24 de setembro de 2012

A Suavidade do nada se dizer.


"Não digas nada!
Nem mesmo a verdade
Há tanta suavidade em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada
Deixa esquecer

Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda essa viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz
Não digas nada."

Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"
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17 de setembro de 2012

Dos Aviões@.

As verdadeiras partidas e chegadas no Aeroporto de Lisboa. 16 de Setembro de 2012.

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E que eu morra aqui
Se um dia eu não te levo à Lua
Nem que eu roube a Lua,
Só para ti...

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14 de setembro de 2012

Uma é Loura e a outra é Morena.

Remexendo no Baú das minhas Recordações, deparo-me com a imagem fugaz de uma miúda bem comportada, educada e simples. Pois que vinhas à procura não sei bem do quê e/ou de quem e acabaste por ficar a trabalhar "alI" anos a fio, tão perto de mim.

Surges-me na pior fase da minha vida e dizes-me, com aquela determinação e coragem que tão bem te conheço: - estou aqui, passei por algo muito parecido e os meus contactos todos são estes e aqueles.

Anos mais tarde, partilhas o teu Filho, a tua Família, a tua casa e carro comigo. Aliás, partilhaste o melhor de ti: a tua Vida. E sou-te GRATA por todas as gargalhadas, a cumplicidade, os cafés, os garotos, os ganchos, os casacos, a maquilhagem, os almoços, os jantares, os abraços, o respeito e a admiração que tão bem sabemos nutrir uma pela outra.

Garanto-te: não concebo a minha vida sem ti e sem os teus, nem tão pouco sei viver sem me desafiares para o café, para o cigarro, quanto mais pensar que não poderei ficar a tomar conta do "nosso" MiniMan de Olhos Azuis.

Obrigada, Miss N.. Quero-te muito bem. Quero o MELHOR para ti, na certeza de que isto também será o meu melhor.





11 de setembro de 2012

Manas da Vida!

«É porque fazes parte do meu ♥ ... e sentes, entendes e vives as coisas como eu.»
-- By Miss C. 
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Somos Manas da Vida. Partilhamos e sentimos o Património dos Afectos como só nós. Não precisamos de muito, nem de pouco. Temos o BASTANTE. Amamo-nos e respeitamo-nos como somos, sem grandes pressas nem complicações. Queremo-nos tão bem!

Abriste a porta do meu coração quando, há precisamente um ano, sete meses e quatro dias partilhaste o teu maior Tesouro... E foi, naquele instante, que a pontinha de amor que ainda me restava seguiu para o "nosso" Baby F.

Manas da Vida. De Coração e na Alma. Afinal, é aqui que guardamos tudo quanto de melhor temos. E eu tenho-te em mim. Para Sempre.





10 de setembro de 2012

Altos Voos.

Quero V@AR  contigo, seguindo atentamente as tuas instruções, tal e qual uma boa menina que (já) sou. Afinal, os bons "discípulos" recebem o melhor dos seus "Instrutores de Voo"...

«(...) E amar só pode ser sem parar, sem descanso, sem um segundo que seja de abstracção.
Amar é com urgência, amar é com pressa, com pulsão."

Pedro Chagas Freitas, in "EU SOU DEUS"

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You're in my mind all of the time
I know that's not enough
If the sky can crack
There must be someway back
For love and only love




7 de setembro de 2012

Memórias de Um Beijo.

Ali sentados, naquele fim de tarde, envolveste-me e deste-me um abraço tão terno que me conduziu até bem perto do Céu. De seguida, naquele instante em que me beijaste daquela forma tão tua, senti-me sem fôlego... Tocaste-me na Alma. Fui tua, acredita.

O chão fugiu-me dos pés, os relógios pararam e a nossa respiração teimava em ser apenas uma. Por instantes, não soube de mim, não soube quem era eu.

Deixei de existir para te poder sentir. E, ainda hoje, garanto-te: guardo as memórias daquele primeiro beijo.
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Lembras-me uma marcha de Lisboa
Num desfile singular,
Quem disse
Que há horas e momentos p´ra se amar
Lembras-me uma enchente de maré
Com uma calma matinal
Quem foi
Quem disse
Que o mar dos olhos também sabe a sal...



6 de setembro de 2012

@Das tuas perguntas pertinentes.

Perguntas-me tu: «-Vamos em frente, vamos ser felizes juntos?»
Respondo-te eu: - Não vamos. Já somos! Mas sempre de mãos dadas e perdidos no meio de bolinhas de sabão. Tal como o Amor deve ser!
"Queres saber quem eu sou? Eu sou o que te olha e espia para te recolher e depois guardar num lugar que é só meu. Para isso serve o papel. O resto não precisas de saber. Nem convém. Só te ia distrair, podes crer. Eu sou o que mergulha as mãos na tua vida para sentir a minha a voltar." -- Pedro Paixão, in Muito, meu amor.
 

Amén!

Miss V.:

Admiro-te horrores. Pela tua força, coragem e determinação. Admiro-te pela forma digna e honesta com que amas... Com que lutas... Acima de tudo, admiro-te pela forma com que ACREDITAS.

