20 de janeiro de 2014

Isto é apenas Janeiro que se está a intrometer entre mim e a minha vida!









Isto há lá coisas do caraças.

Foi aos 38, nada mais pude fazer. Rendi-me e lá deixei quase 36€ na farmácia ao trazer para casa o meu primeiro anti rugas. Ora toma lá, embrulha e mete a viola no saco.

As imagens alusivas ao amor (e tantas outras histórias parvas e cheias de mel, em alto potencial para a diabetes) nada mais são que devaneios e estados loucos de pura diversão. Ops! Haverá lá coisa melhor do que gozar, rir, "flirtar" e dizer disparates como se não houvesse destino?

Eu quero MESMO acreditar que existem fadas. Mais que não seja para... Evitar o stress!!!

Nos "entretantos", fui à Madeira e vim. Emocionante. Emocional. Único. A repetir. Desta feita, com maior frequência que esta coisa das emoções não é para mim e eu sofro do coração. Tem dias. E é só às vezes.Ou não. E estou a fazer filmes.

Estou com gripe vai para duas semanas e dois dias. Se me queixo? Não. Não me apetece. Haja saúde e alegria  e... Mais não digo. (e o meu Benfica vai à frente do campeonato!)

Isto é apenas Janeiro que se está a intrometer entre mim e a minha vida!

5 de dezembro de 2013

Correr à noite em Lisboa.


Eu até que comecei bem a "coisa" e até escrevi sobre isto mas depois... Puft! É que nunca mais me lembrei do assunto.

Dizem os mais entendidos que mais vale tarde do que nunca. E eu faço questão de registar a minha primeira vez em corridas. Sim, co-rri-das.

Sim, foi em Outubro, em plena Lisboa, estava a chover mas quiseram os Céus que parasse durante a dita cuja. Foi giríssimo, exceptuando a parte da (dor de) burra que acompanhou as outras duas garotas. Oh pá, oh pá... São 28 aninhos (os delas, claro!). Não se aguenta, bem sei!


Night Run, night runners forever, pá! É isto e dançar Diego Miranda durante quase 2h seguidas em pé! Corajosas, valentes, hein?!...


Não posso provar o que digo.

«Sempre me fascinaram mais as janelas indiscretas do que as portas escancaradas, confesso. Mas não não posso provar o que digo.»

Este tesouro foi descoberto e está aqui.
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Entretanto, está um frio glaciar. Não me canso de dizer, nem tão pouco de o escrever.
O mês de Novembro acabou e Dezembro chegou. Ainda estamos no Outono mas o Inverno não tarda em chegar. Havemos de ir a Belém. Ou não! Mas os pasteis estarão sempre por lá. Por vergonha de me deixar levar pela gula, só como dois. E um café acaba sempre por não me chegar também. Tal como os afectos. Raramente me chegam. Mas também passo bem sem eles. Bom, mas eu sou esquisita e nem sempre dada a certezas. O que é parado, inerte, estanque não me atrai. A não ser que nos estejamos a referir ao modus operandi in sofá. Bolas, isto escrito assim até parece que fica bonito. Ou então não e ficamos assim. Mas que praticar o sofaying é bom, do melhor, lá isso é! Vai bem com o tricot que, "benzádeus", não há meio de terminar.

Tudo isto faz parte, como diz a Miss C.. Faz parte do que é e do que sou. Afinal, a vida é o que é mas... Não posso provar o que digo.


18 de novembro de 2013

8 anos depois.

Costa da Caparica, Outubro de 2013.


"Regresso devagar ao teu
sorriso como quem volta a casa. Faço de conta que
não é nada comigo. Distraído percorro ...
o caminho familiar da saudade,
pequeninas coisas me prendem,
uma tarde num café, um livro. Devagar
te amo e às vezes depressa,
meu amor, e às vezes faço coisas que não devo,
regresso devagar a tua casa,
compro um livro, entro no
amor como em casa. "
-- Manuel António Pina, in "Ainda não é o Fim nem o Princípio do Mundo. Calma é Apenas um Pouco Tarde".
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Mais um ano se passou. Chegámos ao 18.º dia do mês de Novembro. E contam-se já 8 anos. É incrivel como parece ter sido ontem, quiça antes de ontem. A dor é algo tão frio, tão angustiante. A dor é despropositada.
Dizem que a dor reflecte o choque e o trauma; Veste-se em nós e está ali, está aqui. Tão espelhada, tão reflectida (fere-me a vista). Nem todos a (e ME) conseguem ver (graças aos Céus). Eu também não deixo. Que me vejam, que me julguem, que me/nos lamentem. Eu não quero (nem vou) deixar que me vejam... Que TE vejam em mim. Tu és minha - seja lá o que isto for. E eu fui tua.
Apeteceu-me escrever novamente sobre este assunto. Vai na volta senti-me obrigada a fazê-lo. Não sou assim tão forte. Sou fraca. Quero que retenhas isto. Eu resisto e invento. Re-invento-me, mais concretamente. E resisto-me.
Nunca se fica igual. Nada é o que era, o que foi. O tempo corre desalmadamente que nem mil cavalos à solta num campo verde qualquer. Os mesmos mil cavalos que trago comigo. Ao peito, dentro peito. E depois pergunto-me: «-Qual peito? Qual coração?»
Não sei de mim. Mal sei quem sou. Mas eu era tua. E tu foste minha. Isto é tremendamente alucinante. É um carrossel que vai e volta e que me faz doer (voltei a falar de/da dor). Amanhã já não será isto. Será certamente outra coisa qualquer.
 

