que inaugura hoje a sua 23.a filial, “Skyfall”, bateu todos os níveis de agitação nos últimos meses. Craig é Bond. Bond é Craig. Ambos têm sido inseparáveis em anúncios a cerveja, relógios e equipamento tecnológico. Ambos assistiram ao sucesso do novo perfume 007, que no Reino Unido, nos primeiros dias, vendeu o equivalente a mil copos cheios de Martini. E ambos borrifam a assistência com uma chuva de acção. Quem não quer cheirar como o agente secreto mais famoso do mundo que atire a primeira pedra ao filão do product placement. “É muito simples. Sem estas marcas não teríamos conseguido fazer este filme”, justificou o protagonista das campanhas. Abençoada publicidade, justificamos nós. Afinal estamos a falar de um orçamento de 200 milhões de dólares. E, mais do que isso, de duas horas e meia impagáveis, para devotos e espectadores casuais. Sam Mendes dirige a saga de um cinquentão com eterno charme juvenil, cuja lealdade a M é testada, entre regressos ao passado e ataques ao MI6. Sobre o resto do enredo, desculpe, mas estamos a recuperar o fôlego depois desta monumental celebração das bodas de ouro. Se não achar que este tipo é o maior, pode sempre beber uma Heineken, usar um Omega ou comprar um Vaio.» 

-- E eu não vou perder mais este filme do 007! Cresci com ele (salvo seja!) e, bem melhor do que isso, aquelas manhãs de Domingo no Cinema Lido, de mãozinha dada com o meu Pai, cheia de mim e de orgulho por ele estar ali comigo, estão para sempre guardadas no Baú das minhas Recordações mais íntimas. --

~ Ham-Sa. ~



 


24 de outubro de 2012

As Linhas de Torres (que é como quem diz, de Wellington).

As Linhas de Wellington. Portugal, 2012

Mais info's aqui: As Linhas de Wellington.


Pois que a Terça-Feira foi uma noite mais do que bom para descomprimir.
Jantar, cafezar/fumar naquele pequeno "tesouro" que a S. me apresentou (ui, é que para além dos deliciosos scones, o cheesecake e o bolo de chocolate com manga são também divinais!) e ainda deu para matar saudades do Fonte Nova e de lá ir cinemar.

Numa escala de 7******* (a minha escala, portanto, até porque quem manda aqui sou eu), dou 3* a este filme. As representações não são, de todo (para não dizer nada), excepcionais mas o que me ficou efectivamente na "retina" foi a abordagem histórica apresentada e, acima de tudo, o que pude lembrar e aprender da história de Portugal (por exemplo, sabia lá eu que os ingleses nos tinham vindo ajudar na guerra contra os franceses...).

Nota adicional:
Se tem a mania de que não gosta de filmes portugueses, não se atreva a sair de casa para ir ver este em particular. Às páginas tantas, vai (mesmo) continuar a achar que não gosta de filmes portugueses.


É como o queijo numa ratoeira.

Tendo por base as etiquetas Nós Por Cá e Opiniões, aproveitamos esta "maravilha" da Internet - a Blogosfera -, para destacar uma ou outra notícia diária. Ou semanal. Ou, quiçá, mensal, que isto de lidar com mulheres é algo deveras complicado. Ou não. Mas... Acreditamos que vale a pena.

E, antes mesmo que se faça tarde, optámos por destacar esta notícia Três fases para o sucesso da empresa no Jornal i de hoje, de onde extraímos isto:
 
«O sucesso das organizações depende em grande parte dos recursos humanos e da forma como estes são aproveitados. Mas como gerir, avaliar e motivar uma equipa nos dias de hoje? Foi este o mote de mais uma edição do iBreakfast, uma parceria do jornal i e da consultora Stanton Chase. (...) Cabe também às organizações o papel de manter as pessoas motivadas: “Exige muita criatividade”, garante Maria João Gomes, da WeDo Technologies. Para Sandra Faustino, HR Manager do Banco Santander Consumer Finance, é necessário “ter diferentes planos consoante a faixa etária. A personalidade das pessoas deve ser tida em conta”.»

Isto faz-nos pensar na realidade e na conjuntura actual vivida por "aqui". E não deixa de ser castrador assistir à promoção da falta de mérito e de capacidade profissional de tanta gente (gente não, gentinha), durante anos e anos a fio. E são quase sempre os mesmos.

Ainda no mesmo contexto, voltamos a pensar nas três fase para o sucesso da empresa: avaliar, gerir e motivar.