Foi contigo, e com o amor que tens pelo teu Leão, que eu voltei a acreditar no amor. Mas um amor assim bom, puro e verdadeiro... Tu sabes... Acreditei, desejei e ambicionei-o tanto que... O Universo encarregou-se de tratar do resto.

Estou-te grata, minha Querida e Doce V.. OBRIGADA por teres iluminado a minha alma, aquecido o meu coração e por partilhares esta "coisa" tão tua, tão VOSSA. Adoro-te do fundo do coração <3>

Amén ao Sr. que está lá longe... Em Maiorca!



5 de setembro de 2012

Entendimentos e outros que tais.

O JOGO | Nuno Júdice

"Eu, sabendo que te amo,
E como as coisas de amor são difíceis,
Preparo em silêncio a mesa
do jogo, estendo as peças
sobre o tabuleiro, disponho os lugares
necessários para que tudo
comece: as cadeiras
uma em frente da outra, embora saiba
que as mãos não se podem tocar,
e que para além das dificuldades,
hesitações, recuos
ou avanços possíveis, só os olhos
transportam, talvez, uma hipótese
de entendimento. É então que chegas,
e como se um vento do norte
entrasse por uma janela aberta,
o jogo inteiro voa pelos ares,
o frio enche-te os olhos de lágrimas,
e empurras-me para dentro, onde
o fogo consome o que resta
do nosso quebra-cabeças."
 
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Apesar de tão bem saber que «(...) as coisas de amor são difíceis (...)», tenho-te em mim.

Neste "jogo" de entendimentos, fazes-me acreditar que aquele pedacinho de Céu está, afinal, aqui tão perto. E nós, capazes que estamos para dar as mãos, Lá chegaremos num ápice, percorrendo o (teu) Caminho da paz e o (meu) Caminho da alegria.
 
I need you to elevate me here
At the corner of your lips
As the orbit of your hips
Eclipse, you elevate my soul
 


4 de setembro de 2012

É para ti!

Foi para ti
que desfolhei a chuva
para ti soltei o perfume da terra
toquei no nada
e para ti foi tudo.

Do poema "Para ti", no livro "Raiz de orvalho e outros poemas" de Mia Couto.
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Miss V. escrevia-me há dias, enquanto falávamos ao telefone, perdidos entre 1001 assuntos, como sempre: «o amor é uma coisa extraordinária não é?». E não é que Tu me ensinas e me mostras isto mesmo todos os dias? Bom, em rigor, não podia ser de outra maneira. Esperei-te e mereço-te assim!
Sim, sim é para ti; Sou para ti! Enches-me os dias, alegras-me o coração e aqueces-me a alma! E repara que... Mais hoje do que ontem ;)


3 de setembro de 2012

Outra Dimensão!

Quando a gente lá chegar (Jorge Palma)

Trocaram o primeiro olhar numa manhã de Verão,
quando a cidade se agitava em plena confusão.
Ela sorriu, ele sorriu e tudo foi tão natural
que eles não perderam mais tempo e arrancaram em direcção ao Sol.
Ah! quando a gente lá chegar
a coisa vai ter outra dimensão. 

Treparam por degraus de espuma e mergulharam na luz.
Gotas de orvalho vieram brincar sobre os dois corpos nus.
O tempo parou, a guerra acabou e o mundo era um grande jardim
onde se ouvia uma estranha sinfonia sem princípio nem fim.
Ah! quando a gente lá chegar
a coisa vai ter outra dimensão. 

A pouco e pouco a terra voltou de novo a girar
e o tic-tac do relógio não tardou a soar.
Ela sorriu, ele sorriu e tudo foi tão natural
que eles nem disseram adeus quando a noite chegou para os separar.

--> Bébé, até ao fim do Mundo :)



26 de agosto de 2012

Quem espera sempre alcança!

Calma, calma! Não se tratou de um esperar qualquer. Foi esperar (também) com o coração. Foi esperar-te até me encontrar. Por agora, resta-me a doce tentação de me querer perder em ti e por ti. Falta pouco, muito pouco. 275 Km não representam nada! Olha, olha... Ouves? Sentes, sentes??? O meu coração tem mais de 1000 cavalos a galopar desenfreadamente para ti!

Accionado que tenho o meu GPS interior - o que me levou até ti (ou terá sido o teu que NOS indicou este Caminho?!...) -, quero mais é parar. Parar de correr; Parar de te esperar. Falta fazer o que ainda não foi feito; Amar tudo quanto não se amou e sentir o calor da nossa paixão. Vou ser tua!

Desejo-te dentro de mim. Dentro do meu coração, tipo lareira acesa em noites de Inverno. Quero ser flanela para te aquecer... Quero que te deites em mim. Quero que me toques e que me ames enquanto me abraças. Por e para nós. Da minha parte, podes contar com ambos os lados da cama devidamente aquecidos.

Esperaste por mim e aqui me tens. É certo e sabido: jamais voltaremos atrás. Verás o Mundo através dos meus olhos e eu estou Aqui para ser tua, para ser o teu Mundo. E quando quiseres partir, garanto-te que te deixo ir.

Por tudo, ou tão somente por nada, o Caminho percorrido já valeu a pena.



