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18 de novembro de 2012

Breaking Down.

Saga Twilight - Breaking Down, Novembro de 2012.

A saga Twilight chegou ao fim. O melhor dos filmes foi, sem dúvida, este último. E, no fim de contas, o Amor existe e pode ser de todas as formas, cores, cheiros e sabores. Pelo tempo que for... Pelo tempo que durar.

-- Sim, o meu Pai tinha razão. As "Babes" são todas "grandes malhos". Mas o Edward, pronto. E o Jacob está muito bem. Haja saúde, é o que é!!!








28 de outubro de 2012

A, de Amália.

"Nada é perfeito, íntegro, absoluto na Terra. Mas nunca se sabe o que pode acontecer, temos sempre uma esperança no nosso íntimo, para nós e para os outros." 
Amália Rodrigues


É que não se explica e vai para além do que é visível, perceptível. Ultrapassa a admiração; É mais do que respeito. É e será sempre uma eterna contemplação.

Tudo o que diga respeito a esta Senhora fascina-me; Tiro-lhe o chapéu, bato palmas de pé e até me curvo em jeito de vénia.

Apreciei sobremaneira saber isto e ainda mais isto.

Coração independente,
Coração que não comando:
Vive perdido entre a gente,
Teimosamente sangrando,
Coração independente.




26 de outubro de 2012

Com Todo o Respeito.



Eu, em modo outsider, também "saquei" duas fotos (de péssima qualidade, por sinal).
Jorge Palma@Teatro Tivoli, 25 de Outubro de 2012 (Com Todo o Respeito.)



Com todo o respeito, fizemos o favor de entrar, naquela que mais parecia a sala de estar da casa do Jorge Palma. Mas não. Fomos vê-lo ao Teatro Tivoli onde, mesmo ali a 300m, alguém bebia descontraidamente umas minis, no fim de um dia de trabalho.

Do alinhamento apresentado (sim, sou uma grande maluca e registei o nome de todas as músicas tocadas), apenas me escaparam 3. Coisa que, na prática, correspondeu sensivelmente a 1h50m de puro prazer. E não, não foi coisa pouca. Haja saúde! Do meio do nada, alguém grita: « - Jorge, faz amor com o teu piano!».

Deste Jorge sóbrio (Sim, sóbrio. E, tal como me disseram mais tarde «... Nem sempre se pode estar em altas, nem mesmo o Jorge...»), muito honesto e carismático, naquele que foi talvez dos seus melhores concertos, guardaremos todo o lume que nos deu, assim mesmo, vibrante como uma estrela do mar. Perdemo-nos numa terra dos sonhos em busca do tal bairro de amor, tipo take a walk on the wild side, coise e tal. E, numa página em branco, escrevemos: Portugal, Portugal... A gente vai continuar!

A frase da noite, esta do próprio Jorge, retive e partilhei com quem de direito:
« - É tão bom não saber o que vai acontecer... Isto é o que dá tesão à vida». Confere, digo eu.

Só por enfrentar
Só por destruir
Tenho as chaves do céu e do inferno
Deixo o tempo decidir...





10 de agosto de 2010

Descompensação, diz-me ela.

Ainda hoje fico fula da vida quando alguém, do meio do nada ou até mesmo no meio de um contexto qualquer, se sai com alguma frase, expressão, dica, conselho ou sei lá eu mais o quê, sobre o que EU PENSO e/ou sobre o que EU SINTO! Foda-se, mas eu sinto as coisas à MINHA MANEIRA; Jamais sentiremos coisas iguais, pois não? Ou estarei eu enganada? Longas conversas, "discussões" e debates se levantam à conta destas merdas; Fico danada mesmo mas depois logo me passa, é certo. Mas pelo meio, parece que tenho que me estar a explicar, vezes e vezes sem conta quando, na prática, as poucas pessoas de quem gosto e de quem valorizo e aceito uma ou outra opinião, já deveriam saber com o que contam (ou não) em relação a mim. Mas não, nada disso. Para quê? De vez em quando... Bora lá "bater no ceguinho"!
Entretanto, vem-me a Redhead com as suas infimas sociologias dizer que eu sou (ou será que se diz "estou"?) descompensada. Eu cá não acho isto nada normal, a sério! Pior de tudo, é que fiquei a pensar nesta treta. Bom, mas nunca conseguirão entender ao que me refiro, nem o quanto aquele momento foi (e continua a ser...) tão peculiar e tão surreal, tal foi o tom e os termos sempre tão bem colocados e acertados que a moça usa para se referir a este meu estado... Outros post surgirão, garanto-vos!
Well, mal por mal, ter o ego inchado como o outro tem. Isto sim, é coisa que condiz comigo! Porque nem é somente pelo ego; Estou inchada mas com bom ar e com boa cara. OK, com mais uma copa de soutiã em cima e uns quantos números de calças de ganga também.