11 de novembro de 2013

Na boa conta, peso e medida!



No Dia de S. Martinho, comem-se castanhas e prova-se o vinho!




29 de outubro de 2013

Não assinalei AQUI o dia 27 de Outubro.

Tão somente porque me esqueci.

E o que poderá representar tal esquecimento? Pois que... Não sei.

Como rever uma vida (a minha) em 2:13.

E nunca, por nunca, me havia acontecido ISTO.

Uma Janela por diante.


Pode dizer-se que comecei a manhã assim, numa de enviar amor. O truque é simples; Basta abrir o coração e deixar fluir, até porque a intuição (e esse tal de amor fraterno, incondicional) é coisa boa. É coisa de gente, de matéria e de espírito. É pois, sim senhor. E eu acredito... Ainda acredito.

 «(...) Fui educado pela Imaginação,
Viajei pela mão dela sempre,
Amei, odiei, falei, pensei sempre por isso,
E todos os dias têm essa janela por diante,
E todas as horas parecem minhas dessa maneira. (...)»

-- In "Passagem das Horas”, Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), 22-05-1916.







25 de outubro de 2013

Sexo e cigarros vão (mesmo) bem.

«Há uma história sobre os Deuses Gregos. Estavam entediados e, por isso, inventaram os seres humanos. Mas continuavam entediados. Por isso, inventaram o amor. Deixaram de estar entediados e, por isso, decidiram experimentar o amor. E, finalmente, inventaram o riso, de forma a aguentar a experiência.» -- In Filme O Banquete do Amor.
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Vá, traz os copos de vinto tinto e o cinzeiro. E deixa a luz acesa...
 

22 de outubro de 2013

Ei-los, os castigadores do prazer alheio.

Partilho desta opinião e, de facto, não há cu aguente (até porque prefiro usar o meu, quiça, para outros fins como, por exemplo, ir bem sentado no meu A3, para tão bem jantar à beira mar, enquanto me entupo em entradas, peixe grelhado, uma bela de uma sobremesa; tudo bem regado a vinho bom e, por fim, café e/ou chá gelado).

Bom, então é mesmo isso. É vê-los espalhados por aí. Sim, estou a falar dos CPA's.

21 de outubro de 2013

40 horas.


Era só isto.

18 de outubro de 2013

Vim falar da... Night RUN 2013 (dizem que é já amanhã).

Pois que... Há-de ser isto (assim mais coisa, menos coisa):


Kuan Yin, gosto de ti (porra)!

Deusa Kuan Yin, “a que suporta os gritos do mundo".

É pois. E o Unicórnio da Deusa sabe-la toda!

17 de outubro de 2013

Falta de espaço, na certa.



Arranca metade do meu corpo, do meu coração, dos meus sonhos.
Tira um pedaço de mim, qualquer coisa que me desfaça.
Me recria, porque eu não suporto mais pertencer a tudo, mas não caber em lugar algum.
 

-- José Saramago
 

16 de outubro de 2013

Eu (ainda) não sei se aceito a dor na sua magnitude.

@Do Mundo.


De modos que é isto.

Mas também é disto. E eu gosto. (ainda que continue confusa grrrr...)


10 de outubro de 2013

Reino do coração.



Praia do CDS, Costa da Caparica. Outubro de 2013.

Era para aqui que eu caminharia (se fosse possível pelo menos assim,  agora... Já!).

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«(...) Para onde caminha o mundo?
Muitos são os chamados…, mas muitos também são os surdos. Há um pulsão de transformação certa, mas para por acender a luz e ver em tua própria escuridão.
E seu chegar a acendê-la, o que verei?
Saberá tudo que está pulsando, que tudo vibra… Se buscas o eu, acabarás esbarrando com a ausência do eu; o transformador é sentir o ser. Se isso acontece, terás dias piores ou melhores, mas recordarás o sabor do ser.
Um conselho definitivo?
Ocupa-te do reino do coração e o resto te chegará por consequência.
Claudio Naranjo em entrevista ao jornal espanhol La Vanguardia, publicada em 17 de janeiro de 2012: “Ocúpate del reino del corazón, y lo demás te llegará“»



8 de outubro de 2013

@Blue Jasmine.


Ontem foi dia de cinemar.

E pronto! Woody Allen num regresso à sua fórmula original - o retrato "sufocante" do drama das neuroses reactivas e das narrativas pessoais. É ele, pois então!


3 de outubro de 2013

Rui Costa, o das bicicletas.

Refiro-me a isto.

I
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

II
Desfralda a invicta bandeira
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu novos mundos ao Mundo!

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra e sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar!
Contra os canhões
marchar, marchar!