18 de agosto de 2012

Tun Tun Tun: é o bater de um coração em férias.

Tun Tun Tun... O coração bate cá dentro tranquilamente. Aliás, não quero senão outra coisa.

O ano rolou; Eu aqui estou. De novo. Sabe-me pela vida voltar às origens. Às minhas entranhas, às raízes do que já fui, do que acabei por perder e tudo, mas tudo que deixei partir. Haja o que houver, sou-me e quero-me assim. Agradeço-me, assim como que em jeito de  homenagem. E aqui vim parar. Mais uma vez. Como sempre, como dantes já nos canta e encanta o Camané. 

Estou feliz tão somente porque SOU feliz. E não! Não preciso de mais nada. Quero-me. Desejo-me e atraio para mim este doce sentir do perdão. E cá estou... A sorrir! Haverá lá coisa melhor?!

O mar salgado, o calor das rochas e da areia chamam-me. Estou lá sem ter saído daqui, sem ter saído de mim. Estou lá pois Aqui me reencontro, me renovo e reinvento. Todos os anos.

Férias são, tão somente, férias. E estou em mim, voltada para o que é meu, para o que me rodeia e até para o que me transcende. E aprecio deveras tal sentir.

Aqui estou eu; Para ali vou eu... Em mim, comigo e por mim. Afinal de contas, férias são férias.

Tun Tun Tun... O coração bate cá dentro tranquilamente.
Aliás, não quero senão outra coisa.

27 de junho de 2012

Mad About You.

"Are you the fishy wine who will give me a headache in the morning
or just a dark blue land mine that will explode without a decent warning?
Give me all your true hate and I'll translate it in our bed
Into never seen passion, never seen passion
That is why I am so mad about you..."
-- Volvidos que estão quase 4 anos (sim, quase 4 anos!), eis que te cuspo isto tudo na cara e no teu corpo. Sim, esse teu corpo que tantas vezes me fez sentir como que deambulando numa simples mas furiosa Petit Mort; Sim, esse teu corpo que tantas e tantas vezes recebeu prazer bom, doce e verdadeiro. Sim, não te venho falar de amor.
Aliás, pouco ou nada me falta para te chamar do pior. O pior, foda-se! Do mais profundo das minhas entranhas. Sim, entranhas essas que tantas e tantas vezes percorreste sem pedir autorização... Sem cuidado. Sem respeito. Sem dar valor. Não vales nada. Mas nada de nada! E cuspo-te na cara tudo aquilo que um dia, sim! Sim, um dia! Há-de existir um dia em que tu e eu estaremos em modo NUM, seremos UM no meio de um NADA que em TUDO podia ter sido um TODO. Poderia ter sido AMOR.

Vai para o Diabo, um Sr. Diabo, que te carregue!


 

19 de junho de 2012

No ouvir do tempo a passar.

«(...) Às vezes, lá onde moro, fico à noite a olhar para as estrelas como as do deserto e oiço o tempo a passar, mas não me angustia mais: eu sei o que é justo e que tudo o resto é falso.(...)»

«(...) Vês Cláudia: não é verdade. Nada está morto, há luzes do lado de lá do rio.(...)»

-- No teu Deserto, Quase Romance, de Miguel Sousa Tavares.

E sim. Eu acredito no que é justo e reconheço o que é tremendamente feio e falso. Nada morre. Tudo se re-constrói. Tudo existe. Ou não. Acima de tudo, eu acredito em mim.

7 de fevereiro de 2012

Aquela pontinha de Amor (que ainda me resta)!

Salvé o dia 7 de Fevereiro, salvé!

Tenho-TE em mim; És aquele que me faz SENTIR. Tens o dom de me encher o coração de alegria e de amor e ainda de me alimentar a alma.

Sim, meu querido F., aquela pontinha de amor que ainda me resta pertence-te. Com ou sem qualquer grau de posse. Essa pontinha de amor bom, puro e verdadeiro é tua... Docemente, sem pressas mas determinada. Com força e com garra.

És parte do melhor que há em mim. És cor e alegria! Vida... Em mim.

Muitos Anos de VIDA em TI... Contigo. Sempre.


5 de janeiro de 2012

No Royale - É o que é.

Sim, contigo! 

[Só te posso agradecer pela excelente companhia, pela conversa fluída e natural (uma constante entre nós), pelos cigarros e, por último... Pelos nossos Abraços.]

Fizeste destes dois últimos dias... "Melhores" dias. És tu e eu A-DO-RO--TE. É o que é.

Dos Abraços (no meu Património de Afectos).

Uma semana e meia de dores na cervical, a chegada atabalhoada do 2012 e notícias "de fora" mas para "dentro". Para dentro de mim, do fundo do meu Ser, devastado que está o meu Coração e o Baú das minhas Recordações.

Porém, o Património dos Afectos que venho construindo e erguendo mantém-se firme e determinado... Determinado em não o esquecer, T.. É humana e emocionalmente IM-PO-SSÍ-VEL. E assim será.

Afinal... Guardo o calor e o sabor dos nossos Abraços fraternos, como se fossemos Pai e Filha. E isto, T., ninguém "NOS" pode arrancar.