Por "aqui", o sistema de avaliação dos colaboradores é altamente duvidoso e, no nosso entender, corrupto. Não se cumprem datas, não se reúne para definição de objectivos, não existem prazos para nada e, no fim, assinam-se formulários sem fim, atestando que "aceitamos" (À FORÇA) manter a mesma avaliação do ano anterior. Que bonito, apraz-nos dizer.

O gerir e o motivar são verbos que me fazem, pomposamente, ROFLOL. A "gestão" até pode ser ensinada (e enaltecida sobremaneira em rankings "do cócó e do xixi" que só servem mesmo para alimentar egos de gente pequena e mesquinha) mas "gerir" em ambiente manifestamente esclavagista parece-nos, um tanto ou quanto, ordinário e sem qualquer ética. Já a motivação... Essa ficará para quem a "apanhar". 

E pronto. Vamos ali e já voltamos.







23 de outubro de 2012

Appleton.

«- Então mas a Mana não quer ver?», perguntou a Appleton.

«- Claro que quer!», respondemos NÓS os 3.
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Nos dias que correm, já é o "nosso" Tesouro (bolas, até parece que o fizemos a "3 mãos", M E D O!) que nos ensina a ler e até nos conta histórias. Também ele sabe tudo o que quer e... Quer tudo (de preferência à maneira dele, reinado é reinado)!

Baby F., eu não me canso de dizer:
Aquela pontinha de Amor que ainda me restava pertence-te desde o dia 7 de Fevereiro de 2011. E eu sei que tu cuidarás bem dela e de mim também. É amor, é amor, é amor o que sinto por TI.



@7 de Fevereiro de 2011.

Angel...






22 de outubro de 2012

Lampejo de Felicidade.


Eat, Pray and Love, de Elizabeth Gilbert@2007.



 Something's Gotta Give, de Nancy Meyers@2003.


«(...) Foi dentro de uma banheira em Nova Iorque, a ler em voz alta um dicionário de italiano, que comecei a remendar a minha alma. A minha vida estava feita em pedaços e tinha tanta dificuldade em reconhecer-me que provavelmente não teria conseguido identificar-me num alinhamento policial. Mas senti um lampejo de felicidade quando comecei a estudar italiano. E quando se pressente a mais remota hipótese de felicidade depois de tempos tão negros, devemos agarrá-la pelos tornozelos e não a largar até que ela nos arraste e tire da lama - isto não é egoísmo, mas obrigação. Se nos foi dado o dom da vida, é nosso dever (e também nosso direito como seres humanos) encontrar algo de belo nessa vida, por mais insignificante que seja. (...)»


Tinha um parágrafo do livro Eat, Pray and Love (pág. 136), devidamente marcado com o teu nome, para te ler há umas semanas atrás mas quis o Universo que tal não acontecesse. Agora, ao folhear novamente o livro para localizar uma outra coisa, deparei-me com o teu nome escrito e senti vontade de partilhar este excerto contigo. Afinal, foi esse o meu ensejo inicial (...). 

(...) faço questão de te dizer que:
Conseguiste (...) tornar-me numa mulher feliz e, consequentemente, numa pessoa melhor. Afinal, quando se ama tudo à nossa volta é belo e crescemos que nem "gigantes", de dentro para fora. Um coração cheio e amado transmuta e transforma tudo à sua volta...

(...) envio-te todo o meu amor, carinho e bem querer.
Vivi o que tinha que viver pois, no fim de contas, e tal como escreveu a autora daquele livro, era meu direito mas também obrigação agarrar a felicidade que "trouxeste" à minha vida. E é de coração cheio, com muito orgulho e vaidade que admito que este foi o mais próximo de um lampejo de felicidade que tive, depois de ter perdido a minha Mãe há quase 7 anos atrás. Garanto-te, sou-TE tremendamente GRATA.

Sou e serei sempre uma "Mulher para Amar".
Tal como diz o Jack Nicholson quando se refere à Diane Keaton, no filme Alguém Tem Que Ceder (Something's Gotta Give, 2003). (...) Isto para mim foi a "Construção" em que me fizeste acreditar.

Por tudo isto (e por tantas outras "coisas" que acabaram por ficar suspensas "no ar").
Deixo-te um Abraço enorme.




Ham-sa ~ Eu Sou Aquilo.







Mais info's aqui: Rider Waite Tarot.


Entre um Mago e um Eremita.
Isto é mais ou menos como eu me sinto, entre um Mago e um Eremita. Novos Caminhos (8 pelo menos!), o (querer) Saber (sempre mais e mais!), a Segurança e a busca do Conhecimento o que, neste caso em particular, é/foi completamente pela via do  Auto-Conhecimento.