Descompensada EU???...
Nem pensar. Está tudo mais do que compensado: Conta, PESO e MEDIDAS, num equilibrio perfeito. E um bronzeadozito catita a pedir por mais praia... Já agora, se me sair um mocito do fundo do MAR... Quem sabe até não o ensino a "nadar"?...

Descompensada, EU???...



-> FÉRIASSSSSS, please...

14 de abril de 2010

My Girl!



Fotos de MC. Costa da Caparica, 20 de Maio de 2009.


A D O R O -- T E.

É tão simples, não é? E, só com uma palavra consigo... Dizer tanto e (quase) tudo.

That's magic and I have the power!

Ainda numa de Stevies and Temptations...






--> Já agora... Vai ao teu mail da jungle ;-D

11 de abril de 2010

Mundo paralelo.

Como é que se lida com as Saudades?

Existirá uma fórmula mágica, um manual de instruções?
Pois... Não me parece.


O actor Ruy de Carvalho respondeu assim à questão da revista Caras, na edição de 7 de Abril de 2010:

«(...) Acho que (saudade) é uma palavra muito bonita mas a dor de a ter é que é pior. Mas quando se matam as saudades é muito bom e eu faço-o com as minhas recordações, cada vez que compro alguma coisa e que fiz uma oferta, matei uma saudade.(...)»

Eu faço o mesmo mas devo confessar que... Umas vezes resulta, outras nem tanto. Outras então, não resulta de todo. E, nessas alturas, nem vale a pena tentar.

Afinal, ainda que distância física e intemporalidade possam convergir em Mundos Paralelos, convenhamos... Não é fácil!


Distance and Time,
Alicia Keys... Estamos quase lá.



1 de janeiro de 2010

2010: À Minha Maneira.


Outra foto minha. Março de 2009.


Assim será.

De Delicious em frente.


À Minha Maneira
Xutos & Pontapés


A qualquer dia,
A qualquer hora,
Vou estoirar, pra sempre.

Mas entretanto,
enquanto tu duras,
Tu pões-me tão quente.

Já sei que hei-de arder na tua fogueira,
mas será sempre, sempre à minha maneira.

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só é para lutar,
À minha maneira (à minha maneira)
À minha maneira

Por essa estrada,
Por esse caminho
A noite, de sempre

De queda em queda,
Passo a passo,
Vou andando, prá frente

Já sei que hei-de arder na tua fogueira
Mas será sempre, sempre à minha maneira

E as forças que me empurram
E os murros que me esmurram
Só me farão lutar
À minha maneira (à minha maneira)
À minha maneira

À minha maneiraaaaa
À minha maneira!




27 de dezembro de 2009

Vale a pena Madrugar assim.


Capa do CD Rua da Saudade, Canções de Ary dos Santos.


Antes, muito antes dessa azáfama louca das luzes e das compras deste natal de 2009, descobri esta preciosidade e, como não fico à espera da quadra fabulosa para receber presentes, eis que me presenteei, tal como faço sempre que me apetece. E, felizmente, nem sempre preciso de aguardar pelo dia de S. 23.

Para mim, o José Carlos Ary dos Santos leva-me sempre à Simone de Oliveira, essa Enorme Senhora que eu tanto adorava conhecer. E acredito piamente que ela também adoraria conhecer-me.

No entanto, é certo que todos os outros cantores que tiveram o privilégio de proferir palavras dele, através do canto, acabaram também por ficar na minha memória, no meu Baú de Recordações. Adoro música e não sou nada elitista. Ouço de tudo um pouco e não gosto de piratarias. Nada se compara a ter algum poder de compra para adquirir originais. Bom, mas não foi sobre esta temática que vim aqui hoje escrever.

Do que eu não gosto nada é de madrugar. Nada, "nickles", "rien de rien", "népias"... Bom, mas chega a Félix, entra-se-me pelo quarto "adentro" (e pelo ouvido também) e dou por mim a querer...

Madrugar assim.

E, quem sabe, descobrir esse amor que nunca vi, do qual conheço a luz através de um olhar aceso na noite e de braços abertos a todos que "morrem devagar". Pode até tratar-se de um amor inventado, que um dia o teu corpo pode acender, com uma fogueira de sol e de fúria que me poderá ver nascer. Nessa altura, irei beber em ti o vinho que em tempos pisei e "arrumar" de vez o fel do que já sofri.

Será, provavelmente, através desse amor que vou conseguir descobrir rosas, alargar cidades e construir ainda mais poetas mas, na estrada que tenho feito, ainda não o encontrei. O lucro tem sido pouco mas tenho querido tudo o que já tive.

... Tem valido a pena madrugar assim.