É um até logo, certamente.

New Year's Eve!

Que é como quem escreve: Ano Novo, Vida Nova!

A fim de matar saudades, fui cinemar na passada Segunda-Feira. Dores na cervical à parte, posso adiantar que "IAMEI" este filme principalmente pela sua "mensagem".

Uma sugestão para o FDS que se avizinha ou... Não!  É como entenderem porque eu não me chateiooo mesmooo nada ;)


(Só se fôr) Pelo corpo todo.

Ainda a propósito das... Boas Festas.



:)

22 de setembro de 2011

(Até) Consigo sentir. Ou cheirar.


Consigo (quase?) sentir. Ou, quem sabe, cheirar. Sinto que algo galopa a passos largos para aqui, vindo de qualquer parte do País, da Europa ou até mesmo do Mundo.

Desta vez, não se tem medo. Medo? Medo para quê e porquê? Ora essa, não me faltava agora mais nada. Querem ver?...

Bastou estar (ainda mais) atenta. Bastou querer; Acreditar. Ninguém nasce para uma Eternidade. O Aqui e o Agora são conhecidos. Nem há volta a dar. Estamos e estaremos, pelo tempo que for e pelo tempo que durar. Obviamente. O passado já foi. E foi ON-TEM. Fragmentos do que já fomos... Do que já sentimos mas também do que nos foi tirado e tantas outras vezes "roubado".

Meu Querido Valentine, por andas tu? Posso deixar a porta sem chave esta noite?...

19 de setembro de 2011

Obrigada, Obrigada!

FDS excelente.

Obrigada ao Universo, aos Céus e Arredores!

É que até o meu BENFICA me alegrou, boa boa!

29 de agosto de 2011

FDS supimpa!




É de reter, é de valorizar, é de agradecer. Aos Céus, ao Mar, ao bom tempo, às mãos do massagista, à boa disposição, à boa companhia, à boa comida do/no Barbas, ao jeitoso do meu Pai (que amou os pólos da QuebraMar e os usou sem lavar, safado...), à vontade de caminhar 2h30 em 2 dias (e depois de fazer praia todo o santo dia!), a mim mesma porque sou das Fantasias e a todos aqueles que me disseram obrigado/a e/ou me sorriram e para quem sorri também.

Foi um FDS do best. Supimpa, seja lá isto o que fôr!!!

23 de agosto de 2011

Sim, confere. Existe Vida para além do fdp do FB.

Pois que diz que sim. E eu confirmo. E atesto. Sim, diz que sim. Confere. E porque não?

Postei pela última vez em Maio de 2011. Mas c'um raio...

Já fui a Gaia ver Cranberries, viajei até Glastonbury, a mistica terra de Avalon, aquela que só se consegue ver através dos olhos do coração, fui à Terrinha matar saudades e "re-encontrar-me", fiz uma semana de praia e ainda "choro" de saudades do Mar, da areia, da palhota e da espreguiçadeira... Voltei ao trabalho há dois dias e o que sinto é que ainda estou algures, perdida entre o aeroporto internacional de Lisboa, Thor, StonEdge, a Vila do Mato e a Costa da Caparica.

Boas novas lá para os lados do Sul da América; Nada que me interesse fortemente até porque, vá-se lá entender, aquela noite de sexo valeu bem a pena. Arrependimentos? Nop. Não tenho essa palavra no meu dicionário da Vida. Se quero ter razão? Também não! Eu só quero ser feliz. E sou, pronto!

Quanto ao resto e aos restos (pérolas a porcos, essa velha máxima que me é tão familiar)... Paisagens e outras coisas menos fofas e agradáveis. Sim, tudo o resto é PAI-SA-GEM. E ainda bem. Acumulo demasiado "conhecimento" e convém ir "limpando" o lixo antes mesmo de recorrer à Depuralina (ora cá está a bela da publicidade e os senhores da DietMed batem palmas e agradecem!).

Bem haja eu, por ter esta tamanha vontade e gosto em vir aqui, à minha Paragem...

30 de maio de 2011

Raios m'a partam o Facer!

Não, não, não! Não pode ser!

Que raios, pá! Meti-me nesta trampa de fogueira das vaidades que é o FB há sensivelmente 4 meses e só agora me dei conta que não parava nesta Paragem desde Março. Março, minha gente. Como é que eu fui capaz disto??? A Paragem é minha. Quem manda Aqui sempre fui eu e agora olha... Deixo-a assim ao abandono. Sou má. Sou uma gaja muito do cabra, muito má mesmo.