A auto-cura urge! E porque reciclar também faz parte da transmutação que vou operando em mim mesma, fui repetir o Nível I do Reiki no passado Sábado, 3 anos depois de ter concluído o Nível 3.

Pude sentir, mais uma vez, a bênção da sincronicidade existente entre o estar onde quero estar, a fazer a coisa certa, na altura certa. Grata; Sou/Estou tremendamente GRATA por ter uma vida boa, tranquila, com saúde mas também por ter a possibilidade de fazer Cursos e continuar neste meu Caminho.

Ham-sa.
Em sânscrito significa Eu Sou Aquilo. Trata-se de um mantra natural que representa o som da nossa própria respiração.

«(...) Enquanto vivermos, cada vez que inspiramos e expiramos, repetimos este mantra. Eu sou aquilo. Eu sou divino, estou com Deus, sou uma expressão de Deus, não sou separada, não estou sózinha, não sou esta ilusão limitada deste indivíduo.(...)», in Livro Eat, Pray and Love, de Elizabeth Gilbert (pág. 163, India).


Portugal em altas.

Gosto de ler boas novas pela fresca. São coisas nossas, do nosso Portugalzito ou, em abono da verdade, do (pouco) que ainda nos resta.

Pois que me refiro a isto: http://www.ionline.pt/boa-vida/portugal-alta.


~ Porque tira toda a firmeza a quem encontra no seu caminho? ~





19 de outubro de 2012

Tenho para mim que a noite de ontem é de repetir. ASAP.



~ Açorda de Gambas & Vinho Tinto Adega de Borba (2010) ~



Andava a pensar (e a falar) em fazer Açorda há "c'anos" e assim, do nada, que é quando rola bem melhor, decidi meter as mãos no pão, nos alhos, nos coentros e nas gambas.

Mexe dali, prova d'acolá, acrescenta-lhe um pedacinho de mostarda, revê o sal, frita as mini chamussas de frango sobejamente conhecidas, abre a 2.ª garrafa de Borba, muita taralhoquice junta e palavras e frases sem qualquer nexo, barra tostas com patê e queijo da terrinha, fuma cigarros, lava 50 mil vezes as mãos, mexe daqui, dá a provar aos convidados, não se usou o picante, joga-se conversa fora, fala-se do Secret Story 3 (um atentado real à nosso inteligência, entenda-se!), uns abracinhos, uns beijinos, "mastiga-se" o tinto, devidamente decantado, pois claro, ouve-se (finalmente) música e o Rodrigo Leão presenteia-nos com Cinema e... Fomos para a mesa.

Vá lá, eu e a Miss V. ainda repetimos mas o C. só dizia «-Ai, ai que não quero! Não consigo comer mais porque me estrafanei com tostas e queijo». Pronto. Não se diz que não aos malucos, correcto? Amén. E que assim seja.

Nada melhor que um docinho gelado no fim do repasto: gelado de caramelo com amoras (ou seriam framboesas?) e palitos de La Reine, os tais que mos mandaram a mim comer. Safadões!

Tenho para mim que a noite de ontem é de repetir. ASAP.


[Obrigada a ambos pela amizade e pela companhia.
~ Happiness, é o que é!]






Big Eyes.



Loveless sorrow kindly borrowed
The only thing my soul’s now hollow
Loveless sorrow kindly borrowed
The only thing my soul’s now hollow

Matt Corby, Big Eyes




18 de outubro de 2012

Não me deixes partir.


Os Apaixonados têm o coração quente.
Os Apaixonados oferecem protecção.

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Significado de Protecção: Acolhimento e guarida.
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Não consigo localizar "aquela cena" do «-Ah e tal, muito ligados emocionalmente». Ainda assim, e como já dizia a minha saudosa Mãe, quem não aparece, esquece! E esquecer, por vezes, é mesmo o melhor remédio. Haja saúde. Amén! [Xiça, ando com esta do Amén (que eu própria não aprecio). Paula, não durmas em condições, não. Um destes dias, dás contigo a fumar cigarros enquanto te passeias pelos jardins da Casinha Cor-de-Rosa.]



 
 

 







Um brinde à Caixinha das Cookies.



@Das Caixinhas das Cookies.


Por acaso, não tenho do que me queixar. 
Eu vi. Eu gostei. Eu perguntei onde havia. Só me faltou mesmo comer uma das Cookie Maria do Baby F. Bolas... Bolas, não! Bolachinhas!

Já agora, como é que o Pai da Criança se lembra de que havia uma "perdida" lá por casa e era essa mesma que me vinha parar às mãos, hein?... Ora pois, ali está ela!

Brindemos pois às Caixinhas das Cookies.
Brindemos pois à Amizade e ao Amor imenso que nos une aos 4. (Começámos por ser 3 e agora temos o maior dos Tesouros entre nós).

Sou mais grata hoje do que já era ontem. Amén!


Pizzas e Vinhos.

A propósito disto http://www.ionline.pt/mundo/sarkozy-carla-bruni-gastam-838-euros-pizzas-vinhos, tenho a dizer que por mim podem estar à vontade.

Mete vinho, não mete? Preferencialmente tinto, até porque pizza pede vinho tinto. Sendo assim, siga a Marinha (que é, como quem diz, é de beber e chorar por mais).


Adoro isto:


17 de outubro de 2012

Venham elas!


Eu e La Famiglia Pinto Monteiro, Sábado passado, no Restaurante O Barbas.

Quer dizer... Não é que estivéssemos os 4 enfiados dentro de um prato de ameijoas. Não! Não se trata disso. Porém, isto foi só o começo (aliás, um dos começos). À hora de servir o prato principal - a Cataplana de Tamboril com Gambas, o Sr. "mais velho" até já dizia:
«- Pronto, já está. Venha o café».

Logo ali ao lado, deliciava-me eu (e dava-me tremendamente por satisfeita) por ter um Pequeno Rei à frente, de cabelo Ruivo, de pele clara e sorriso traquina. Valeram-me alguns reflexos rápidos (aqueles que o tinto ainda me permitia...), caso contrário, o Miúdo levava tudo à sua frente! No fim, oferecia-me papelinhos rasgados, como quem diz: «- Vá, toma lá. E está sossegada».

Este Sábado marcou-me positiva e profundamente, de uma forma doce, terna e suave, como uma brisa de mar num fim de tarde soalheiro. Bem lá no fundo, eu só estava mesmo à espera de um click para fazer o upgrade necessário do meu tempo, do meu espaço, do meu corpo e da minha mente. Tudo meu, ah pois é.

Depois deste dia, a minha higiene mental e paz de espírito jamais foram as mesmas. Amén.

Venham elas, as Ameijoas com Todos!

[Obrigada, Miss C.]




Isto dos corações está-me no sangue (quem me manda a mim acreditar em Vampiros e outros seres "estranhos"?).







A Branca de Neve e o Caçador.

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-- Vá lá, vá lá! Na Terça-Feira passada (ainda) tive direito a noite de cinema.
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Sinopse e detalhe.

Um rei viúvo caiu de amores por Ravenna (Charlize Theron) sem saber de seus terríveis planos de conquista e acaba morrendo, deixando para ela todo o seu reino. Para piorar a situação, a filha dele foi jogada em uma masmorra e lá ficou até se tornar uma bela jovem. Obcecada pela beleza e pela juventude, a Rainha não se cansa de perguntar ao seu oráculo para saber de existe alguém mais bela do que ela, até o dia em que a resposta não a agradou. Felizmente, Branca de Neve (Kristen Stewart) consegue fugir sem que seu coração seja arrancado e Ravenna se torne poderosa para sempre. Mas a malvada não desiste fácil e além da ajuda do irmão, um fiel escudeiro, ela contrata Eric (Chris Hemsworth), um exímio caçador para trazer sua presa de volta. Só que ele acaba descobrindo que a missão era um grande erro e vai ajudar a jovem em sua cruzada contra o reinado da malévola. Para isso, eles contarão também com o importante apoio dos seres da floresta e dos unidos sete anões mineiros. 




16 de outubro de 2012

O Céu ganhou um novo brilho.

Tia M., quero chegar até aí, até ti.

Sei de cor todos esses sentimentos contrários; A rasgar. Ora está frio, ora tens calor. Vou estar contigo. Quero amparar-te. Vou afagar-te o cabelo. E tu vais querer aninhar-te no meu peito e eu, que sou a tua Pequenina, vou ser grande; Vou ser gigante para ti.

Chegou a tal hora... Para o bem e para o mal, vamos todos continuar. Não estamos "embrulhadas" num concurso público qualquer como há anos atrás estivemos mas... Sigamos uma vez mais juntas pela Vida. Força. Coragem. Cabeça levantada. E muito calor nesse teu coração tão terno.

Olha, olha! O Céu ganhou um novo "brilho" com esta Estrela que entretanto Lá chegou.

É um até já.

Com carinho da tua Sobrinha especial...
P.

15 de outubro de 2012

Chocos pr'á boca.


(In - http://ritamarianoinstagram.tumblr.com/page/3)


A expressão correcta seria dizer-vos que preciso "DISTO" para mim como de pão para a boca. Mas refiro-me literalmente a CHOCOS FRITOS de/em Setúbal. Não quero outros. Quero destes.  Assim, tal e qual mas com uma bela de uma travessa de batatas fritas, pão torrado e um vinho branco gelado a acompanhar pois, nestas alturas, faço de conta que o meu fígado não grita nem reclama. Ignoro-o, basicamente.