Pelos entrefolhos, tenho cinemado, saído e bebido bastante, cheguei aos 36 mais doida do que nunca, conheci pessoas, arranjei amigos novos, nem sempre tenho saudades dos outros, eliminei de todo parte do lixo que me alugava o cérebro sem pagar renda, larguei a p*** da hormona do sono, acordo cedo e durmo pouco, voltei a fazer sopa e a cozinhar só para mim, ainda não tive coragem de mudar a cor do cabelo de novo, mantenho-me fisica e mentalmente despenteada, fui à MediThai no dia do meu aniversário, jantei com o meu povo n'O Salsinha como convém, jantei e fui p'rá night com amigos novos no Sábado 21 de Maio, fui ver a bola em Paio Pires no Domingo 22, festejei de novo o meu 36.º aniversário nos dias 24, 25 e 27, ora num chinês, ora num italiano, ora num japonês, tenho vontade de fazer as pazes com o Solinca (ou outro gym qualquer), numa de ocupar a mente até porque, afinal, os 10kg que tenho a mais não me incomodam assimmmm tanto, vou ao Festival Marés Vivas em Gaia SOMENTE para ver The Cranberries, hei-de rever a São C. Pinto, na casa de quem ficarei em Rio Tinto, hei-de jantar com o Ricardo Veloso e, lá mais para Domingo (e provavelmente ressacada de cigarros), vou ter com os meus Amigos Ana e Helder Vilar a Guimarães, voltei às massagens às pernas, fiz um curso de Tarôt que me devolveu alma e vida, quero ver e estar com pessoas, quero sorrir, quero divertir-me muito e dizer piadolas, larachas sem nexo e/ou sobre sexo a rodos e sem qualquer pudor... Quero VIVER!

E é assim que quero estar. Mai nada.

O meu Baby Francisco está E-NOR-ME, simpático e lindo de morrer. Só me apetece agarrar nele e trazê-lo comigo! Para saber como elas mordem, ainda com 3 meses lá esteve no meu jantar no dia 20 de Maio! E que bem que se portou, para além de ter feito as delícias de todos os presentes :-D

Well, posto isto... Tenho a declarar, once again: Raios m'a partam o Facer que me ocupa a head. Por outro lado, não posso dizer que não gosto. Enfim... Gajas: complicação à vista, certo?

11 de março de 2011

Manias - OSHO: Devagar, Devagarinho.


Zen Tarot Card
Indo Devagar

«A meditação é uma espécie de remédio - seu uso será apenas passageiro. Quando você tiver apreendido a qualidade, não precisará praticar mais nenhuma meditação em particular, pois a atitude meditativa é que deverá permear todos os cantos da sua vida.

Andar é Zen, sentar-se é Zen.
Qual será então essa qualidade? A pessoa passa a andar de maneira vigilante, alerta, alegremente, sem metas a atingir, centrada, com amor, deixando-se fluir. E o caminhar é despreocupado. A pessoa senta-se com amor, alerta, vigilante, desinteressadamente - sem estar buscando alguma coisa em especial, mas apenas desfrutando a beleza do sentar-se sem fazer nada, o quanto isso é relaxante, repousante...

Depois de uma longa caminhada, você se senta à sombra de uma árvore, e a brisa vem e o refresca. A cada momento é preciso que a pessoa esteja bem consigo mesma - não empenhada em melhorar, cultivando alguma coisa, praticando alguma coisa.

Andar é Zen, sentar-se é Zen.
Falando ou em silêncio, movimentando-se, em repouso, a essência está à vontade. A essência está à vontade: esta é a idéia-chave. A essência está à vontade: esta é a afirmação-chave. Faça o que quiser, mas, no âmago mais profundo, permaneça à vontade, frio, calmo, centrado.


Comentário OSHO:

O Cavaleiro do Arco-Íris é um lembrete de que, exatamente como a tartaruga desta carta, nós também levamos conosco a nossa casa, aonde quer que vamos. Não há necessidade de apressar-se, não é preciso procurar abrigo em nenhum outro lugar. Mesmo quando mergulhamos nas profundezas das águas da emoção, podemos manter-nos abrigados em nós mesmos, imunes a dependências.

Há um momento em que você se prepara para deixar de lado quaisquer expectativas que tem cultivado a seu próprio respeito, ou a respeito de outras pessoas; prepara-se para assumir a responsabilidade por quaisquer ilusões que possa ter estado carregando. Nessa hora, não há necessidade de fazer nada, bastando repousar na plenitude de quem você é neste exato momento. Se os desejos, esperanças e sonhos estão se tornando vagos, tanto melhor. Seu desaparecimento está abrindo espaço para um novo clima de tranqüilidade e de aceitação das coisas como são. Você irá sentir-se capaz de dar as boas-vindas a esse crescimento pessoal, de uma maneira que nunca esteve antes ao seu alcance.

Desfrute essa sensação de diminuição do ritmo, de se aproximar do repouso, e de reconhecer que você já está em casa.

Osho The Sun Rises in the Evening Chapter 7»

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O meu comentário...
Ora nem mais, nem ontem!
É isto tudo mas sem o tal par de botas adicional.
Se eu tinha dúvidas e dificuldades em me "expremer"... Nada melhor que a sabedoria imensa do Ti' Osho.

Fresquinhas.