E, tal como acabei de escrever ao MC e à Miss C., garanto-vos que não estou prenha nem tão pouco de desejos.

Registe-se: "Bora" lá ao "passeiozito" saloio. Rumamos pela A2 fora, estacionamos, sentamo-nos em qualquer um dos 500 restaurantes de beira de estrada, comemos e bebemos do belo (desde que fresco!), enquanto assistimos aos carros a roncarem barulhos feios e a espalharem fumo dos escapes como se não houvesse destino.

ReHab (3 days!).

(Acreditar num Amor destes, assim Dos Abraços. E porquê?)


Insisto, estupidamente, entenda-se, em "desvalorizar" aquilo que a minha intuição me dita gratuitamente e me coloca no caminho (xiça, e eu que sou gaja para tropeçar bastante, acreditem). Seja lá porque sou/estou distraída, ando parva, "meio" a leste ou tão somente porque acho - ah e tal, se calhar não é bem assim. Paula, um poupa-me parece-me pouco.

Não consigo explicar como nem porquê. E, tudo o que tentasse fazer/escrever, nesta altura, seria um perfeito disparate e um grande desperdício de tempo e de energia. De beleza, portanto. Mas, o que é um facto é que, em menos de nada, que é como quem diz às páginas tantas, dei por mim recuperada de MIM, do meu tempo, da minha paz interior e da "tal" higiene mental. Três dias. Em três dias! 

Ainda assim... Foda-se! Acho que me vai acontecer qualquer coisa estúpida de novo, "tipos" do género, ficar por aí para "apagar as luzes". 


 Go, Go, Go...


9 de outubro de 2012

O mês de Outubro corre (sempre) rapidamente.

Isto é o que eu sinto cá dentro, bem cá dentro do meu coração, ali bem fundo da minha alma e do meu ser. Os dias passam, os anos galopam e o Universo gira rapidamente. O Mundo assemelha-se a uma ervilha singela e o que hoje é amarelo, amanhã pode bem ser preto.

Cada ano é, efectivamente, um ano ao qual se somam mais anos. As emoções são sempre completamente distintas, "rasgo" daqui e acolá e componho subtilmente, mas de forma consciente, a minha vida, os meus dias e as minhas noites.

Nada é como era. Nada está igual. Aliás, é tudo novo, tão diferente. Tal como deveria ser (ou não). Não se fica igual (aliás, não se pode ficar igual) depois de se perder tragicamente. Porém, se conseguirmos tão somente aceitar estaremos, garantidamente, a abrirmo-nos à vida. A entrega acontece.

No fim de contas, «A distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno e inflama o forte.» e é exactamente por isto que me permito continuar a amar perdidamente todos aqueles que perdi tragicamente e, até quem sabe, fora de tempo.

E hoje, nesta data que veio remexer o Baú das Minhas Recordações mas que me permitiu também lamber feridas no seu devido tempo, aconchego o Património dos Meus Afectos e celebro a vida daqueles que fazem de mim a Mulher e o Ser Humano que sou.

Mãe, Tó, Edmundo, Primo Alfredo, Avós, Tios, Prima Belinha, Beto e Sr. Melo: é em jeito de gratidão e de graças que seguirei o meu Caminho! Até porque, como agora já sabem, o mês de Outubro "corre-me" assim, pronto, rapidamente. Como sempre. Como dantes.

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«Sempre que ocorre uma perda trágica, podemos resistir ou render-nos. A rendição significa aceitar interiormente o que existe. Estamos abertos à vida. A resistência é uma contracção interior, um endurecimento da carapaça do ego. Estamos fechados.Qualquer acção cometida num estado de resistência interior (negatividade), criará mais resistência exterior, e o Universo não estará do nosso lado; a vida não nos irá ajudar. Quando nos rendemos interiormente, quando nos entregamos, abre-se uma nova dimensão de consciência. Se for possível ou necessário agir, a nossa acção estará alinhada com o todo e será apoiada pela inteligência criativa, a consciência incondicional com a qual nos tornamos uno se estivermos receptivos interiormente. As circunstâncias e as pessoas começam então a ajudar-nos, a cooperar connosco. As coincidências acontecem. Se for possível agir, confiaremos na paz e na serenidade interior que surgem quando nos entregamos. Confiaremos (...).»

Eckhart Tolle (Um novo Mundo - Despertar para a essência da Vida)

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 On my Road again... Always.