Um mês e 4 dias para ser bem precisa.
Ainda cheiras ao ventre da tua Mãe. Trouxeste contigo as marcas de uma expressão tão bem definida. A expressão de uma VENCEDORA.
Depois, é bonito de se ver: o teu Pai não sabe muito bem de que terra é; Os teus Avós estão perdidos, entre o rir e o querer devorar-te com os olhos e, acima de tudo, com o coração.
A tua Mãe, essa WonderWoman, alimenta-te enquanto me manda SMS. Como vês, somos (e também és) do FUTURO :)
És perfeito. Não te poderia ver tão tu, único e cheio de ti. 
Peguei-te, acarinhei-te. Reconheci-te a energia... Essa energia boa e pura que já emanava das entranhas da tua Mãe. A tal, a única. Aquela que ocupa um duplex gigante e luxuoso no meu coração e que, de certa forma, transporta com ela um pedaço da mim, da minha alma.
A tua pele é macia e doce. Não a provei mas senti-a como sendo um pouco minha.  Também. Assim, cá de dentro... Das minhas "coisas".
(Já) não sei viver sem ti. Se me perguntares porquê, não sei e nem te vou responder. Porque sei que não me queres ouvir falar disto. Se tenho medos?... Não, não tenho! Esses bandidos ficaram na sala da Catedral, no exacto momento em que chegaste a este Mundo... Precisamente há um mês e quatro dias.

Meandros e Defesas.

«Parei... inexplicavelmente parei, e os meus sentidos apontaram para ti. E surgiu uma torrente de porquês.

E curioso - a marca incriminante que me tolda -  fui ver o que era. Sacudi o pó que me cobria, e fui entreabrindo pequenas portadas acompanhado dos medos e receios. E não percebi (e não percebo)!
Outrora teria combatido a curiosidade, mas (ainda sem perceber) decidi continuar... E tu tão assustada como eu (e isso sempre soube).

Alguns porquês vão sendo respondidos, à medida em que nos deixamos entrar sorrateira e cuidadosamente nos nossos meandros, e baixamos algumas defesas. As necessárias para nos deixarmos conhecer...

Os toques, as pequenas e importantes partilhas, e aquele calor agradável que vem crescendo aos poucos.

Hoje embatemos, porque assim teria de ser, e prestei atenção... a ti. Os detalhes que quis avidamente absorver, porque a isso me dás vontade, fascinaram-me ainda mais (e eu ainda com medo de "desarrumar a casa" com a minha curiosidade).

Esta paragem onde ficámos... sem saber muito bem explicar.

Os porquês vão sendo renovados. A vontade continua...»

8 de março de 2011

Dos Palcos @Parte II.

«O nervoso miúdinho... acelerado por isto e tudo o mais. O dia que me atormentou (e atormenta), com todas as nuances, que de nuances não têm nada! Atormentam-me e eu de peito feito, a segurá-las, e a eles. Mas eles afundam-se e eu começo a perder as forças...

Deito-me, durmo sem dormir, olho para a fresta de luz, do resquício do mundo que vejo. Os comboios não passam. É Sábado, eles não passam... mas o ruído familiar faz-me falta! Mas viro-me para o lado, faço scroll e...

Sobressai o palco, cada vez me aproximo mais, absorvido pelas palavras que lavram um enorme billboard. O público está lá, começa a chegar, mas nem dou por ele na maior parte dos casos. Continuo absorvido. Ir em frente.

Tocam os Cocteau Twins agora... e o paralelismo é inevitável. A minha grande, grande paixão (foi ele que ma deu, como não podia deixar de ser). A Elisabeth Fraser hipnotiza-me com aquela beleza indescritível, indecifrável. E começo a viagem num solo ainda a desbravar... o nosso!

"Dinâmico" e "adrenalina". O palco e nós.»

Afinal de contas, the show must go on e ontem foi dia de espectáculo. Quem escreveu foi ele, não eu. Ainda estou para ver se fazemos sucesso e se, quem sabe, we never know Babe, não nos cai um livro de crónicas lá por ocasião da "meinha" do Papai Nöel... Depois será vê-los nas Fnac a assinar e a dar autógrafos.

Olha, cá te espero.


6 de março de 2011

Olhar vislumbrado para um palco qualquer.

«E continuo a olhar vislumbrado para o palco...»

Pois que existem situações em que temos de comprar os bilhetes e ficarmos sentados, impávidos e serenos, olhando para o palco, esperando tranquilamente tudo o que ali se há-de passar. Ou não. Umas vezes, esta espera vale a pena mas outras nem tanto. Tal como na vida.
Tudo gira. Tudo é tão tremendamente dinâmico que até assusta... Aguça-nos a curiosidade, queremos mais. Queremos tudo a que temos direito. Ficamos extasiados e de coração na boca, querendo saltar das cadeiras já quentes com o único propósito de rasgar aquele pano escuro e denso que ali está, à nossa frente, tão definido e prepotente e que nos impede de ver a obra. Temos ganas de entrar, de pisar o palco que, afinal de contas, (também) é nosso. A adrenalina? Essa tipa está em alta. A frequência cardíaca aumenta e ruborizam-se-nos as faces. Queremos sentir! Queremos tirar a roupa que nos impede do frio lá fora para sermos outros, tal como as cobras que se vão descascando entre folhas e arbustos no meio da areia já lama depois de uma noite chuvosa.
É gigante o nosso ensejo de pisar o palco. Aquele palco. Compraram-se os bilhetes. O espectáculo há-de continuar, com maior ou menor entusiasmo do público ou... O espectáculo pode acabar entre lágrimas e suor, entre beijos demorados e sobejamente molhados, entre aplausos e uns tantos "Bravo, Bravo", num frenesim constante do senta-levanta das cadeiras, cujos rabos já toldaram o veludo.
Mas notem, tudo isto são «(...) previews... sim, todos referentes à mesma obra. Qual? A ver vamos...».
Ainda assim, (já) valeu a pena. Vale sempre a pena. Mesmo que os bilhetes não sejam todos vendidos e que a plateia não se componha.


3 de março de 2011

Baby steps.

Psiuuuuu... Não façamos barulho. Ele pode estar a nanar.
Psiuuuuu... Ohhh... Mas ele é tão lindo; Dá vontade de pegar, de mexer, beijar... Sentir!
Psiuuuuu... Passo a passo. Day-by-Day. TOC TOC TOC! Estás aí? Estás, sim senhor.

Obrigada Baby F. És um verdadeiro TESOURO.

E com baby steps continuaremos a ver-te VIVER :)

16 de fevereiro de 2011

No Strings Attached.


Poster do filme No Strings Attached -  Sexo sem compromisso.


Segunda-Feira, 19:30.
Era Dia de S. Valentim mas esse gaiato andava très busy, tal foi a quantidade de people que ficou de sofá, sentadinhos e sentadinhas e tal, à espera do gajo. Tenho para mim que alguém o "caçou" a meio do caminho... E ele não resistiu a uma rapidinha.

Eu cá não perdi tempo (aliás, nunca me lembro de ter perdido tempo com datas desta natureza... Já com rapidinhas e tantas outras coisas boas... Venham elas!) e fui cinemar.

No Strings Attached ou, em tuga,  Sexo sem compromisso.
Uma comédia romântica levezinha, levezinha mas bem mais sexy do que o Liedson ;-D
(hoje estou particularmente inspirada e/ou meio p'ró parva)


Podia acabar o Mundo...

Debaixo de chuva, tudo OK.
Agora, de trovoada?... No, no no.
Não suporto essa fdp. E que vá para o raio que a carrega.
Bolas, é isso mesmo. Raiossss'os partam.

Por agora, valha-nos o Gene Kelly.

9 de fevereiro de 2011

E xuxando, xuxando...

Já passaram 48 horas...
E tu dormes tranquilamente enquanto saboreias a tua xuxa gigante. Sim, sim! Porque é de pequenino que mostramos logo as manias das grandezas! Sais à Mãe e ao Pai e, claro, atiras aqui a mim!

E depois... És tão, mas tão lindooooo... Tal como concebido. Tal como desejado.

8 de fevereiro de 2011

Love & Other Drugs.


Poster do filme Love & Other Drugs.

Pois que isto não pode ser só trabalhar e sair tarde da jungle. Ontem fui cinemar pelas 19:30; Soube-me muito bem. A repetir, sem dúvida. Até porque, os bilhetes de Segunda-Feira continuam a ser mais baratos no Fonte Nova. E esta, hein?

O filme é uma comédia romântica com um quêzinho de lamechice que também faz falta à vida. E soltar uma lagrimazita, seja de alegria ou de tristeza, também é bom. E faz falta. E desanuvia. E desempoeira as vistas...

Tesouro para a Vida.

Eram 13.15 de ontem quando o Tesouro chegou ao Mundo.

Como escreveu a tua Mãe, «(...) depois da torbulência vem a felicidade». Bem sejas, bem hajas querido Francisco.

Muitos Anos de Vida boa, longa e perpetuada por muito amor no coração, saúde e paz...

7 de fevereiro de 2011

Com que voz...

Coisa mais lindaaaaa.
Esta música deixa-me completamente "fora de mim"... Só me apetece subir paredes e AFINS, ganir e coiso-e-tal.
(E não é que ficava aqui a ouvir isto em modo repeat mas... Temos pena. Vamos ter que sair para cinemar.)

Do Amor e dos Dias.


Do Amor e dos Dias. Camané, 2010.


“O fado é uma emoção contida. E eu sou uma pessoa contida. O mais importante é a canção, pôr-me dentro das palavras, tentar esquecer-me de mim e entregar essas palavras e essa música.”
Camané in Ípsilon


Uma das razões pelas quais me sinto uma verdadeira felizarda deve-se ao facto de, mal ou bem, ir tendo poder de compra. Seja para bens essências, seja para bens de 5.ª necessidade. Como roupa. Como cinema. Como almoçar e jantar fora. Como livros, CD, DVD e até bilhetes para concertos e/ou outros espetáculos.

Benditos 20€ que dei pelo bilhete para o espetáculo do Camané no CCB, este Sábado. Foram 2h30 de puro sentir, de peito e coração abertos. De bons sentimentos e de uma energia pura que se auto renovou em cada palavra, em cada acorde. Em cada sorriso, em cada afastar de cabelo da testa.

E ainda a propósito... O mundo é uma ervilha, mesmo.


4 de fevereiro de 2011

Das Alegrias Encarnadas, essas bem aventuradas Papoilas Saltitantes.

BENFICAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

0-2 contra os tripeiros. Há lá coisinha melhor para animar a malta...

Manias OSHO - Orientação.


Carta OSHO ZEN 70. - Orientação.
 
Você sente necessidade de procurar orientação, porque não sabe que o seu guia interior está escondido dentro de você. É necessário encontrar esse guia interior, que eu chamo de "a sua testemunha". Chamo também de "o seu dharma", seu buda intrínseco. É preciso acordar esse buda, e a sua vida será banhada de bênçãos, de graças. Sua vida tornar-se-á radiante de bem, de divindade, muito mais do que você seria capaz de imaginar. É quase como luz. Se o seu quarto está escuro, basta trazer luz. Até uma pequena vela servirá: toda a escuridão desaparece. Tendo uma vela, você saberá onde fica a porta. Não precisará pensar: "Onde está a porta?". Só quem é cego pergunta onde está a porta. Gente que tem olhos e dispõe de luz nem pensa nisso. Alguma vez você já se perguntou onde fica a porta...!? Você simplesmente levanta e sai. Não dedica um pensamento sequer a semelhante questão. Nem começa a tatear procurando a porta, ou a bater a cabeça contra a parede. Você simplesmente vê, e não existe nem mesmo um lampejo de pensamento: você simplesmente sai.

Comentário:
A figura angelical que aparece nesta carta, com asas coloridas como o arco-íris, representa o guia que cada um de nós traz dentro de si. Como acontece com a segunda figura, no plano de fundo, algumas vezes nós podemos relutar em confiar nesse guia quando ele se manifesta, porque estamos acostumados a receber nossos "sinais" mais do mundo exterior do que de dentro de nós mesmos.
A verdade do seu próprio ser mais profundo está tentando mostrar-lhe o caminho a seguir neste exato momento, e, quando esta carta aparece, significa que você pode confiar na orientação interior que lhe está sendo dada. Esta orientação vem por meio de sussurros, e algumas vezes podemos hesitar, sem saber se compreendemos corretamente. As indicações, porém, são claras: seguindo o seu guia interior você se sentirá mais pleno, mais integrado, como se estivesse se movimentando a partir do centro do seu próprio ser. Se você a acompanhar, essa célula de luz o conduzirá exatamente para onde você precisa ir.
Osho God is Dead: Now Zen is the Only Living Truth Chapter 7

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Comentário meu:
O problema é que me perdi do meu guia e a culpa foi do virús (da gripe e de mais umas quantas merdas que andam por aí...)

1 de fevereiro de 2011

Caminhos sagrados.

A MAGIA DO CAMINHO FEMININO:
 
"As mulheres honram o seu Caminho Sagrado quando se dão conta do conhecimento intuitivo inerente à sua natureza receptiva. As mulheres precisam aprender a amar, compreender, e, desta forma, curar umas às outras. Cada uma delas pode penetrar no silêncio do próprio coração para que lhe seja revelada a beleza do recolhimento e da receptividade".

Jamie Sams


Por falar em caminhos sagrados... No fim de Julho de 2011 estarei em Avalon, Glastonbury, Inglaterra.


Rendida? Logo se verá.

Há sensivelmente duas semanas "rendi-me" ao Facebook. Tanto gozei, tanto gozei e eis que também lá fui parar. Porém, confesso, é coisa que ainda não me cativou e nem entusiasmou a 100% (nem a 30%, quanto mais). Ainda assim, tem valido a pena pelos "encontros curiosos", as palavras e as piadas trocadas entre "amigos" (como se eu acreditasse nesta treta).

Não me liguem, não me contactem, não me mimem e venham cá depois dizer "ah, e tal, tão amigos que nós somos, o que importa é quando estamos juntas (os) e o que sentimos e coiso-e-tal". P'ró caralho com essa conversa da treta.

Depois, o que é demais também enjoa. E, outra vezes, cheira mal.

Das gripes.

* Poema aos homens com gripe *

«Pachos na testa, terço na mão,
Uma botija, chá de limão,
Zaragatoas, vinho com mel,
Três aspirinas, creme na pele
Grito de medo, chamo a mulher.
Ai Lurdes que vou morrer.
Mede-me a febre, olha-me a goela,
Cala os miúdos, fecha a janela,
Não quero canja, nem a salada,
Ai Lurdes, Lurdes, não vales nada.
Se tu sonhasses como me sinto,
Já vejo a morte nunca te minto,
Já vejo o inferno, chamas, diabos,
Anjos estranhos, cornos e rabos,
Vejo demónios nas suas danças
Tigres sem listras, bodes sem tranças
Choros de coruja, risos de grilo
Ai Lurdes, Lurdes fica comigo
Não é o pingo de uma torneira,
Põe-me a Santinha à cabeceira,
Compõe-me a colcha,
Fala ao Prior,
Pousa o Jesus no cobertor.
Chama o Doutor, passa a chamada,
Ai Lurdes, Lurdes nem dás por nada.
Faz-me tisana e pão de ló,
Não te levantes que fico só,
Aqui sozinho a apodrecer,
Ai Lurdes, Lurdes que vou morrer.»

António Lobo Antunes, Sátira aos HOMENS quando estão com gripe.